era meu ninho o regaço da moura; mas quando batia a alva, ela
desaparecia ante a minha face cavada de olheiras...
E crivado de pecados mortais, no adjutório da missa trocava os amém,
e todo me estortegava e doía quando o padre lançava a benção sobre a
gente ajoelhada, que rezava para alivio dos seus pobres pecados, que
nem pecados eram, comparados com os meus...
Uma noite ela quis misturar o mel do seu sustento com o vinho do
sacrifício; e eu fui, busquei no altar o copo de ouro consagrado,
todo lavorado de palma e resplendores; e trouxe-o, transbordante,
transbordando...
E embebedados caímos, abraçados.