Cada noite

era meu ninho o regaço da moura; mas quando batia a alva, ela

desaparecia ante a minha face cavada de olheiras...

E crivado de pecados mortais, no adjutório da missa trocava os amém,

e todo me estortegava e doía quando o padre lançava a benção sobre a

gente ajoelhada, que rezava para alivio dos seus pobres pecados, que

nem pecados eram, comparados com os meus...

Uma noite ela quis misturar o mel do seu sustento com o vinho do

sacrifício; e eu fui, busquei no altar o copo de ouro consagrado,

todo lavorado de palma e resplendores; e trouxe-o, transbordante,

transbordando...

E embebedados caímos, abraçados.

Lendas do sul · 第 20 / 26 题