no silêncio a cadencia em balante da fala induzidora.
A cruz do meu rosário...
Fui passando as contas, apressado e atrevido, começando na
primeira... e quando tenteei a ultima... e que entre as duas os meus
dedos, formigando, deram com a Cruz do Salvador... fui levantando o
Crucificado... bem em frente da bruxa, em salvatério... na altura do
seu coração... na altura da sua garganta... da sua boca...
na altura dos...
E aí parou, porque olhos de amor, tão soberanos e cativos, em mil
vidas de homem como o aroma sai da flor que vai apodrecendo...