[19] Frei Luís de Sousa, _Hist. de S. Domingos_.
[20] Frei Luís de Sousa, _Hist. de S. Domingos_.
[21] Manuel Bernardes Branco, _Hist. das ordens monásticas em Port._.
[22] Manuel Bernardes Branco, _Hist. das ordens monásticas em Port._
[23] _As prisões da Junqueira durante o ministério do marquês de
Pombal_, escritas ali mesmo pelo marquês de Alorna, uma das suas
vítimas.
[24] _As prisões da Junqueira durante o ministério do marquês de
Pombal_, escritas ali mesmo pelo mesmo marquês de Alorna, uma das suas
vítimas.
[25] Correspondência inédita.
[26] António Augusto Teixeira de Vasconcelos; Camilo Castelo Branco, no
_Dicionário Universal_; D. António da Costa, na _Mulher em Portugal_,
etc., etc.
[27] Correspondência inédita de Leonor de Almeida.
[28] Correspondência inédita.
[29] Correspondência inédita. Refere-se às constantes ameaças de a
fazerem freira, que lhe vem aos ouvidos, trazidas por várias pessoas.
[30] Correspondência inédita.
[31] Idem.
[32] Idem.
[33] Correspondência inédita.
[34] _La femme au dix-huitième siècle._ Goncourt. _Les origines de la
France contemporaine._ Taine. Memórias. Cartas, correspondências do
tempo.
[35] Atália de donaire!
[36] Correspondência inédita.
[37] Camponesa de Frielas.
[38] Correspondência inédita.
[39] Obras da marquesa de Alorna, tomo 1.
[40] Obras de Filinto Elísio.
[41] Teófilo Braga, _Hist. de literatura_.
[42] _Poesias da Marquesa de Alorna_, tomo 1.
[43] Correspondência inédita.
[44] Correspondência inédita.
[45] Correspondência inédita.
[46] A alusão a Cromwell mostra bem claramente a ignorância do tempo, e
a sua falta de critério histórico. Cromwell equiparado a Calígula e a
Nero! Compare-se esta idea acêrca do grande _protector_ inglês, com o
retrato dêste feito por Carlyle!
[47] Correspondência inédita.
[48] Era assim que Leonor chamava à amiga Teresa.
[49] Refere-se a um caso assim narrado noutra carta: «Alexandre de
Sousa, que é uma das pessoas mais vivas que conheço, estando connosco
(na grade) deram Avè-Marias ao tempo que êle estava merendando. Fêz
várias caretas célebres pelo descómodo de largar o prato, pôs-se de
joelhos, enguliu o bocado, etc., e finalmente não concluíu a manobra
senão depois delas rezadas e tudo acabado. Cada uma das pessoas que
ali estava, disse sua graça sôbre a falta de devoção, e eu em tom de
justificação irónica, respondi: «O sr. D. Alexandre bem sabe que Deus
quer que o adorem em _espírito e verdade_, que olha só para o culto
interno e que o mais são _fórmulas_ para nós, com que êle não se dignou
fazer cumprimento. Eu julguei ter-me explicado bem, mas foi o contrário
que sucedeu. Creio que S. Paulo não acharia na minha proposição a
mínima liberdade.»
[50] Correspondência inédita.
[51] Idem, idem.
[52] Idem, idem.
[53] Correspondência inédita.
[54] Correspondência inédita.
[55] Como nesta simples frase se vê bem a leitora assídua da
enciclopédia e dos filósofos e moralistas do século XVIII! Que longe
ela coloca Leonor de Almeida do ideal devoto e mediévico a que ela
porventura julga ser ainda fiel! A honra _um preconceito_ é da
disciplina de Voltaire e não da môça educada pelos moldes épicos da
cavalaria antiga.
[56] As de Leonor de Almeida, publicadas nas suas obras completas.
[57] O dr. Inácio Tamagnini.
[58] Frase impagável.
[59] Nas _Noites de Insónia_ Camilo refere-se a esta satira.
[60] É assim chamado tanto na correspondência inédita de Leonor de
Almeida, como nas _Prisões da Junqueira_, do marquês de Alorna.
[61] Vide _Prisões da Junqueira_.
[62] Propriedade da casa de Alorna.
[63] Como isto está datado.
[64] Costigan, Beckford, Châtelet, _Tableau de Lisbone_.
[65] Correspondência inédita.