Era noite entrada. Rubião vinha por alli abaixo, recordando o pobre
diabo que enterrára, quando, na rua de S. Christovão, cruzou com outro
_coupé_, que levava duas ordenanças atrás. Era um ministro que ia para
o despacho imperial. Rubião pôz a cabeça de fóra, recolheu-a e ficou
a ouvir os cavallos das ordenanças, tão eguaesinhos, tão distinctos,
apezar do estrepito dos outros animaes. Era tal a tensão do espirito do
nosso amigo, que ainda os ouvia, quando já a distancia não permittia
audiencia. Catrapuz... catrapuz... catrapuz...