VII.

Vaga meditação onde arrojaste

Minha imaginação!--ás horas mortas

De alta noite, no templo solitario,

E em congresso de mortos, quando o espanto

Os resguarda co'as azas acurvadas

Da vista do que vive!--Alli corria

Minha mente, qual vaga a mente do homem,

Que em febre ardente desvairou por sonhos,

Onde se ajunctam troços de existencias,

Em nebuloso quadro; ou como ondea,

Entre a esperança e o susto, o moribundo,

A quem do passamento o véu já cinge

A amarellada fronte, e a quem já pesam

Sobre os olhos as palpebras, que affrouxa

Do anjo da morte o resonante grito.

A Harpa do Crente Tentativas poeticas pelo auctor da Voz do Propheta · 第 22 / 76 题