Porque, Senhor, assim inspiraste mudas flores, singelas e felizes, e
deixas que os homens vão de treva em treva, rasgando o coração até à
morte, ignorando donde a luz se ergue--aqueles mesmos homens aos quais
deste a consciência do amor da luz?!...
Nas trevas da ruindade que escurecem a alegria e o riso e a bondade,
divina aspiração da luz da nossa alma, possa eu, Senhor, como a flor em
tua graça, pressentir constantemente a tua presença e só para a tua luz
voltar a minha face, mortificada, ensanguentada, enferma dos tormentos
fatais da escuridão!