Minha alva Dinamene, a primavera
Que os deleitosos campos pinta e veste,
E rindo-se uma côr aos olhos gera,
Que em terra lhes faz ver o Arco celeste;
As aves, as boninas, a verde hera,
E toda a formosura amena agreste
Não he para os meus olhos tão formosa,
Como a tua, que abate o lirio e rosa.