Ai do poeta que se accolhe a um throno,
E que implora de um rei mão protectora!
Ai d'elle! n'esse putrido ambiente
Pende-lhe morta a fronte sonhadora.
Assim ao viajor da Africa adusta
Hospitaleiro abrigo lhe similha
Uma arvore gigante; e elle adormece
Morto á sombra lethal da mancenilha!
LUCIO DE MENDONÇA, _Alvoradas_, p. 149.
Rio de Janeiro, 1875.