quem chegava, ele é que tinha de louvar; saudou:
— Láus’ Sus’ Cris’!...3
— Para sempre, amem! disse o outro, e logo ajuntou: O boi barroso
vai trepando serro acima, vai trepando... Ele anda cumprindo
o seu fadário..4
Blau Nunes pasmou do adivinho; mas respostou:
— Vou no rastro!...
— Está enredado...
— Sou tapejara, sei tudo, palmo a palmo, até à boca preta do fumo
do serro...
— Tu... tu, paisano, sabes a entrada da salamanca?...
— É lá?... Então, sei, sei! A salamanca do serro do Jarau!...
Desde a minha avó charrua, que eu ouvi falar!...
— O que contava a tua avó?
— A mãe da minha mãe dizia assim: