_Il est des nœuds secrets, il est des sympathies._
Passa em julgado que as mulheres lêem de cadeira em materia de
fazendas, perolas e rendas, e que, desde que adoptam uma fita, deve-se
crer que a essa escolha presidiram motivos plausiveis.
Partindo deste principio, entraram os philosophos a indagar se ellas
mantinham o mesmo cuidado na escolha de um amante, ou de um marido.
Muitos duvidaram.
Alguns emittiram como axioma, que o que determinava as mulheres, neste
ponto, não era, nem a razão, nem o amor, nem mesmo o capricho; que se
um homem lhes agradava, era por se ter apresentado primeiro que os
outros, e que sendo este substituido por outro, não tinha esse outro
senão o merito de ter chegado antes do terceiro.
Permaneceo por muito tempo este systema irreverente.
Hoje, graças a Deus, a verdade se descobrio: veio a saber-se que as
mulheres escolhem com pleno conhecimento do que fazem. Comparam,
examinam, pesam, e só se decidem por um, depois de verificar nelle
a preciosa qualidade que procuram.
Essa qualidade é... a toleima!