[1] É crença muito antiga que umas pedras vermelhas, que se encontram
na _fonte dos amores_, devem a sua côr ao sangue de D. Ignez de Castro.
[2] Não quero dizer que descreio das leis da _Acustica_; sei que ella
não só explica, mas até consegue fazer _echos_:--a palavra _segredo_
veiu aqui para symbolisar que neste, como em muitos outros phenomenos
naturaes, em se o homem remontando um pouco, chega logo ás _forças
centripetas e centrifugas_, ou áquelle celebre _opium facit dormire,
quia habet virtutem dormitivam_.
[3] Garrett
[4] Camões.
[5] Martim de Freitas.
[6] Sá de Miranda.
[7] D. Francisco de Lemos, Bispo de Coimbra.
[8] Este echo do jardim botanico de Coimbra repete um verso heroico
inteiro.
[9] A Rainha Sancta Isabel, mulher d'El-Rei D. Diniz.
[10] _Mulieres homines non esse_. Dissert. anonym. d'Acidalius,--Paris
1693, in 12.
[11] Gregor. Turonens. Hist. Franc.
[12] D'anciens philosophes et des médecins, tels qu'Hippocrate,
Aristote, ont ausai regardé la femme comme un être imparfait, un
demi-homme. _Virey_--_De la Femme_, chap. 1.^er, pag. 15.
[13] A. F. de Castilho--_Ciumes do Bardo_.
[14] A. F. de Castilho--_Primavera, Notas á Festa de Maio_.
[15] _La critiq. de l'Écol des Femm._ Sc. 7.
[16] Á Sr.^a Marqueza d'........ uma das mais instruidas e amaveis
damas que tenho visto, ouvi eu que em materia de ciume era permittido a
um homem levar a sua colera até alguma pequena acção violenta. O sexo,
a madureza da edade, a penetração, e conhecimento do coração humano,
que esta senhora possue, dão-lhe direito a ser muito respeitada a sua
sentença.
[17] Até _Plinio_ se não pejou de lhe chamar animal.
[18] _La Critiq. de L'Écol. da Femm._--sc, 6.^e
[19] A. F. de Castilho--_Primavera, Notas á Festa de Maio_
[20] _Émile--Liv._ 5.º
[21] Schoen--_Biograph. de Kant._
[22] _Memoires sur Georges Cuvier_--Mistr. Lee.
[23] _La Critiq. de l'Écol. des Femm._ sc. 6.^e
[24] Aimé Martin--_Educat. des Mér. de Fam._.