A stulticia de quererem defender os excessos dos pasquins brazilheiros e
cumparal-os com os de cá não é só do auctor do livro o _Brazil_. Já a
_Tribuna_ do Pará e outros jornaes brazileiros, desculpavam os seus
injustos desforços d'uma fórma um pouco comica. O sr. Augusto de
Carvalho não fez mais do que seguir-lhes as pisadas. Assim falla a
_Tribuna_ do Pará:
«Não sabendo, não tendo mesmo com que dessimular o seu embaraço,
despeito e confusão, enxergou na expressão--VIL PEDRO PRIMEIRO--(a
_Tribuna_ chamava-lhe assim por ser portuguez!) com a qual acoudindo a
uma justa represalia, fulminámos a _Tribuna_ de Lisboa,--_um attentado
contra a familia imperial_, entretanto que não tem visto os insultos
affrontosos, que todos os dias recebe o povo brazileiro na pessoa de D.
Pedro II.
«O que disestes a Ramalho Ortigão e Eça de Queiroz, sobre as _Farpas_,
etc.?»
É preciso que a verdade seja dita sem rebuço: as _Farpas_, é a
publicação portugueza, que mais feriu os brios da nacionalidade
brazileira, _na pessoa do seu imperador_; verdade seja que os que mais
se queixavam, escreviam _vil Pedro primeiro_ ao pae do segundo
imperador, e o que é sobre tudo mais irrisorio, os _imperialistas_ do
_segundo_ e os calumninadores do _primeiro_ intitulavam-se
_republicanos_!...
Mas republicanos ou imperialistas condemnaram a critica mordaz do auctor
das _Farpas_: nós os ouvimos; rindo-nos do desgosto ridiculo de tal
combáda que não se lembrava de certos papeis comicos representados em
Coimbra, perante a universidade, e no Porto, em face dos esplendorosos
festejos promovidos por seus hospitaleiros habitantes, a sua magestade o
imperador.
E são por ventura isoladas as ironias innosentissimas dos criticos
europeus, na passagem de sua magestade imperial pelos differentes
estados da Europa?
Não. Nem os desgostos manifestados pelos brazileiros, nem as
conveniencias puramente mercantis, tem actualmente podido influir no
animo d'aquelles que veem em todos os movimentos do illustre imperador
uns motivos para rir. E não somos só nós que assim pensamos; e para o
que vejamos:
O jornal humoristico illustrado, de Milão, _Lo Spirito Folletto_, do dia
15 de março, de 1877, um dos mais importantes, no seu genero, em toda a
Europa, traz a caricatura do imperador vestido de gibão, com uma penna
atravessada na cinta que o singe, e á cabeça uma porção de alfarrabios.
Atraz do illustre viajante vae um negro, empurrando um carrinho de mão,
carregado de todos os emblemas das sciencias e das artes. Por baixo da
caricatura está a seguinte inscripção:
«_Una volta un imperatore, per fare une ingresso in una cittá, «si
faceva precedere» de una buona batteria di cannoni. Don Pedro invece «se
fa seguire» dagli arnesi della scienza. Evviva dunque... il progresso._»
E mais adiante no _Spiritelli_!
«--Sapete perchè viaggia tanto all'estero l'imperatore del Brasile,
abbandonando per mesi e mesi il suo trono?
«--Per fare propaganda repubblicana!
«--Oh bella!... Ma come, in che modo?
«--Provando come due e due fanno quattro, che dal momento che il Brasile
sta in piedi durante le sue lunghe assenze, starebbe in piedi anche se
d'imperatore non ce ne fosse. É vero, o no?»
Em outro numero apresenta o imperial viajante a dormir, n'um camarote do
theatro da Scalla, ironia pungente ao facto de sua magestade se deixar
adormecer como qualquer mortal, numa funcção de gala para que tinha sido
convidado.
Tem d'estes espinhos a realeza. Ella não sabe que é preciso aturar tudo
e todos, os festejos e aquelles que os fazem?
E não se diga que são insignificantes taes actos. Estas manifestações,
dadas por um povo ao representante do outro povo, reflectem-se em um e
outro; mas se esse representante é indifferente a essas manifestações de
respeito, e os que as promovem se escandalisam do indifferentismo,
louvae estes, porque tal desgoto representa ainda concideração ao povo
representado pelo indifferente.
Na Italia usaram da satyra para fulminar a indifferença. Hade por isto
revolucionar-se o povo brazileiro contra os colonos italianos residentes
no imperio?
Não. A força da logica manda que no Brazil se _revolucionem_ contra sua
magestade o imperador.
Não era, nem nunca foi intento nosso discutir o viajante imperial; mas
desde que no Brazil se fazem revoluções contra portuguezes por motivo de
sua magestade ser recebido em Portugal nas _palminhas das mãos_, não
devemos deixar passar em claro a dupla offensa que o povo amigo e irmão
nos faz.
Mas não fica ainda aqui a satyra. Da Italia passou á Inglaterra... com
sua magestade imperial.
O _Punch_, de Londres, que não desejava ver abalados os seus creditos de
ironico, descreveu assim uma digressão do senhor D. Pedro d'Alcantara:
«_Extractos de um diario imperial._--4. h. da manhã.--Muito zangado por
ver que dormi de mais. Levantei-me, vesti-me á pressa, banhei-me na
Serpentine, e fui dar um passeio ao Parque.--5 h.--Fui a
Alexandra-Palace, e apanhei os empregados de sorpreza, apezar de lhe ter
mandado dizer que havia de lá ir hoje. Zangado por ver que não tinham
uma opera prompta.--6 h.--Tomei uma chavena de café, e fui ao Jardim
Zoologico. Acordei os leões, montei a cavallo nos elephantes e assisti
ao banho matinal dos hippopotamos. N. B. Ufanei-me de me ter anticipado
a elles.--7 h.--Fui procurar o principe, e estive de cavaco ao lado da
cama de sua alteza real. Depois fui á Polytechnica, e, como os
empregados ainda não estavam a pé desci eu sózinho dentro do sino de
mergulhador.--8 h.--Fui a Kew, e almocei com o dr. Hooker. Durante a
nossa refeição um celebrado botanico teve a bondade de fazer uma
leitura.--9 h.--Fui ao hospital de S. Thomaz, puz em polvorosa todos os
enfermeiros, visitei o Museu etc. Não tive tempo de esperar uma
allocução dos directores.--10h.--Fui á City, e vesitei a casa da camara,
o Stock-Exchange, Billingsgate, e a Torre. Tive uma longa conversação
com mr. Punch, _Fleet Street_, 85.--11 h.--Fui a Albert Hall e toquei
orgão. Depois fui ao Museu de South-Kensington e assisti a leituras
sobre desenho, cosinha, e trabalhos de agulha. Meio dia--Fui ao Palacio
de Crystal, e vi os peixes. Em attenção aos meus variados compromissos,
os directores mostraram-me os fogos de vista de dia.--1h.--da tarde. Fui
a Orleans-Club, e subi o rio. 2h. Fui á moeda e vi o machinismo do
correio--3 h.--Fui á camara dos pares e assisti a uma partida de
_cricket_.--4 h.--Corri ao Aquario de Westminster. Um pouco fatigado,
mas restaurei-me com um _lunch_ em Grosvenor Gallery.--5 h.--Depois de
visitar a Real Academia assisti a um «chá das 5 horas» em
Belgravia-South-Kensington.--6h.--Visitei a abbadia de Westminster, a
cathedral de S. Paulo, e o oratorio de Brompton.--7 h.--Jantei no hotel,
e tomei café em Battersea-Park--8 h.--Fui a Egyptian-Hall ver Zoè, e
estive alguns minutos na camara dos communs.--9 h.--Vi o que pude de
Convent-Garden, Lyceu, e Her-Magesty, e regalei-me com o artistico
representar de m. Jefferson em Haymarket.--10 h.--Telegraphei
inscripções aos meus ministros no Brazil, dancei uma quadrilha em
Willis-Rooms, e recusou-se-me respeitosamente entrada no
Beefsteack-Club, onde soube com muito pezar que não entravam
estrangeiros.--11 h.--Ciei em Albion e depois fui a um baile em Carlton
Gardens.--Meia noite--Procurei os srs. Gladstone, Tennyson e Thomaz
Carlyle, e depois de gozar tres deleitosos cavacos, voltei para o
hotel--1 h. da manhã--Escrevi umas poucas de cartas, li o _Times_,
arranjei o meu despertador para as tres, e fui-me deitar.»[50]
A fina ironia das _Farpas_ não é superior á que deixámos transcripta.
Ponham os criticos de parte os preconceitos de nacionalidade, e hão de
concordar comnosco.
Pois bem, em paga da hilaridade singella, que não importa
desconsideração aos brazileiros, dizem os _hydrophobos de lá_, em
resposta ás ironias dos inglezes, dos italianos e dos portuguezes.
«Vinde colonisar as nossas terras, ó inglezes civilisados e italianos,
que vós sois mais uteis do que os portuguezes assassinos e ladrões!»
Ás finas ironias das _Farpas_, onde especialmente se distingue a mala
inseparavel de D. Pedro de Alcantara respondem:--_O vosso rei é um
bebado e um devasso!_ E querendo responsabilisar os colonos pelos
escriptos de Ramalho Ortigão, escrevem:
«A emigração é um direito baseado na phylosophia, sustentado pelo
progresso da humanidade.
«Sim, senhor, não vamos ao contrario d'esse principio eterno do
desenvolvimento da arte e da sciencia, da civilisação por tanto.
«Mas não ha direito que não tenha por espelho o dever em seu fiel
cumprimento.
«O emigrado suppõe a idéa de utilidades. É um axioma.
«O emigrado é um individuo, e como tal, para fazer valer seus direitos,
corre-lhe a obrigação de não faltar aos seus deveres.
«Ora, desde que esquece estes perde aquelles.
«O direito suppõe a justiça, o dever suppõe a moral.
«Desprezada a moral pelo individuo temos um ente perdido e perigoso, que
despreza da mesma forma a justiça por meio de um crime.
«Um criminoso não póde ser util a sociedade alguma.
«Assim, pois, o emigrado immoral e affeito ao crime é um individuo
inutil.
«Isto posto, indaguemos qual a utilidade, que nos póde sobrevir da
colonia portugueza.
«Estudemos pela theoria dos factos apoiados nos grandes mestres, a
historia e o tempo.
«Em que consiste o merecimento do braço portuguez?
«Somos forçados a retirar os olhos cobrindo o rosto; pois o quadro que
nos offerecem a lavoura, a arte e a industria de nossa terra, é o mais
digno de lastima, por mercê da _actividade_ portugueza.
«Como causa, quaes os effeitos da intelligencia d'essa colonia?
«Entre nós, provavelmente, ás sciencias, á litteratura, ás bellas artes
nada tem aproveitado; antes as letras, os verdadeiros talentos de nossa
patria teem soffrido atroz violencia (_sic_), indigna opposição da parte
d'ella.
«E quaes teem sido as provas da grandeza d'alma portugueza?
«As provas do sentimento, da moral, da virtude, da honestidade do
cidadão portuguez temol-as de sobejo ainda que esqueçamos o quanto sabe
ser elle ingrato; porque iremos encontral-o em toda a parte--como um
ente dissoluto; em todas as situações--como um hypocrita; na mais infima
á mais elevada posição--como um cynico perante a lei, diante de Deus um
atheu e dos homens uma vibora.
«Não se presta o colono portuguez ás luctas da agricultura nem sua
cabeça percebe o hymno que se entoa nas officinas, nos templos do
trabalho honesto, porque fecha os olhos, cerra os ouvidos á voz da
consciencia, aos gritos da virtude e aos arrojos da concepção humana.
«São portanto colonos estupidos, immoraes, por conseguinte inimigos do
dever, que aberrando de um direito perdido aggridem a justiça e exaltam
o--crime.
«Incontestavelmente é uma raça inutil.
«Por ventura nos póde convir uma colonia, que, em vez de alimentar,
serve de tropeço ao desenvolvimento material de nosso vasto paiz».[51]
Nós não queremos discutir este amontoado de disparates, mas respondemos
com o seguinte documento official aos taes _hydrophobos_ de lá que em
nada se parecem com os de cá:
«Do relatorio do ministerio da fazenda do imperio do Brazil, apresentado
este anno (1877) á assembléa geral legislativa, extraimos a seguinte
nota do numero dos contribuintes sujeitos ao imposto industrial no Rio,
regulado alli por lei de 15 de julho de 1874, excluidos os
estabelecimentos taxados com relação aos meios de producção e os de
sociedades anonymas--isto no exercicio de 1875-1876.
«Os contribuintes são:
Portuguezes 7:394
Brazileiros 1:791
Francezes 466
Inglezes 127
Allemães 127
Italianos 214
Hespanhoes 58
Belgas 13
Hollandezes 1
Suissos 23
Americanos 17
Orientaes 1
Chins 1
Africanos 16
Gregos 4
Dinamarquezes 7
Cubanos 1
Suecos 3
------
10:264
«O valor locativo em moeda do Brazil, do local que servia para o
exercicio da industria era de réis 6.052:661$198, e o valor total do
imposto foi de réis 1.010:090$359, tudo moeda fraca.
«As sociedades anonymas sujeitas ao imposto de industria e profissões,
no dito exercicio de 1875-1876, foram 36, sendo 15 brazileiras, 15
portuguezas, 5 inglezas e 1 americana, cujos dividendos subiram a réis
8.553:000$000, pagando de imposto 1,5 por cento, ou 128:000$000 réis.
«O numero de estabelecimentos industriaes (note-se bem--_industriaes_)
sujeito ao referido imposto, no mesmo anno, foi de 182, sendo:
Brazileiros 45
Portuguezes 109
Francezes 11
Inglezes 3
Allemães 5
Hespanhoes 5
Suissos 3
Italianos 1
«Estes estabelecimentos empregavam 976 operarios, e d'elles 100 eram
laborados á força humana, 7 por meio de força irracional, 66 pela do
vapor e 9 pela da agua. O imposto que pagaram foi de 18:637$436 réis.
Vê-se por estes dados qual é a parte importante que a nacionalidade
portugueza tem na industria e commercio do Rio de Janeiro.
«Note-se, no entanto, que em todo o Brazil o imposto das industrias e
profissões é avaliado em 2:600:000$000 para o exercicio corrente de
1877-1878.»[52]
Elles, os hydrophobos, ignoram isto, coitados! Nós fazemos-lhes esta
justiça.
É por causa d'essa ignorancia que os desgraçados afinam por este
diapasão.
«_Deus já nos vae ajudando._--A bordo do vapor inglez _Jerome_ sahido
d'este porto no dia 26 do corrente mez, escafederam-se para a _terrinha_
trinta e tres gallegos, qual d'elles o mais estupido e vilhaco.
«Por emquanto está o Pará livre d'estes trinta e tres canalhas que nos
favorecem com a sua ausencia!
«Oxalá que arribassem todos os _ladrões_ e aventureiros, que chegando
aqui sem vintem, sem officio nem beneficio, compram logo fiado uma
taberna, assignam muitas vezes letras, sem saberem o que assignam e
depois para pagarem, andam roubando aqui acolá, commettendo quanta
infamia e praticando toda a sorte de escandalo e desacatos; e quando
vêem os gallegos infames que não podem com a carga, atiçam fogo na
bodega e raspam-se para a _terrinha_ roubando e desgraçando a muita
gente!
«É d'esta _escoria_, d'este _povoléo_ ordinario que veem de Portugal!
Gente boa não vem de lá.
«Desengane-se quem quizer, cada um bicudo que chega ao Brazil ou é um
refinado vadio troca tintas, ou um calceta fugido do Limoeiro, ou das
enxovias do Carmo. A canalha bicudal tem mais medo das solitarias do
Carmo do que do diabo.
«Nós queremos estrangeiros civilisados, laboriosos e honestos, emigrados
amigos do trabalho; o que não podemos supportar são _portugallegos_ que
veem aos centos, todos _ladrões, infames, desatinados, salteadores,
assassinos e moedeiros falsos, etc. etc._
«Contra estes _ladrões_ todo o rigor das nossas leis e a maldição do
povo brazileiro caia sobre elles.
«Longe, bem longe de nós e de tudo quanto é honesto e civilisado está
_esta tróça estupida de gallegos_. Deixem-nos, vão para o inferno, para
a costa d'Africa, para as zonas torridas e humidas de Pedro Botelho,
comtudo que favoreçam-nos com a sua ausencia.
«O que querem estes malvados e faccinoras _gallegos_ n'uma terra, onde
ninguem os póde vêr?!...»[53]
O que deixamos trascripto, como se pode deprehender, refere-se a
portuguezes que sahiam do Brazil, contra quem, ainda que sem motivo,
podiam allegar represalias; mas o que vamos transcrever é uma amostra
das recepções que n'aquelle paiz hospitaleiro costumam fazer aos colonos
que pela primeira vez pisam o solo brazileiro, contra quem parece que
não devia haver razão de queixa:
«_Pilha de ladrões e velhacos._--A bordo da barca portugueza
_Camponeza_, vinda da _terrinha_ e aqui ancorada no dia 8 do corrente,
chegaram 26 badamecos gallegos e velhacos, sujos e réos de policia.
_Elles_ que de lá vem é porque fizeram alguma... Ou fugindo do serviço
das armas, deixando o pae e a mãe compromettidos, ou arrombando as
prisões do Limoeiro e as enxovias do Carmo, onde é a vivenda continua da
matúla indigna e safada.
«Pelo ról dos passageiros não consta que viesse um só, entre tantos
ladrões, um habil pintor, um perito dentista, um intelligente
agricultor, um laborioso agronomo, um engenheiro, emfim, um homem de
educação e de bons instinctos. Veiu sim, uma matúla estupida de ladrões,
assassinos, vagabundos, jogadores, não bastando ainda os muitos que por
aqui estão!
«E não se envergonha a estupida colonia portugueza de apresentar em uma
terra estranha patricios seus, filhos do _decantado_ Portugal, como os
que vieram agora na barca _Camponeza_ e outros muitos que constantemente
vêem baldeados nos porões dos navios!
«E ainda dizem que os portuguezes são nossos _civilisadores_...
«Barbaridade! affronta!...
«Desengane-se a negra gallegada que aqui como em toda a parte ella não
passará de uma _gentinha_ miseravel, estupida, dedicada ao roubo, ao
assassinato e á introdução da moeda falsa.»
Finalmente, não chegava navio algum da Europa que transportasse colonos
portuguezes, que ficassem isentos d'uma recepção tão delicada e...
hospitaleira!
Transcrever taes artigos seria, alem de fastidioso, impossivel, ainda
mesmo em meia duzia de grossos volumes.
A represalia contra as _Farpas_, não podia ser mais inconsequente.
[50] Traducção do _Diario da Manhã_.
[51] A _Tribuna_, do Pará.
[52]_Jornal do Commercio_, de Lisboa, de 19 de julho de 1877.
[53]_A Tribuna_ do Pará.