Alma nova cobrou, qual lebre afflicta, Que das unhas dos cães se vê liberta; E apalpando a conaça (oh que desdita!) Mais que bôca de barra a encontra aberta; Mas consola-se um pouco, e já medita Em fugir da ruina, que é tão certa; E em vingar-se do horrivel Brutamonte, Ornando-lhe de cornos toda a fronte.