«Fóra, fóra caxorro, não te aturo Que me feres as bordas do coninho!» E com desembaraço um tezo, e duro Bofetão lhe arrumou pelo focinho: Tomou em tom de graça o monstro escuro A affrontosa pancada, e com carinho Disse para a mulher: «Brincas comigo? Pois torno-te a foder, por teu castigo.»