Aquelle dia 18 de Setembro (ante-hontem) ha de ficar-me na memoria,
mais fixo e mais claro que outros, por causa da noite que passámos os
tres velhos. Talvez não escrevesse tudo nem tão bem; mas bastou-me
relel-o hontem e hoje para sentir que o escrito me acordou lembranças
vivas e interessantes, a boa velha, o bom velho, a lembrança dos
dous filhos postiços... Continuo a dar-lhes este nome, por não achar
melhor... Principalmente aquella felicidade média ou turva de pessoas
que vão perder um de dous bens do ceu, essa expressão que vi em D.
Carmo mais forte ainda que no Aguiar...
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