Dos que assignaram a Constituição, todos a juraram, salvo Moniz Tavares

e Lino Coutinho, que se esquivaram á formalidade, não mais indo ao

Congresso. Barata, Agostinho Gomes e os conterraneos do futuro visconde

de S. Leopoldo continuaram a não dar signaes de vida. Em 2 de outubro

tiveram as Côrtes noticia de Antonio Carlos: solicitava permissão para

se retirar de Portugal. Passaram-se os dias e a commissão não dava

parecer sobre o requerimento. O odio contra os americanos em crescimento

á medida que progredia em além-mar a revolta contra os poderes publicos

da metropole, tornava-se aggressivo e visava particularmente os

intemeratos que se obstinavam em não approvar a Constituição. Correu voz

de conjuração tramada nas associações secretas para os assassinar[532].

Na manhã de seis de outubro estalou a nova de terem na vespera tomado

barco inglês com destino a Falmonth, Lino Coutinho, Barata, Agostinho

Gomes, Antonio Carlos, Bueno, Costa Aguiar e Feijó. A colera contra

elles explodiu com violencia e de Portugal estendeu-se as possessões. A

imprensa cobriu-os de injurias; nas Côrtes, Xavier Monteiro requereu que

não fossem considerados portuguêses[533] e os madeirenses assanhados

tentaram arrebatal-os do navio inglês de escala em Funchal que os levava

a patria[534].

Prestado o juramento da constituição, as Côrtes ainda continuaram a

funccionar por não suspender trabalhos inadiaveis. Poucos brasileiros,

porém concorriam ás sessões, e esses não tomavam parte na discussão,

supposto versassem ácerca da patria. Os assumptos que outr'ora os

exaltavam não conseguiam agora quebrar-lhes o silencio systhematico. Nem

ainda o parecer da commissão a respeito do conflicto agudo da junta do

Pará com o commandante das armas, o famigerado Moura, vingou

modificar-lhes a attitude de protesto contra a violencia da maioria

retendo-os no parlamento. Ao congresso constituinte succederam as Côrtes

ordinarias installadas em 15 de novembro. Para o fim do ultramar ser

nellas representado desde a abertura, fôra estabelecido, contra o

alvitre judicioso de Antonio Carlos, que os deputados da America

continuarião no exercicio do mandato até que chegassem os eleitos para a

nova legislatura[535].

Os cearenses, quasi todos os bahianos e mais seis americanos ou a titulo

de doença ou sem pretexto algum não compareceram no novo

parlamento[536]. Ao mesmo tempo do Brasil affluiam noticias tão

positivas de revolta contra Portugal que a commissão de infracções da

constituição entendeu indecoroso escurecer a verdade. Propôs fossem

reputadas dissidentes as provincias não só que nomeassem deputados para

a assembléa do Rio senão ainda que prestassem homenagem á regencia ou

desobdecessem aos poderes publicos da antiga metropole, para ficarem

excluidos da representação nacional os mandatarios desses povos

rebeldes. Era a idéa de Antonio Carlos, Lino Coutinho, Alencar e outros

propugnada em agosto. O Congresso, aceito o alvitre, reconheceu que não

assistia ao Ceará, Alagôas, Parahyba, Pernambuco, Rio de Janeiro e S.

Paulo o direito de terem procuradores no corpo legislativo. Deixaram,

por isso as Côrtes vinte e quatro ultramarinos e agora não estavam mais

que as deputações do Maranhão, Pará, Piauhy, Rio Negro (Amazonas) Santa

Catharina, Espirito Santo, Goyaz e Bahia[537].

Isto era o que dizia a lei mas na realidade estas provindas não eram nem

foram representadas na assembléa ordinaria, pois que a maior parte de

seus deputados não tomaram assento no novo Congresso e os que o fizeram,

desde então não mais voltaram a elle, salvo os portuguêses Domingos da

Conceição (Pranhy) e Segurado (Goyaz), e os brasileiros Francisco de

Souza Moreira (Pará) e o amazonense José Cavalcante de Albuquerque, os

quaes continuaram a comparecer ás sessões, convencidos de que não podiam

desertar o parlamento sem a vontade expressa de seus committentes.

E assim terminou o mandato dos brasileiros nas Côrtes Geraes.

INDICE

CAPITULO I

Causas da revolução de Portugal de 1820.--Incerteza sobre o

regresso d'el-rei.--Necessidade da adhesão do Brasil para o exito

da revolução. Pag. 5 a 12

CAPITULO II

Esperança no apoio do Brasil.--Começam a chegar novas de

além-mar.--Revolução no Pará.--Pará provincia de Portugal.--Adhesão

da Bahia. Divergencias no governo do Rio.--As côrtes desconfiam

d'el-rei.--O decreto de 18 de abril.--El-rei aceita a revolução.--O

enthusiasmo de Lisboa. Pag. 13 a 29

CAPITULO III

O Conde de Palmella.--Hesitação d'el-rei.--O decreto de 18 de

fevereiro.--Irritação popular.--A junta consultiva.--26 de

fevereiro.--O rei resolve partir.--Protestos do commercio.--Reunião

dos eleitores na Praça do Commercio.--Providencias de Silvestre

Pinheiro.--Dissolução violenta da assembléa.--Os poderes da

regencia.--Embarque do rei. Pag. 30 a 74

CAPITULO IV

As responsabilidades do crime de 21 de abril.--O conde dos Arcos.

Pag. 75 a 82

CAPITULO V

Medidas da regencia.--Descontentamento do povo.--Deputados do

Rio.--Votação.--Regulamento eleitoral.--Recrutamento.--As bases

constitucionaes.--Resolução de 5 de junho.--Destituição do conde

dos Arcos.--Targini.--A calumnia no Brasil em Portugal. Pag. 83 a

102

CAPITULO VI

Os deputados de Pernambuco.--Luiz do Rego.--Attitude circumspecta

das Côrtes em relação ao Brasil.--A apprehensão da

independencia.--Organização do governo de Pernambuco.--Distincção

entre as juntas acclamadas pelo povo e as estabelecidas pelas

Côrtes.--Resoluções ácerca dos officiaes implicados na revolta de

1817.--Propostas de Araujo Lima e Moniz Tavares.--Deputação

fluminense.--O conde dos Arcos.--Organização dos governos

ultramarinos.--Decreto sobre o regresso do principe.--Villela

Barbosa.--Os quarenta e dous presos politicos. Pag. 103 a 138

CAPITULO VII

Expedição de tropas para Pernambuco.--Argumentação dos

regeneradores.--Villela Barbosa.--Attitude extranha dos deputados

fluminenses.--Illegitimidade da resolução.--Os deputados do

Maranhão.--Debate sobre a junta permanente.--Deputado de Santa

Catharina.--Chegam os representantes da Bahia e de Alagôas.--A

deputação da Bahia. Pag. 139 a 154

CAPITULO VIII

Estreia de Barata.--Legitimidade da sua proposta.--Os brasileiros

não a defendem com vigor.--Barata retira-a.--Suppressão dos

tribunaes do Rio.--A emulação das provincias aproveita aos

portuguêses.--Indignação no Rio contra Varella.-- Decidir-se-ão no

Brasil as revistas das causas ahi julgadas. Pag. 155 a 167

CAPITULO IX

Presos da Bahia.--Inanidade do parecer da commissão ácerca dos

negocios do Brasil.--Condescendencia dos deputados

brasileiros.--Surge no Rio o partido da Independencia. Pag. 168 a

176

CAPITULO X

A subserviencia da magistratura.--O jury nas causas crimes e

civeis.--A responsabilidade dos magistrados e o direito de os

suspender; Borges Carneiro; argumentos da maioria; replica dos

brasileiros.--Prestam juramento os deputados de S. Paulo.--Antonio

Carlos.--Exaltação dos representantes do

Brasil.--Vergueiro.--Resultado dos debates. Pag. 177 a 196

CAPITULO XI

O regimento dos deputados de S. Paulo.--A preoccupação do congresso

em confundir o Brasil com as possessões ultramarinas.--A

representação da Parahyba do Norte. Pag. 197 a 204

CAPITULO XII

Confraternidade dos brasileiros e portuguêses fóra dos negocios do

Brasil.--O liberalismo dos americanos.--Proposta de Borges de

Barros ácerca da composição do Supremo Tribunal.--Borges de Barros

propõe o adiamento do projecto da administração

provincial.--Moura.--A questão do

juramento.--Vergueiro.--Insinceridade dos portugueses na

interpretacão do juramento prestado pelos povos do Brasil. Pag. 205

a 217

CAPITULO XIII

Como o Brasil acolheu os decretos das Côrtes.--Desacertos de José

Maria de Moura.--Protestos dos brasileiros e proposta de Villela

Barbosa sobre o commando das armas.--Effervescencia dos animos no

Rio.--Commissão especial dos negocios politicos do

Brasil.--Informação de Silvestre Pinheiro.--Parecer da commissão

especial.--O officio da junta de S. Paulo. Pag. 218 a 242

CAPITULO XIV

O empenho de Portugal em reformar as pautas da alfandega.---A

commissão de commercio.--O privilegio de navegação e a marinha

portuguêsa.--Parecer conciliador dos brasileiros.--Fernandes

Thomaz.--Injustiça do projecto ácerca dos productos agricolas.--A

industria do Brasil e de Portugal.--O projecto fecha o Brasil ás

nações amigas.--Os brasileiros não o acceitavam.--Devolve-se o

projecto á commissão para ser revisto.--Fernandes Pinheiro assigna

o novo projecto.--O artigo incriminado reapparece intacto.--É

restituido á commissão. Pag. 243 a 257

CAPITULO XV

Noticias do Rio.--Insultos aos partidarios de D. Pedro.--A.

Carlos.--Effervescencia da assembléa.--Os portuguêses não censuram

as tribunas.--Alguns deputados de S. Paulo e da Bahia resolvem não

vir ás Côrtes.--Antonio Carlos renuncia ao mandato.--O Congresso

convida os brasileiros melindrados a tomarem os seus

logares.--Projecto de Feijó.--Impressão nas Côrtes.--Attitude de

Moura. Pag. 258 a 267

CAPITULO XVI

Os deputados do Pará, Goyaz e Espirito Santo.--D. Romualdo de Sousa

Coelho.--Desembargador Segurado.--Hostilidades contra o Brasil.--A

questão de Montevideu.--Fernandes Pinheiro.--O Congresso não

admitte o despejo militar da Banda Oriental.--Opinião singular de

Segurado.--Incidente Barata.--Irritação com as noticias do Rio.--O

governo resolve mandar tropas ao Brasil.--Odio dos americanos do

norte aos regimentos da metropole.--A deputação do Ceará.--Os

regeneradores querem reduzir o Brasil pelas armas.--Felicitações de

Jorge de Avilez ao Congresso.--As Côrtes approvam o acto do

governo.--Resolução de Borges de Barros. Pag. 268 a 298

CAPITULO XVII

Embarque da divisão auxiliadora.--Necessidade de assembléa

legislativa no Brasil.--O parecer da commissão de constituição.--É

approvado sem alteração capital. Pag. 299 a 339

CAPITULO XVIII

Commissão incumbida de apresentar os artigos addicionaes á

constituição relativos ao Brasil.--Discussão.--Tomam assento F. de

Sousa Moreira, do Pará, e J. R. da Costa Aguiar, de S. Paulo.--O

congresso decide que o principe real não será jámais delegado

d'el-rei e manda a commissão organizar novo projecto. Pag. 340 a

355

CAPITULO XIX

D. Pedro resolve convocar côrtes.--Entram no congresso os deputados

substitutos de Piauhy e da Parahyba. Pag. 356 a 381

CAPITULO XX

Os novos artigos addicionaes.--José da Costa Cirne.--O padre

Virginio Rodrigues Campello.--Manuel Felix De Veras.--A

representação do Rio Grande do Norte.--Montenegro.--Resoluções

hostis contra o Brasil. Pag. 382 a 397

CAPITULO XXI

Os paulistas querem deixar as côrtes.--Declaração de Fernandes

Pinheiro de Castro e Silva.--Muitos brasileiros querem differir o

juramento da constituição.--Partida dos paulistas e de alguns

bahianos.--Côrtes ordinárias. Pag. 398 a 426

Notas:

[1] Relatorio de Fernandes Thomaz, sessão de 5 de fevereiro de 1821

(Diario das Côrtes Geraes, tomo 1.^o pag. 35).

[2] Manifesto de 15 de de dezembro de 1820. (Documentos para a historia

das Côrtes Geraes, vol. 1.^o pag. 118).

[3] Proclamação da junta do Porto (Documentos para a historia da Côrtes

Geraes, vol. 1.^o, pag. 14).

[4] Gama Barros--Administração publica,--vol. 1.^o pag. 539.

[5] Documentos para a historia das Côrtes Geraes, vol. 1.^o, pag. 17.

[6] Documentos para a historia das Côrtes Geraes, vol. 1.^o pag. 25.

[7] Carta do governo supremo, de 6 de outubro de 1820 (Documentos para a

historia das Côrtes Geraes, vol. 1.^o pag. 75).

[8] O Campeão em Londres, de 1 de agosto de 1819 e de 16 de março de

1820.

[9] Moniz Tavares--A revolução de Pernambuco de 1817--(Ser. do Inst.

Hist. de Bravé, anno 1897, vol. 60.)

[10] Mello Moraes--Brasil-reino e Brasil-imperio.

[11] Carta de 2 de setembro de 1820 (Documentos para a Historia das

Côrtes Geraes, vol. 1.^o, pag. 125.

[12] Documentos para a Historia das Côrtes Geraes, vol. 1.^o, pag. 125).

[13] Maria Amalia--Duque de Palmella, vol. 5.^o cap. 9 pag. 367.

[14] O Campeão em Londres, de 16 de setembro de 1820, vol. 2.^o pag.

120.

[15] Manifesto de 31 de outubro de 1820. (Documentos para a historia das

Côrtes Geraes, vol. 1.^o pag. 80).

[16] A revolução de Pernambuco em 1817. (Rev. do Inst. Historico do

Brasil, vol. 60 anno 1897).

[17] Diario das Côrtes Geraes, vol. 1.^o pag. 369--Officio de 5 de

fevereiro de 1821.

[18] Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol. 22, pag. 161 e memorias do

Marquês de Santa Cruz.

[19] Sess. de 4 de abril de 1821 (Diario das Côrtes Geraes, vol. 1.^o,

pag. 455).

[20] José d'Arriaga--Historia da revolução de 1820, faz excepção

reproduzindo alguns trechos.

[21] D. Romualdo, de quem foi discipulo Patroni, reconhece-lhe raro

talento. (Memorias do Marquês de Santa Cruz).

[22] Diario das Côrtes Geraes, vol. 2.^o, pag. 483. (Sess. de 5 de abril

de 1821).

[23] Margioccli, sess. de 14 de novembro de 1821 (Diario das Côrtes

Geraes, vol. 5.^o pag. 3078).

[24] Sess. de 5 de abril de 1821 (Diario das Côrtes Geraes, vol. 1.^o,

pag. 484).

[25] O Campeão em Londres de 16 de março de 1821.

[26] O que ahi fica dito resulta do Diario das Côrtes Geraes ou foi

colhido na Historia da Revolução portuguêsa de 1820 e na galeria dos

deputados das Côrtes Geraes extraordinarias e constituintes.

[27] Sess. de 16 de abril de 1821. (Diario das Côrtes Geraes, vol. 2,

pag. 600).

[28] Sess. de 17 de abril de 1821. (Diario das Côrtes Geraes, vol. 2.^o,

pag. 609).

[29] Correio Brasiliense, de 16 de janeiro de 1821 (vol. 26).

[30] Maria Amalia--O duque de Palmella, vol. 1.^o e José d'Arriaga,

Historia da revolução portuguêsa de 1820.

[31] Correio brasileirense, de abril de 1821 (vol. 26).

[32] Sess. de 3 de fevereiro de 1821, discussão do projecto Pereira do

Carmo. (Diario das Côrtes Geraes, vol. 1.^o, pag. 23).

[33] Carta do marechal Felisberto Caldeira Brasil Pontes. (O Campeão

português em Londres, de junho de 1821).

[34] Pereira da Silva--Historia da fundação do Imperio brasileiro, vol.

5.^o

[35] José d'Arriaga--Historia da revolução portuguêsa de 1820 e Diario

das Côrtes Geraes, vol. 2.^o pag. 709.

[36] Sess. de 28 de abril de 1821. (Diario das Côrtes Geraes, vol. 2.^o,

pag. 709).

[37] Oliveira Lima--D. João VI no Brasil, vol. 2.^o pag. 1037.

[38] Cartas de Silvestre Pinheiro (Rev. do Inst. Hist. do Brasil, anno

1888, vol. 51).

[39] Mello Moraes--Historia do Brasil-Reino e Brasil-Imperio. Conde de

Palmella--Despachos e correspondencia.

[40] Conde de Palmella--Despachos e correspondencia (Introducção).

[41] Conde de Palmella--Despachos e correspondencia (carta de 5 de

janeiro).

[42] Conde de Palmella--Despachos e correspondencia; e Maria

Amalia--Duque de Palmella.

[43] Palmella--Despachos e correspondencia. (Carta de 26 de janeiro).

[44] Aviso de 10 de fevereiro (Mello Moraes, Brasil-Reino e

Brasil-Imperio).

[45] Palmella--Despachos e correspondencia.

[46] Maria Amalia--O duque de Palmella (carta de 3 de março ao conde de

Linhares. Sobre o caracter e as idéas de Thomaz lêr «Despachos e

correspondencia do mesmo Palmella e Considerações sobre Portugal e

Brasil» (Revista do Inst. Hist. do Brasil, anno 1863, vol. 26).

[47] Palmella--Despachos e correspondencia. (Carta a el-rei de 19 de

fevereiro de 1821).

[48] Palmella--Despachos e correspondencia (Projecto de 21 de

fevereiro).

[49] Decreto de 18 de fevereiro, que foi antedatado e só appareceu cinco

dias depois.

[50] Palmella--Despachos e correspondencia; e Maria Amalia.--A vida do

duque de Palmella.

[51] Palmella--Despachos e correspondencia, vol. 1.^o, e Maria

Amalia.--A vida do Duque de Palmella.

[52] Maria Amalia--A vida do duque de Palmella. (Carta á condessa de

Palmella, de 3 de março).

[53] Oliveira Lima--D. João VI no Brasil, capitulos 28 e 29.

[54] Memorias para a historia do reino do Brasil por Gonçalves dos

Santos (Introducção).

[55] Cartas sobre a revolução do Brasil, vol. 51 da Rev. do Inst.

Historico do Brasil.

[56] Mello Moraes--Brasil-Reino e Brasil-Imperio, edição 1871 pag. 53.

[57] Oliveira--D. João VI no Brasil, pag. 1091.

[58] Cartas sobre a revolução do Brasil. Rev. do Inst. Historico do

Brasil, anno 1888 vol. 57.

[59] Revista do Inst. Hist. do Brasil, vol. 24. Eis os outros membros da

junta: barão de Santo Amaro; monsenhor Almeida; A. S. Pereira da Cunha;

A. Rodrigues Velloso; C. M. Fonellet; J. da Silva Lisboa; J. de S. de

Almeida Corte-Real; J. R. Pereira de Almeida; A. J. da Costa Ferreira;

F. Xavier Pires; José C. Gomes; Presidente marquês de Alegrete;

procurador da corôa, José de O. B. Pinto Mosqueira; secretarios, M. J.

Nogueira da Gama e M. Moreira de Figueiredo; secretarios substitutos,

Coronel F. S. da Costa Refoios; e desembargador J. J. de

Mendonça--(Mello Moraes, obra citada).

[60] Mello Moraes, obra citada, pag. 58.

[61] As informações do levante que não tiverem indicação procedem do

noticioso Mello Moraes. (Brasil-Reino e Brasil-Imperio, edição 1871,

pag. 53 a 58).

[62] Cartas sobre a Revolução do Brasil, (Rev. do Inst Hist. do Brasil,

vol. 51).

[63] Herculano considera-o «o grande pensador português do seculo XIX.»

[64] Eis os altos funccionarios indigitados pelos revoltosos á corôa. O

Vice-almirante J. da C. Quintella, ministro do reino; o vice-almirante

J. J. Monteiro Torres, ministro da marinha e dominios ultramarinos; S.

P. Ferreira, ministro da guerra e de estrangeiros; conde de Lousan, D.

Diogo de Menezes, presidente do Brasil; bispo capellão-mór, presidente

da mêsa da consciencia e ordem; intendente geral da policia, A. Luiz

Pereira da Cunha; thesoureiro do real erario, desembargador Sebastião

Luiz Tinoco; inspector dos estabelecimentos litterarios, J. da Silva

Lisboa; director do banco do Brasil pela fazenda real, J. R. Pereira de

Almeida; chefe de policia, J. de Oliveira Barbosa; presidente da junta

do commercio, visconde de Asseca; general das armas, o brigadeiro Carlos

Frederico Caula. (Mello Moraes, Brasil-Reino e Brasil-Imperio).

[65] Mello Moraes. Brasil-Reino e Brasil-Imperio.

[66] Oliveira Lima. D. João VI no Brasil.

[67] Mello Moraes. Brasil-Reino e Brasil-Imperio.

[68] Vida do Duque de Palmella, por Maria Amalia, vol. 1.^o.

[69] Silvestre Pinheiro. Cartas sobre a revolução do Brasil. (Rev. do

Inst. Hist. do Brasil, vol. 51, anno 1888).

[70] Maria Amalia. Vida do duque de Palmella.

[71] Mello Moraes. Brasil-Reino e Brasil-Imperio.

[72] Mello Moraes. Brasil-Reino e Brasil-Imperio.

[73] Cartas sobre a revolução do Brasil. (Rev. do Inst. Hist do Brasil,

vol. 51).

[74] Decreto de 21 de abril de 1821 (Documentos para a historia das

Côrtes Geraes, vol. 1.^o).

[75] Decreto de 22 de abril de 1821. (Documentos para a Historia das

Côrtes Geraes, vol. 1.^o).

[76] Moreira de Azevedo--O Rio de Janeiro, 2.^o vol. (Praça do

Commercio).

[77] Sobre os acontecimentos de 26 de fevereiro e 21 de abril

consultamos: Silvestre Pinheiro, cartas sobre a revolução do Brasil

(Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol. 51); Mello Moraes--Brasil-Reino e

Brasil-Imperio, e Independencia do Brasil--Astro da Lusitania de 14 de

agosto de 1821--Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol. 27--(memoria de uma

testemunha presencial).

[78] Silvestre Pinheiro. Cartas sobre a Revolução do Brasil, (Rev. do

Inst. Hist. do Brasil, vol. 51, pag. 327-28).

[79] Armitage--Historia do Brasil de 1808 a 1831.

[80] Alberto Pimentel--A ultima côrte do absolutismo em Portugal.

[81] Luiz do Rego e a posteridade (Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol.

24).

[82] Maria Amalia--Vida do duque de Palmella.

[83] Correio Brasiliense, março de 1818, vol. 20.

[84] Rev. do Instituto Historico do Brasil, vol. 2, pag. 98.

[85] Mello Moraes. Brasil-reino e Brasil-imperio.

[86] Mello Moraes. Brasil-reino e Brasil-imperio--e Rev. do Inst.

Historico do Brasil (tomo especial do centenario da imprensa).

[87] Correio Brasiliense de nov. 1817, vol. 19.

[88] Palmella--Despachos e correspondencia.

[89] Silvestre Pinheiro--Cartas sobre a revolução do Brasil. (Rev. do

Inst. Hist. do Brasil, vol. 51).

[90] Pessoas e cousas do Brasil reproduzido sem escripto de André P.

Lacerda Werneck (Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol. 61).

[91] Ensaio economico de J. J. da C. Azevedo Coutinho, edição de 1815.

[92] Mello Moraes--Brasil-Reino e Brasil-Imperio.

[93] Astro da Lusitania de 2 de agosto de 1821 (correspondencia do Rio

de 29 de maio).

[94] Apontamentos de Drummond reproduzidos no artigo «Pessoas e Cousas

do Brasil» (Rev. do Inst. Hist. vol. 61).

[95] Foi um dos rarissimos amigos de Pombal, que o não desampararam na

desgraça e «não trepidou de lhe honrar as exequias com a pompa do

báculo» (O marquez de Pombal e a sua épocha de Lucio de Azevedo).

[96] Sobre Villela Barbosa, vêr a Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol. 9;

sobre D. Francisco de Lemos a mesma Rev. vol. 2, e sobre D. J. de

Azevedo Coutinho a mesma revista volumes 1 e 7.

[97] Astro da Lusitania de 31 de julho de 1821 (correspondencia do Rio

de Janeiro).

[98] Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol. 58.

[99] Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol. 33.

[100] José Liberato--Memorias.

[101] Regulamento eleitoral de 22 de novembro 1820 (Documentos para a

historia das Côrtes Geraes, vol. 1.^o, pag. 108.)

[102] Astro da Lusitania de 2 de agosto 1821 (Correspondencia do Rio).

[103] Pereira da Silva--Hist. da fundação do Imperio brasileiro, vol.

5.^o (Proclamação da regencia de 3 de junho).

[104] Carta de D. Pedro de 17 de Julho (Documentos para a Historia das

Côrtes Geraes, vol. 1.^o, pag. 243).

[105] Mello Moraes. Brasil-reino e Brasil-imperio, edição 1871).

[106] Carta de D. Pedro de 8 de junho (Documentos para a Historia das

Côrtes Geraes vol. 1.^o).

[107] Decreto de 5 de junho de 1821. (Brasil-Reino e Brasil-Imperio de

Mello Moraes).

[108] Compuseram a junta: Marianno J. Pereira da Fonseca; o bispo

capellão-mór; J. de Oliveira Barbosa; J. C. Ferreira de Aguiar; J. de

Oliveira Alves; J. J. Pereira de Faro; S. Luiz Tinoco; P. J. Fernandes

Barbosa, e M. Pedro Gomes (Mello Moraes--Brasil-Reino e Brasil-Imperio).

[109] Carta citada de D. Pedro de 8 de junho (Documentos para a historia

das Côrtes Geraes, vol. 1.^o).

[110] Diario das Côrtes Geraes, sessão de 27 de novembro 1821, pag.

3242.

[111] O campeão em Londres de 1.^o de agosto de 1819.

[112] Mello Moraes--Brasil-Reino e Brasil-Imperio, edição 1871 pag. 189.

[113] O campeão em Londres de 16 de novembro de 1819.

[114] O campeão em Londres de outubro de 1819.

[115] O Campeão em Londres de junho de 1820.

[116] Silvestre Pinheiro--Cartas sobre a revolução do Brasil. (Rev. do

Inst. Hist. do Brasil, vol. 51).

[117] Astro da Lusitania de 9 de agosto de 1821.

[118] Mello Moraes--Brasil-Reino e Brasil-Imperio.

[119] Luiz do Rego--Memoria justificativa, pag. 37.

[120] Sess. de agosto de 1822. (Diario das Côrtes Geraes).

[121] Moniz Tavares--Revolução de Pernambuco de 1817. (Rev. do Inst.

Hist. do Brasil, vol. 60).

[122] Moniz Tavares--A revol. em Pernambuco em 1817. (Rev. do Inst.

Hist. do Brasil, vol. 60).

[123] Luiz do Rego--Memoria justificativa. (Documentos).

[124] Sess. de 3 de fevereiro de 1821. (Diario das Côrtes Geraes).

[125] Carta de D. Pedro a D. João VI de 19 de junho de 1822 (Documentos

para a Historia das Côrtes Geraes, vol. 1.^o pag. 358).

[126] Silvestre Pinheiro--Cartas sobre a revolução do Brasil (Rev. do

Inst. Hist. do Brasil, vol. 51).

[127] Sess. de 28 de julho de 1821 (Diario das Côrtes Geraes).

[128] Sess. 23 e 25 de agosto 1821 (Diario das Côrtes Geraes, pag.

1998).

[129] Sess. 164 de 30 de agosto de 1821. (Diario das Côrtes Geraes).

[130] Sess. 165 de 31 de agosto de 1821. (Diario das Côrtes Geraes).

[131] Luiz do Rego--Memoria justificativa.

[132] Sess. 165 de 31 de agosto de 1821. (Diario das Côrtes Geraes, pag.

2109).

[133] Reduzida a revolta, o desgraçado, frustrada a tentativa de

envenenamento, estrangulou-se com uma corda.

[134] Sess. 165 de 31 de agosto de 1821. (Diario das Côrtes Geraes, pag.

2109).

[135] Sess. 10 de setembro de 1821. (Diario das Côrtes Geraes, pag.

2205).

[136] Rev. do Inst. Hist. do Brasil, vol. 6.

[137] Contava 86 annos, pois nascêra em 1735. (Rev. do Inst. Hist. do

Brasil, vol. 2).

[138] Officio da junta da Bahia de 20 de junho de 1821. (Mello Moraes,

Brasil-reino e Brasil-Imperio).

Os deputados brasileiros nas Côrtes Geraes de 1821 · 第 25 / 27 段