É evidente que havendo consoantes certas e incertas, n'um methodo, se havia
de começar pelas certas. Ora conhecidas e combinadas pelo nosso discipulo
essas dez consoantes, que na ordem alfabetica são:
_b . d f . . j k l . . p q . . t v . ._
restam: _. c . . g . . . . m n . . r s . . x z_
Porem que ordem seguiremos agora? Como vimos a páginas 19 e 23, todas estas
oito são de dois valores, excepto _s x_, que são de quatro. Ora a última
das certas, em que ficámos, foi _q_; ao qual se seguem naturalmente _c g_,
não só porque uma tem um valor identico; e a outra, um valor similhante,
guttural; mas porque ambas igualmente, com _e i_, offerecem especialidade.
Portanto o logar de _c g_ está marcado. Depois seguir-se-hão _m n_, que
teem igualmente dois valores? Não convém; ambas essas consoantes servem
muitas vezes de til, o que é duro de explicar; e accresce que _n_ se
combina com _h_; podendo-nos portanto servir de transição para as fórmas
compostas _lh_, _ph_, _ch_, etc. que devem ser as últimas.
Por outro lado, se advirtirmos que _z_ tem dois valores de _s_, assim como
_s_ tem tres valores de _x_; conviremos que estas tres consoantes se devem
succeder. Resta _r_, que tendo dois valores, as deve preceder.