Morte de el-rei.--É despedido brutalmente o marquês de
Pombal.--Soltura dos presos da Junqueira.--O marquês de
Alorna na portaria de Chelas.--Orgulho do marquês.--Seus
esforços para uma pronta reabilitação que alcançou.--Retirada
da família de Alorna para Almeirim.--Desilusões
de Leonor.--Antagonismo moral do pai e da filha.--Reacção
desbragada do reinado de D. Maria I.--O ministério
da rainha.--Angeja.--Vila Nova.--Martinho
de Melo.--O cardeal da Cunha.--Tancredo e Maria
de Almeida.--Desgôsto do marquês de Alorna.--A côrte
de D. Maria I.--A rainha e sua loucura.--O rei.--O
principe do Brasil.--O confessor da rainha arcebispo
de Tessalónica e o seu leigo.--Os marqueses de Marialva
e a sua principesca hospitalidade.--Festas típicas
da sua casa.--Os Penalvas.--Várias figuras do tempo.--O
duque de Lafões e o mestre Gluk.--Pitoresco da
vida portuguesa, mas falta de influência feminina.--A castidade
da rainha e o teatro.--Do estado lastimável a que
êle desceu.--Farças, entremesses, tragédias.--Conflito
entre Leonor de Almeida e o seu meio.--Casamento
que a liberta dêsse meio.--O conde de Oeynhausen.--Cerimónia
do seu baptisado.--Testemunha ocular que a
narra minuciosamente.--O sermão do frade dominicano.--Oposição
do marquês de Alorna ao casamento da filha.--Desobediência
de Leonor e seu casamento com o
conde alemão.--Referência de Bocage a Alcipe. 151