que me pertence e pode pertencer. Em esta maneira que deixo tudo no
Mosteiro de Jesus, e as devoçoens que com este se acharão escritas por
mim compriraõse e asim as dividas que for certo que devo e aos que tenha
dado Alvarais de cazamento denlhos e aos que forem tomado por mim des
que estou em Aveyro e mais deste tempo a João Lopes o Doutor e a minha
Ama Beatriz Alvares, e Jorge da Silya que am moradias de ElRey meu
Senhor a todos asim os que tomei como estes paguemse por cada anno o que
monta no terço de suas moradias e Escravos e Escravas seus filhos e
filhas e descendentes os Christaos, e Christaus deixo forros, e o Rubi
grande do anel ao Principe meu Senhor, e a meu Sobrinho o pendente das
tres pedras, e o pendente da esmeralda e a Senhora minha thia o bulto e
faço o meu testamento João Lopes e demlbe mais vinte mil reis==do corpo
façase o que mandar a Perlada, e pela Alma faça o a que agora for as que
virem o que lhe parecer rezão, e as suas charidades quizeres que em mim
no sinto mericimento e pesso a ElRey meu Senhor se falcar algua couza
pera se comprir esta derradeira minha vontade que me faça merce por onde
se tudo possa comprir e nosso Senhor lhe de a sua benção o asim lhe
pesso que ampare alguns moços que criei e no tem moradias, que todo o
dinheiro que recebeo João Lopes, e asim as outras cousas que avia de
pagar algumas pessoas de todo por mim tomei conta e a achei boa pera se
encaminhar; e a Margarida Agostinha, e Maria a cada huã della dez mil
reis e que aqui convenha por direito alguas sutilezas ei as eu por
supridas, e porque por mim nem por outrem não posso abranger a pedir a
todos perdão aqui geral e a cada hum especial pesso por amor de Deos a
que passo me julgue no segundo as ofensas, mas segundo a sua
misericordia feito a 19 de Março era de 1490 estando em todo a meu sizo
e sem couza que possa embargar a esto no ser valioso.
Achado foi em hua arquinha mandando que o entregasem a Fr. João Dias seu
Confessor.
DOCUMENTO N.º 5
Antonio das Vasconcellos e Souza, por merce de Deos, e da Santa Sé
Apostolica Bispo de Coimbra, Conde de Arganil, Senhor de Coja, do
Conselho de Sua Magestade, e seu Sumiler de Cortina, &c.
Aos que esta nossa Carta de attestação visem. Fazemos saber, que
sendonos encomendado por Sua Magestade, que Deus guarde, o Senhor Rey D.
João o V de gloriosa memoria fizessemos a trasladação das Reliquias do
Corpo da Princeza Santa Joanna, para o novo sepulchro, que a Real
grandeza de seu Pay o Senhor Rey D. Pedro II, que santa gloria haja, for
servido dar para deposito de tão Santas Reliquias, que para sabermos
eraõ as proprias, que o Illustrissimo Senhor D. João Mello, nosso
predecessor, vio, e examinou no tempo, em que informou á Sé Apostolica
para a Beatificação da dita Santa, entrámos no convento de Jesus, desta
villa de Aveiro, de Religiosas Dominicas, em 10. de Outubro de 1711. em
companhia do Reverendissimo Provincial da Ordem dos Prégadores, e mais
Religiosos, e Religiosas abaixo nomeadas, com quem fomos ã casa do
Antecoro do dito Convento, e ahi sobre um altar portatil estava um
caixão com toda a veneração, cuberto com um pano de tela branca, que
mandámos descobrir, e vimos ser o caixão de pao santo, quadrado, e a
tampa oitavada. Tinha de comprido quasi cinco palmos, e dous e uma mão
travessa de largo, com sua guarnição de bronze, e sobre a tampa uma
maçaneta do mesmo; e sendonos apresentada pela Madre Prioreza do dito
Convento, e mais Communidade a chave do dito caixão, o abrimos, vendo
ser forrado de tafetá azul com guarnição amarella.
Dentro do dito caixão estava outro mais antigo pelo mesmo feitio, que o
acima declarado, tendo na tampa umas pinturas brancas, a modo de
Estrellas; e em cima uma pera pequena de ferro, por onde se abrio, sem
ter fechadura, por ser de encaixe; e sendo por nós tambem aberto, o
achámos todo forrado de tafetá cramezim; e tirando de de dentro uma
caixa de castanho lizo, a modo de gaveta, do comprimento do segundo
caixão, e de altura de uma mão travessa, sem tapadoura alguma, donde
estavam depositadas as Santas Reliquias, cozidas em uma toalha de linho
com uma espeguilha por guarnição, e por fóra da dita gaveta tinha uma
rede, feita com fita de nastro branco, que impedia tirar-se a toalha, em
que estavam as ditas Santas Reliquias, que por nós foi mandada desatar,
e descozer a toalha. Vimos a caveira com queixo, e as canas dos braços,
e pernas, e as mais reliquias dos ossos insignes, e a mayor parte dos
pequenos. O que tudo por nós foy bem visto, e examinado; como tambem a
grande devoção nas Religiosas, a quem demos a beijar a Santa Reliquia da
cabeça: e para se haver de fazer a trasladação para o novo cofre, e
sepulchro, as mudámos para uma toalha de Cambray, com guarnição de
frocos, cingindo-a com dous listoens de fita de seda encarnada, e azul,
para segurança das ditas Santas Reliquias; e para que a todo o tempo
conste desta verdade, e saberem são estas Reliquias do corpo da Princeza
Santa Joanna, como tambem ficarem dentro deste cofre a cabeça, braços,
pernas, e costellas e mais Reliquias insignes do Santo Corpo, mandámos
passar esta attestação, para que se lhe dê inteiro credito, em que
interpomos nossa authoridade Apostolica, e jurisdicção Ordinaria, sendo
presentes testemunhas de vista o Reverendissimo Padre Mestre Fr. Manuel
da Encarnação, Provincial da Ordem dos Prégadores. O Reverendo Padre
Presentado Fr. José de Jesus Maria, Secretario da Provincia. O Reverendo
Conego Miguel de Sottomayor, Veador da nossa casa, e Recebedor da nossa
Mitra. O Reverendo Fr. Luiz de S. Bento, Prior do Convento de S.
Domingos d'esta Villa, e Vigario do Convento das Religiosas. O Padre
Prégador Fr. Pedro das Chagas. O Padre Prégador geral Fr. João do
Rosario. O Padre Prégador geral Fr. Antonio do Espirito Santo. O Padre
Prégador Fr. Manuel da Conceição, Confessor das Religiosas. O Padre
Prégador Fr. João Gomes, e o Padre Fr. Miguel de Santa Rosa, Procurador
das Religiosas. A Madre Izabel da Visitação, Prioreza. A Madre D.
Lourença. A Madre Soror Lourença Maria, Sub-Prioreza. A Madre D. Izabel
Bautista. A Madre D. Marianna da Coroa, e a Madre Catharina da Coroa, e
todas as mais Religiosas do Convento, que estavão presentes; em fé, do
que mandámos passar a presente, por nós assinada, e sellada com o séllo
das nossas Armas. Dada em Aveyro, aos 10. de Outubro de 1711. E eu
Antonio de Noronha e Andrada, Secretario do Illustrissimo Senhor Bispo
Conde, e Notario Apostolico por Sua Santidade, a fiz de seu especial
mandado.==Bispo Conde==Lucas Sigili==E esta he a verdadeira copia, que
eu Fr. José de Jesus Maria tirey do original, para ficar no deposito do
Mosteiro, e para constar a todo o tempo do contheudo nessa attestação.
S. Domingos de Aveyro, aos 47. de Outubro de 1711.
_Fr. José de Jesus Maria_,
Presentado, companheiro, e Secretario.
DOCUMENTO N.º 6
CLEMENTE PAPA XII
_Ad futurum rei memoriam._
O cuidado do apostolado sacrosanto que a inscrutavel alteza da Divina
Sabedoria e Bondade teve por fim chegar á nossa humildade, ainda que
muito desigual nas forças e merecimentos, nos obriga a que de boa
vontade demos accenso aos pios votos dos Reis Catholicos que na Egreja
de Deus brilham com grande resplendor de merecimentos para augmentar na
terra a louvavel veneração das Sagradas Virgens que reinam com o Divino
Esposo na perpetua bemaventurança, principalmente d'aquellas que nos
dias da sua peregrinação, posto que fossem collocadas na sublimidade das
cousas humanas, não pozeram sua esperança no caduco das riquezas, mas
seguiram o conselho apostolico com o auxilio do Divino Espirito para
serem santas, não só no corpo, mas na alma. Finalmente, como aos dez
dias de julho de mil seis centos e oitenta e oito a Congregação dos
Veneraveis Irmãos Nossos Cardeaes da Santa Romana Egreja, examinou os
processos, acabados e feitos com auctoridade ordinaria, e virtudes da
Beata Joanna, em quanto viveu, nascida do illustre Rei de Portugal e dos
Algarves Dom Affonso V, e religiosa da Ordem de S. Domingos, cognominada
a Santa Princeza, fallecida no dia doze de maio de mil quatro centos e
noventa, e admittida a commissão da introducção da causa da Beatificação
ou canonisação da mesma Beata Joanna, e essa mesma depois designada por
Innocencio, de feliz memoria, Papa XII, nosso predecessor, com o vigor
das letras remissorias, outros processos se fabricaram em Coimbra,
Evora, e Lisboa, a respeito do culto immemoravel dado á mesma Beata
Joanna, e o caso exceptuado nos decretos de Urbano VIII, nosso
predecessor, declarados com auctoridade apostolica na Congregação da
Santa Inquisição; e o Veneravel Bispo de Coimbra, Juiz Delegado da dita
Congregação dos Cardeaes, deu sentença sobre o culto immemoravel dado á
mesma Beata Joanna, com sciencia e tolerancia dos Ordinarios:
finalmente, aos continuos rogos do nosso Carissimo Filho em Christo,
Pedro, Rei de Portugal e dos Algarves, e bem assim ás supplicas dos
veneraveis Irmãos Bispos, e tambem dos amados Filhos Religiosos, dos
Senados, Collegios e Universidades do Reino de Portugal, e ás repetidas
instancias do amado Filho Paulino Bernardino, Irmão Professo da Ordem
dos Prégadores, mestre em santa Theologia, que pede a mesma Beatificação
e Canonisação; na mesma Congregação dos Cardeaes, proposta e admittida a
sentença sobre a dita sentença, confirmada no caso e para o effeito do
que se tratava; verificadas todas as cousas contheudas no dito processo,
e com toda a diligencia discutidas e examinadas, a dita Congregação dos
Cardeaes, ouvido por escripto o nosso amado Filho Promotor da Fé, julgou
que constava do culto immemoravel, que devia ser confirmada a dita
sentença. Com que, desejando nós satisfazer aos pios e devotos rogos do
dito Illustre Rei, com tanta humildade proferidos; com a Authoridade
Apostolica confirmamos e approvamos o decreto declarado da Congregação
dos Cardeaes, como se profere que consta do culto immemoravel da dita
Beata Joanna, e lhe damos toda a força da inviolavel firmeza Apostolica,
da sua sempre nas premissas, a authoridade da dita Congregação dos
Cardeaes; determinando que as mesmas presentes letras, que são firmes,
validas e officiaes, e que o hãode ser, e que devem sortir os seus
plenarios e integros effeitos, egualem plenissimamente áquelles, a quem
pertence, e ao futuro pertencer, e que inviolavelmente as devem
observar, e assim nas premissas devem ser julgadas e definidas por
quaesquer juizes ordinarios, e delegados, ainda Ouvidores das causas do
Palacio Apostolico, e temos por nullo, e irrito se d'outra maneira
acontecer acommetter-se sobre e-las por qualquer authoridade, ou por
ignorancia, ou com sciencia: Não obstando as Constituições, e Ordenações
Apostolicas, e outras quaesquer cousas contrarias. Queremos que se tenha
a mesma fé no Juizo e fóra d'elle nos traslados das presentes letras,
ainda impressas, escriptas pela mão de algum notario publico, e munidas
com o sêllo de pessoa ou dignidade ecclesiastica constituida, a qual fé
se teria, ellas presentes, se fossem exhibidas. Dado em Roma, _apud
Sanctam Mariam Majorem sub annulo Piscatoris_, aos 4 de abril de 1693,
no anno de nosso Pontificado.
Por Cantarellio, Secretario da Congregação
_J. P. Card Albano._
PREÇO 200 REIS
O producto d'esta obra reverte em beneficio da Real irmandade da SANTA
PRINCEZA.
[1] Foi esta a residencia habitual de nossos monarchas, em Lisboa,
desde D. Diniz até D. Manuel. Arch. Pit. vol. 4º, pag. 167.
[2] Chronica de D. Affonso V, por Ruy de Pina, capitulo 114.
[3] Historia Genealogica da Casa Real, tom. 3.º, paginas 80.
[4] Historia de S. Domingos, part. 2.ª, liv. 5.º cap. 1.º
[5] Chronica de D. Affonso V, cap. 134.--Idem do Principe D. João,
cap. 3.º
[6] Memorias de Litteratura Portugueza, nas d'Academia R. das
Sciencias, t. 3.º
[7] Panorama vol. 3.º da 2.ª série.:--Memoria para a historia e
theoria das côrtes geraes etc. pelo V. de Santarem, part. 1.ª pag. 5
[8] Chronica de D. Affonso V, por Ruy de Pina, capitulo 137.
[9] Chronica do Principe D. João, cap. 33.
[10] Breve memorial da mui excellente Princeza a mui virtuosa
senhora Infanta D. Joanna, nossa senhora, filha do mui catholico e
christianissimo rei D. Affonso V e da rainha D. Izabel, sua
mulher.--«Manuscripto do convento de Jesus» contemporaneo de D.
Joanna e existente no archivo do extincto mosteiro de Jesus sob o
n.º 872.
[11] Estudos historicos e archeologicos por o sr. I. de Vilhena
Barbosa, t. 2º, pag. 79.
[12] D'ella faz mensão no seu testamento.--H. Geneologica, t. 3.º
das Provas, pag 59.
[13] Hist. Geneal., t. 3.º, pag. 80.
[14] Poetas Palacianos, pelo sr. Teophilo Braga, pagina 211.
[15] Historia de Portugal, do sr. Pinheiro Chagas, vol. 2.º, pag.
339.--Poetas Palacianos, por Teophilo Braga, pag. 176, e Portugal,
por F. Diniz, pag.102.
[16] Portugal, pag. 72.
[17] Os catalogos das livrarias de D. Duarte e D. Affonso V vem
transcriptos na introducção á Historia da Litteratura Portuguesa do
sr. T. Braga, a pag. 214, 252, 258 e 260.
[18] Historia de S. Domingos, part. 2.ª, liv. 5.º, capitulo 1.º
[19] Estudos Historicos e archeologicos, por o sr. I. de Vilhena
Barbosa, vol. 2.º, pag. 61 a 97.
[20] Historia de Portugal, t. 5.º. pag. 54.
[21] Hist. de Port. tr. fr. pag. 509.
[22] Rebello da Silva--D. João II e a Constituição da Nobreza, no
Diario de Lisboa de 24 de setembro de 1860.
[23] Documento n.º 1.
[24] D. João II e a Conspiração da Nobreza, no Diario de Lisboa de
22 de setembro de 1860.
[25] Documento n.º 2.
[26] Chronica do Principe D. João, cap. 31.
[27] Descrevendo as feições e trajar de D. Joanna, não fizemos mais
que reproduzir o que sobre tal assumpto escreveu o nosso guia
inseparavel D. Bernarda Pinheiro.
[28] Dameão de Goes--Chronica do Principe D. João cap. 33.
[29] Chronica do Principe D. João, cap. 33.
[30] Historia de S. Domingos, liv. 5.º, part. 2.ª, capitulo 2.º
[31] Esta casa é hoje a sacristia do convento.
[32] Historia de S. Domingos, liv. 5.º, part. 2.ª; capitulo 3.º
[33] Diz D. Bernarda Pinheiro, que D. Joanna quando lhe foi lançado
o habito, tirou uma cruz de ouro que trazia ao pescoço, e o anel de
esmeralda, e lançou no açafate, mostrando que não queria mais usar
de taes objectos. Diz tambem n'outro lugar que ella desde que entrou
no convento não usou mais luvas, nem trouxe outros anneis a não ser
aquelle.
[34] Historia de S. Domingos, part. 2.ª, liv. 5.º, capitulo 5.º
[35] Dava-se o nome de «andas» a um taboleiro ou leito, sem caixa
nem cobertura de qualidade alguma; e com varaes para ser conduzido
por homens ou cavalgaduras.--I. de Vilhena Barbosa, «Estudos
historicos e archeologicos» tom. 2.º, pag. 45, nota 1.ª
[36] Hist. Geneol. da Casa Real, tom. 2.º das Provas--«prova» n.º 4.
[37] Chronica de D. João II, cap. 113.
[38] «O Cenaculo, revista contemporanea de litteratura portugueza»,
pag. 219.
[39] «Indice e summario dos livros e mais documentos mais antigos e
importantes do archivo da camara municipal de Coimbra».--Segunda
parte do inventario do mesmo archivo, fasciculo 1.º, pag. 37.
[40] São muitos os escriptos em que se narra a vida de D. Joanna,
tanto em portuguez como em outras linguas. Em hespanhol citam-se fr.
Jeronymo de Santo Agostinho (1595), fr. João Lopes (1613); em
italiano S. Pio V (1620), padre Pedro Francisco Tresileo, da
Companhia de Jesus, (1664) e Marchesi, bispo de Pozuelo (1670); em
francez, fr. Thomaz Sovegio (1686); em latim o padre Antonio de
Vasconcellos (1621); fr. Abraham Brovio (1624), Mons. Carumel
(1639), o padre Daniel Papebrochio (1688), fr. Diogo do Rosario
(1641), e fr. Antonio de Senna (1585). Em portuguez temos, entre
outras publicações, a «Vida da serenissima Princeza D. Joanna, filha
de el-rei Dom Affonso o quinto de Portugal etc.» por fr. Nicolau
Dias, Lisboa,--1594. «Virtuosa vida e santa morte da Princeza D.
Joanna etc.» por D. Fernando Corrêa de Lacerda, Lisboa,
1674.--«Estrella dominicana, novamente descoberta no céu da Egreja,
historia panegyrica etc.» por fr. Lucas de Santa Catharina, Lisboa,
1703.
[41] D. Francisco Alexandre Lobo, bispo de Viseu.
[42] Obras de D. Francisco Alexandre Lobo, tom. 2.º, pag. 153.
[43] Hist. de S. Domingos, parte 2.ª, liv. 5.º, cap. 7.º
[44] Hist. de S. Domingos, parte 2.ª liv. 5.º, cap. 8.º
[45] Bouillet--«Dictionnaire universel d'histoire et de
geographie».--Charles.
[46] Quadro elementar das relações politicas e diplomaticas de
Portugal etc., pelo V. de Santarem, tomo 3.º, pag. 115.
[47] «Quadro Elementar etc.» pelo V. de Santarem, tomo 3.º, pag.
157.
[48] Hist. de S. Domingos, parte 2.ª, liv. 5.º, cap. 7.º
[49] Bouillet.--Obr. cit.--Charles.
[50] D. Francisco A. Lobo.--«Obras» t 3.º, pag. 151. nota 1.ª
[51] Hist. de S. Domingos, parte 2.ª, liv. 5.º, cap. 8.º
[52] H. Geneologica, tomo 3.º, pag. 89.
[53] «Epitome da vida de Santa Joanna etc.», traduzida do italiano
em portuguez, e accrescentada por um seu devoto.--Lisboa, 1755.
[54] «Quadro Elementar das relações politicas e diplomaticas de
Portugal etc.», por o Visconde de Santarem.--Tom. 14.
[55] Chronica do Principe D. João, cap. 20.º
[56] Documento n.º 3.
[57] Fr. Luiz de Souza. H. de S. Domingos, parte 2.ª, liv. 5.º, cap.
9.º
[58] Documento n.º 4.
[59] Hist. de S. Domingos.
[60] Hist. de S. Domingos, parte 2.ª, liv. 5.º, cap. 10.
[61] D. Fernando Corrêa de Lacerda--«Virtuosa vida e santa morte da
Princeza D. Joanna etc.»,--Lisboa, 1674. pag. 259.
[62] Documento n.º 5.
[63] João Antunes foi nomeado architecto da Casa Real, por
fallecimento de Francisco da Silva Tinoco, em 18 de julho de
1669.--«Dictionnaire historique e artistique de Portugal» par le
conde de Raczynchi.
[64] Documento n.º 6.