Se elle, como escriptor, morreu, ha de ser, comtudo, evocado nas obras

de erudição, ao menos, quiçá, como testemunho de quanto podem os enganos

e a tardia justiça dos homens.

O trabalho consciencioso do sr. Delfim Guimarães honra a sua fina

argucia, e nos leva a confiar no indefectivel juizo da historia cuja

precaria relatividade é razão sobeja para nos empenharmos contra os

«tortos» iniquos de que nos faça réos a precipitação ou a desidia. A

averiguação do que pertence a cada um não transcende as raias da

judicatura terrestre; e, para os que esperam na vida futura, parece que,

perante o seu tribunal supremo, com jurisdicção apenas sobre o bem e o

mal, não se levarão os problemas de preeminencia literaria, nem

scientifica...

Á posteridade é que compete extremar as glorias de cada autor; sendo

que, muitas vezes, a injustiça ou a ignorancia dos coevos, não impedem

que as gralhas sejam finalmente despojadas do atavio das pennas do

pavão.

Recordando o padre Manuel Bernardes o costume romano de ser punido, com

o venablo e a nota de infamia, o legionario fanfarrão que enchia a boca

de mentirosas façanhas, accrescenta que, se houvera de andar semelhante

correição pelos ostentadores de engenho, muitos funccionarios exigiria a

devida e cabal applicação da pena, que, na velha organisação militar,

era privativa dos «tribunos». Verifica-se, porém, que, com o correr dos

tempos, nunca faltam «tribunos» da milicia literaria, para o castigo dos

soldados, «que blasonam falsas valentias», ou para que se desmascarem os

miseraveis impostores da sciencia. Se até os reis, desde Homero, e, como

dizia Camões,

«Dão os premios, de Ajace merecídos,

Á lingua vã de Ulysses fraudulenta»

vêm mais tarde os divinos aedos, que, no tribunal dos pósteros,

pleiteiam e ganham a causa dos que foram injustamente aggravados.

Não permitte, afinal, o criterio dos competentes, que um simples

erudito, como Ptolomeu, usurpe, inappellavelmente, a fama devida ao

saber mathematico de Hipparcho.

Este não é precisamente o caso de Christovam Falcão de Sousa, que não

póde responder pelo erro dos que lhe enfiaram na modesta fronte uma

corôa gloriosa de poeta. Elle, se vivo fôra, repugnaria acceitar o que a

outrem pertencia de direito; pois, se os elogios que não merecemos, nos

deprimem, em vez de exaltar-nos, o protesto da nossa consciencia não

deve tardar quando aquillo que nos dão representa o resultado de uma

espoliação alheia.

Reproduzindo a carta que ainda se encontra na Torre do Tombo, o sr.

Delfim Guimarães apurou, e deixou de manifesto, que o suposto trovador

tinha apenas a instrucção rudimentar dos moços fidalgos do seu tempo.

Se «idiotas», na accepção archaica de--«sem letras», eram, como sabemos,

os barões da edade media, que até disso mesmo se ufanavam, a ponto

de--«o condestavel Duguesclin nunca ter querido sujeitar-se á

doutrinação de um mestre», nem ainda na aurora da Renascença pareceu

melhor a cultura de certos homens, apesar de illustres.

Francisco Pizarro, logar-tenente de Sua Alteza, cavalleiro da ordem de

Santiago e conquistador do Perú, ouviu ler, deante do Grande Concelho

dos nobres de Hespanha, a minuta do decreto que o fazia senhor de todas

terras descobertas e por descobrir;--e, como, na expressão de Heredia,

não pudesse assignar o protocollo,

«Fit sa croix, déclarant ne savoir pas écrire,

Mais d'un ton si autain que nul ne put en rire.»

Á vista de tal exemplo, não ha extranhar, no gentil-homem Christavam

Falcão, nem as faltas de grammatica, nem as de orthographia, patentes em

sua carta a el-rei, conforme o documento que ainda se conserva na Torre

do Tombo... Mas essas faltas e a rudeza geral do estilo são bastantes

para que não mais o tenhamos na conta de um emulo do suave e

melancholico Bernardim Ribeiro, autor incontestavel das «Trovas de

Chrisfal», depois de tantos argumentos sagazmente colhidos de uma

profunda analyse psychologica e linguistica.

Um dos mais fortes indicios (aliás não aproveitado pelo sr. Delfim

Guimarães) consiste na estrophe 77, das «Trovas», com o começo, em

prosa, do poema das «Saudades»:

Por ti me vi desterrada

em estas estranhas terras

de donde eu fui criada,

e, por ti, antre estas serras,

em vida, são sepullada:

onde, a se me perderem

a frol dos annos se vão;

ora julga se é rezão

das minhas lagrimas serem

menos daquestas que são!

Ha aqui uma clara allusão ao mesmo facto referido no trecho:

«Menina e moça me levaram de casa de meu pae para longes terras; qual

fosse então a causa daquella minha levada, era pequena, não na soube.»

O sr. Delfim Guimarães deixa agora envolta em trevas a personalidade de

Christovam Falcão; mas o raio de luz que deste se afasta, só serve de

augmentar a gloria de Bernardim Bibeiro, cujo peregrino talento até hoje

scintillava repartido pela auréola de dois nomes de poeta...

Silvio de Almeida.

(Do jornal _O Estado de S. Paulo_, de S. Paulo, Brasil, de 29 de março

de 1909).

Divagações

II

Que extranha e mal debuxada figura não era a desse Christovam Falcão, a

quem, de principio, a gente ignara, depois editores sem critica, e, por

fim, os mesmos autorisados mestres, attribuiram a paternidade das

«Trovas de Crisfal», sem outro algum motivo que só este, aliás, deveras

pueril: conjugarem-se na palavra «Crisfal» as duas primeiras syllabas de

«Christovam» e de «Falcão»!

Unicamente, pois, a sorte de seu «nome» lhe grangeára o dilatado

«renome» de quatro seculos, cheios de uma admiração que tanto (segundo o

costume) tinha de enthusiastica, quanto mais era infundada e gratuita.

Aos phantasistas nada, certo, importava que jamais fosse o ideal

trovador, nem uma vez, referido no volumoso in-folio do «Cancioneiro» de

«Rezende», em cujo indice se catalógam até as mediocridades pulhas

daquelle tempo. Nem cuidaram tampouco que a sua unica pretendida obra

lyrica (não sem causa deparada entre os papéis, que foram, de Bernardim

Ribeiro)--versava o mesmo assumpto predilecto deste ultimo, reflectia o

mesmo gosto da paisagem, era fundida nos moldes do mesmo estilo, vinha

molhada pelas lagrimas da mesma dorida commoção!

A todos que tenham olhos de ver, demonstra agora o sr. Delfim Guimarães,

com miudezas de analyse, que certos passos das «Trovas», ou reproduzem

heptasyllabos das pastoraes ribeirescas, ou correspondem a phrases

similares do romancete das «Saudades».

Deixando, porém, de lado dezenas de significativas coincidencias

esparsas, como entre o verso da egloga 4.^a:

«Coitado, não sei que diga,

e o da estrophe 21 de «Crisfal»:

«Mas, triste, não sei que digo»;

eu apenas aqui darei o que não expoz o novél escriptor portuguez, ou

aquillo que elle só levemente adduziu.

Já na carta prefacial das «Trovas», cujo tom dagua chorosa nos suggere o

«memento» do «Cancioneiro», os versos:

«Cuidai quanto nos quisemos,

e não vos possa mudar

dizer que vos podem dar

outrem que tenha mais que eu»,

perfeitamente combinam com a 1.^a egloga:

«Veio ahi outro pastor ter:

com o que prometteu ou deu

se deixou delle vencer»,

e com a «Menina e moça»:

--«...succedeu, no castello, um filho de um cavalleiro muito valído e

rico nesta terra, que por meio de vizinhos desejou Aonia por mulher»;

--«...bem lhe pareceu que se não descontentaria Aonia do esposo, porque

era bem aposto cavalleiro e dos bens do mundo abastado».

Note-se, mais, que a locução--«dos bens do mundo abastado», tambem

inserta na 2.^a bucolica, reapparece na 5.^a estrophe de «Crisfal», cujo

introito (conforme com as eglogas 1.^a, 2.^a e 5.^a) faz das «selvas

junto do mar» o delicioso theatro dos amores dos dois zagaes.

A descripção desse local (de Sintra e de seu Val de Lobos), apenas

esboçada no começo das «Trovas», melhor se delineia da estrophe 55 em

deante:

«Vão alli grandes montanhas

de alguns valles abertas,

todas de soutos cubertas,

aos naturaes extranhas,

mas á saudade certas.

.......................

Cuberta era a fonte

de tam fresco arvoredo,

que não sei como o conte,

muito quieto e mui quedo,

por ser antre monte e monte.

.............................

Ao pé de um castanheiro

me pus, triste, assentado,

ouvindo o tom de um ribeiro.

Meus olhos e eu passámos

alli a noite em amores.

.............................

Naqueste tempo corrompe

a ave que chamam leal

o silencio do seu mal,

que é quando a alva rompe

e ao dia faz signal».

Depois disso, abram o livro da «Menina e moça», e façam-me o favor de

ler:

«Neste «monte mais alto de todos» (que eu vim buscar pela suavidade de

outros que nelle achei) passava eu a minha vida como podia; ora em me ir

«pelos fundos valles que os cingem dearredor», ora em me pôr do mais

alto delles olhar a terra como ia acabar ao mar; e depois o mar como se

estendia logo após ella, pera acabar onde ninguem o visse».

--«E ainda bem não foi alto dia, quando eu (parece que acinte)

determinei ir-me pera o pé deste monte, «que d'arvoredos grandes e

verdes ervas e deleitosas sombras» é cheio, «por onde corre um pequeno

ribeiro» de agua de todo o anno, que nas noites caladas, o rogido delle

faz no mais alto deste monte um «saudoso tom, que muitas vezes me tolhe

o sono».

--«Não tardou muito que, estando eu assim cuidando, sobre um verde ramo

que por cima da agua se estendia, «veio pousar um rouxinol».

Para completar a symetria e a belleza idyllica da pintura, nem faltou a

esse quadro o vultinho animado da mesma «ave leal» de que nos. falavam

as «Trovas».

Quanto ao par apaixonado, a referencia da 2.^a estrophe de «Crisfal»:

«Sendo de pouca edade,

não se ver tanto sentiam

que o dia que se não viam,

se via na saudade

o que se ambos queriam».

ligada á da 77:

«a frol dos annos se vão»,

e á da 84:

«Quando vos dei a vontade,

inda vós ereis menina,

e eu de pouca edade»,

em nada discrepa da do capitulo 18 das «Saudades» de Bernardim:

--«...a senhora Aonia, que ainda então era donzella d'antre treze ou

quatorze annos...»;

--«...a barba um pouco espessa e um pouco crescida, que a elle traz,

parece que é aquella a primeira ainda...»

Em relação ao poeta, a 2.^a egloga positivamente declara que contava os

seus vinte e um de edade quando se fez «servidor» de Aonia.

Mas dos parentes desta a interesseira má vontade, que «Crisfal»

vehemente assignala, assentou de lhe curar o coração doente de mulher

pelo processo sedativo de um apartamento para «longes terras» (expressão

egual da estrophe 7.^a e do 1.^o capitulo da «Menina e Moça»).

Ainda na 2.^a egloga, Bernardim, que com os italianos aprendera o

reavidado uso das allegorias de Vergilio, se manifesta como um pastor

nascido «antre Tejo e Odiana»; e muito é para notar que nas «Trovas»

tambem exista o mesmo verso (6.^o da 30.^a estrophe).

Attingido o pegureiro (na 2.^a bucolica) do encantamento de amor,

«logo então começou

seu gado a emagrecer:

nunca mais delle curou.»

E «Crisfal», outrosim (como réza a 5.^a estrophe),

«...por curar da paixão,

não curava do seu gado».

O mesmo pensamento se exprimiu, pois, aqui, sómente com tal ou qual

superioridade artistica, que não é a injusta superioridade de Christovam

Falcão sobre Bernardim Ribeiro, senão antes a deste sobre si proprio, no

progressivo burilamento da fórma impeccavel.--Mas o artista, como que

apostado em exceder-se cada vez mais, só achou a sua melhor expressão

esthetica quando depois insistiu, na estrophe 22:

«descuido matou meu gado,

cuidado matou a mim».

A antithese (que tira de duas idéas oppostas a scintillação do choque de

duas pedras) constitue quasi sempre o ultimo resultado de uma longa

elaboração mental.

Ha, na melancholia das «Saudades», um topico onde o seu autor diz que,

já de affeito ás dores, parecia viver nellas. E tal conceito assume, na

10.^a estrophe das «Trovas», uma formulação mais abstracta e geral:

«O longo uso dos danos

se converte em natureza».

A hypothese de «Crisfal» ser Christovam Falcão exigiria, portanto, que

delle fosse, tambem, um simples reflector o nosso, aliás original,

Bernardim Ribeiro; ou isso, ou, então, plagiario o outro...

Gemeos intellectuaes, e ainda irmãos no infortunio de seus affectos,

nunca se houvera visto, sequer em dois relogios, uma tão completa

concordancia!

Mas, dentre o suffocante accumulo de provas contrarias, uma, sobretudo,

victoriosamente resalta da egloga «Alejo» de Sá de Miranda, o

«philosopho» amigo e confidente do «ternissimo» Bernardim Ribeiro.

Alli diz o Miranda, disfarçado sob o cryptonymo de «Antonio»:

«Vine por Ribero ver,

como otras vezes solia.»

Pois bem: Esse mesmo «Antonio» apparece na estrophe 32 de «Crisfal», que

delle assevera:

«Aqueste é o pastor

que aqui vêo buscar-me.»

De semelhante parallelismo não ha concluir senão que «Ribero» e

«Crisfal» representam um só e mesmo «pastor», o que vale dizer «poeta»,

na linguagem allegorica do bucolismo.

Demais:

Os versos que se acham em «Alejo»:

«Io sonava que me via

entre unas cerradas breñas;

de una parte i de otra peñas,

do nunca el sol descobria»,

traduzem no castelhano os da estrophe 7.^a das «Trovas»:

«esconderam-me antre serras,

onde o sol nunca era visto,»

Ora, se (a paginas 188 de sua obra refundida sobre Sá de Miranda)

reconhece Theophilo Braga, como todos, em «Alejo», uma segunda figura de

Bernardim, deverá reconhecer ainda que «Crisfal», sendo «Alejo», é

Bernardim tambem.

A gloria do sr. Delfim Guimarães foi de haver apanhado a verdade, que

tão fóra andava da corrente unanime do parecer dos mestres.

Mas, já das muitas adhesões que elle conquistou, licito me seja destacar

o voto preponderante da senhora dona Carolina Michaëlis de

Vasconcellos,[12] como primeira autoridade--que ella o é--da moderna

philologia portugueza.

Tambem, no Brasil, Sylvio Romero entende que estão reivindicados, de uma

vez, os direitos de Bernardim Ribeiro «a essa bella parte da sua obra

que a lenda lhe andava a tirar estupidamente»...

Silvio de Almeida.

(Do jornal _O Estado de S. Paulo_, de S. Paulo, Brasil de 5 de Abril de

1909).

Indice

Theóphilo Braga e a lenda do Crisfal

I. Razão de ser d'este livro 5

II. O snr. dr. Theóphilo Braga descobrindo a verdade, e procurando

enterrá-la 29

III. Anotações á carta que nos dirigiu o snr. dr. Theóphilo Braga 37

IV. A comunicação do presidente da Academia das Sciencias de Portugal 59

V. O artigo «Movimento litterário» 63

VI. Uma patranha genealógica 97

VII. O criptónimo «Fileno» 99

VIII. In terminis 103

* * * * *

Apreciações da imprensa ao livro:

«Bernardim Ribeiro (O Poeta Crisfal)»

Do jornal «_O Mundo_», de Lisboa 107

» » «_O Seculo_», » » 109

» » «_Diario de Noticias_», de Lisboa,--artigo do snr. dr. Candido de

Figueiredo 111

» » «_Diario Illustrado_», de Lisboa,--artigos

do snr. Hemetério Arantes 113 e 125

» » «_A Mala da Europa_», de Lisboa 121

» » «_A Lucta_,» de Lisboa,--artigo do snr. Albino Forjaz de Sampayo 133

» » «_O Dia_», de Lisboa 139

» » «_O Commercio de Lima_», de Ponte do Lima--artigo do snr. dr.

Antonio Ferreira 143

» «_Jornal das Colonias_», de Lisboa,--artigo de A. B. 147

» jornal «_O Primeiro de Janeiro_», do Porto 149

» «_Jornal de Noticias_», do Porto 151

» jornal «_O Estado de S. Paulo_», de S. Paulo, Brasil,--artigos do snr.

Sílvio de Almeida 155

*Notas:*

[1] O _normando_ é nosso.

[2] Este _ponto de admiração_ pertence exclusivamente ao snr. dr.

Theóphilo Braga.

[3] T. Braga.--_Obras de Christovam Falcão_, Porto, 1871--pag. 4.

[4] _Bernardim Ribeiro (O Poeta Crisfal)_, pag. 180.

[5] Torre do Tombo--Gaveta 20--maço 5--n.^o 10.

[6] Bernardim Ribeiro e o Bucolismo, pag. 63-64.

[7] _Bernardim Ribeiro e o Bucolismo_, pag. 19.

[8] _Bernardim Ribeiro e o Bucolismo_, pag. 19.

[9] Carta do snr. Jordão de Freitas no jornal «O Dia» em 2 de janeiro de

1909.

[10] Conferencia de 8 de Junho de 1725 pelo Conde da Ericeira, na

Colleçam dos documentos e memorias da Academia Real da Historia

Portugueza.

[11] Aliás, as glosas ao solau.

_Nota de D. G._

[12] Reproduzindo integralmente o artigo do nosso ilustre confrade

brasileiro, cabe-nos o dever de declarar que a insigne romanista,

senhora D. Carolina Michaëlis, que nós saibamos, ainda não manifestou a

sua opinião.

_Nota de D. G._

Lista de erros corrigidos

Aqui encontram-se listados todos os erros encontrados e corrigidos:

+----------+---------------------+----------------------+

| | Original | Correcção |

+----------+---------------------+----------------------+

|#pág. 12| auxilados | auxiliados |

|#pág. 28| impondo-a | impondo-o* |

|#pág. 29| Pedron | Padron* |

|#pág. 32| paternalmente | paternalmente,* |

|#pág. 38| primeiro | segundo* |

|#pág. 85| com o | como |

|#pág. 90| empenhada | empenhado |

|#pág. 94| com todas | como todas* |

|#pág. 95| Falção | Falcão* |

|#pág. 102| portuguesês | portuguêses |

|#pág. 107| Chistovão | Christovão |

+----------+---------------------+----------------------+

* correcções feitas com base na errata do próprio livro.

As figuras da página 34 e da página 49 estão ilegíveis, motivo pelo qual

não foram adicionadas. Fica no entanto a sua indicação.

Theóphilo Braga e a lenda do Crisfal · 第 8 / 8 段