[1] Hoje, travessa do Gremio Luzitano.
[2] Veja-se Eça de Queiroz. _Um genio que era um Santo. Anthero de
Quental. In memoriam_--Porto, 1896, pp. 499-502; J. Batalha Reis,
_Annos de Lisboa_, Idem, 442-445.
[3] Hoje, rua do Diario de Noticias.
[4] Pag. 107 do presente livro.
[5] Veja-se p. 133 do presente volume.
[6] 3 de Novembro de 1867, p. 142 do presente volume. Veja-se tambem a
_Carta a Carlos Mayer_, pp. 133-145.
[7] «Na Europa o Sul representa ... a maneira de ser exterior, como
o Norte representa o vago sentimento intimo...» Eça de Queiroz, _Da
Pintura em Portugal_, _Gazeta de Portugal_, 10 de Novembro de 1867.
[8] «... nós ... os que estamos n'este canto da velha terra portugueza,
com a alma serena, sob o céo claro...» Eça de Queiroz, _Symphonia de
Abertura_, _Gazeta de Portugal_, 7 de outubro, 1866.
[9] «du Heine de deuxième qualité». Anthero de Quental, _Carta a
Wilhelm Storck_, 14 maio 1887.
[10] Pp. 27-43 do presente volume.
[11] H. Heine, _Reisebilder_. _Les nuits florentines_, II, 316-330,
(cito a traducção franceza que Eça de Queiroz conheceu).
[12] Pp. 2-13 do presente volume.
[13] Veja-se pp. 8, XV; 10, XX; e _passim_, no presente volume.
«Luzia um grande sol, mas negro; o sol da melancolia...» _Symphonia de
abertura_, _Gazeta de Portugal_, 7, outubro, 1866.
[14] Veja-se pp. 5, VIII; 89, 98 e _passim_ do presente volume.
[15] «...Baudelaire, poeta rethorico,...» A. Z. (Eça de Queiroz)
_Leituras modernas_. _Districto d'Evora_, 6, janeiro 1876, p. 2.
[16] Vejam-se pp. 112, 120-121, 122, 131.
[17] Vejam-se pp. 93-101 do presente volume.
[18] _O Monge_, destruida pelo author e nunca publicada.
... aux voûtes gothiques
Des portiques,
Les vieux saints de pierre athlétiques
Priant tout bas pour les vivants!
A. DE MUSSET, _Premières Poésies, Stances, 1828_.
[19] Não incluido no presente volume.
[20] Com o titulo «A Peninsula» no presente volume.
[21] Não incluido no presente volume.
[22] Tem uma Introducção omittida no presente volume.
[23] Tem uma epigraphe e primeira parte omittidas no presente volume.
[24] Tem uma pequena introducção omittida no presente volume.
[25] Tem uma parte critica relativa ao cantor Julio Petit omittida no
presente volume.
[26] _Gazeta de Portugal._ 7 de outubro 1866.
[27] «Constelações, gotas de sombra», p. 100 do presente livro.
[28] Veja-se Victor Hugo, _William Shakespeare_; principalmente,
_Livre_ II; _Les Génies_, II. Veja-se tambem p. 22 do presente volume.
[29] Veja-se, p. 20 d'este volume, uma outra definição de Musica.
[30] «Oh, egoismo humano, os que vão morrer saudam-te», Eça de Queiroz,
_O Milhafre, Introducção, Gazeta de Portugal_, 6 de outubro de 1867.
[31] _De l'Allemagne._ _Les Dieux en exil_, IX partie, pp. 181-242
(cito a traducção franceza que Eça de Queiroz conheceu).
[32] _La Sorcière._
[33] Veja-se p. 6, XIII, do presente livro.
[34] As visões «são as attitudes phantasticas e desmanchadas que a
sombra dá ás verdades», p. 91 do presente livro.
«... à ceux qui ont mis leur foi dans les rêves comme dans les seules
réalités.» Edgar Allan Poe, Eureka. trad. de Ch. Baudelaire.
[35] _Omphalia Benoiton_, _Gazeta de Portugal_, 15 Dezembro, 1867.
[36] Os versos citados na _Revista Moderna_ (20, Novembro 1897, p.
324) não são de Eça de Queiroz. Nunca elle publicou na _Revolução
de Setembro_, em folhetins,--como tambem na _Revista Moderna_ se
affirma,--os primeiros cantos d'um poema, _A tentação de S. Jeronymo_.
Existe, com effeito, de Eça de Queiroz, mas inedito, um poemeto sobre
este assumpto.
[37] _Revolução de Setembro_, 29 de Agosto de 1869.
[38] Hoje conde de Rezende.
[39] Official da marinha real portuguesa, e desde 1881, Consul geral de
Portugal nas ilhas Sandwich.
[40] Vejam-se pp. 161-172 do presente volume.