relativo, ou das proporções do corpo, nas idades de evolução.
Cânones antropométricos da criança portuguesa 69
Capítulo V--Processo bio-químico do «crescimento»: osteogénese 105
Capítulo VI--Fórmulas antropométricas do «crescimento» normal,
nas idades de evolução. Anomalias do «crescimento»; sua
determinação, pelo processo antropométrico 110
Capítulo VII--Doenças das crianças, nas idades de evolução.
A mortalidade infantil, em Portugal. «Crescimento»
desequilibrado; suas consequências 116
Capítulo VIII--Higiene do «crescimento»; exercícios físicos:
jogos e gimnástica 120
Capítulo IX--Evolução geral da mentalidade; fases desta
evolução e leis que a regulam. Os factores bio-psíquicos do
«crescimento» 125
APÊNDICES
Páginas
I
Elementos para a organização de uma _caderneta pedológica_,
destinada a sistematizar o estudo do «crescimento» 141
II
A _criança portuguesa_ (sumário da tese apresentada, discutida
e integralmente adoptada pelo I _Congresso nacional de
educação física_, realizado em Lisboa, em 1916) 151
III
Programas de Pedologia, e de higiene escolar; prescrições
de higiene dentária; e instruções sôbre pedometria, constantes
do decreto, n.^o 2.213, publicado no «Diário do Govêrno»
n.^o 24 de 10 de Fevereiro de 1916, que aprovou o
regulamento e programas para execução da lei n.^o 233 de
7 de Julho de 1914 sôbre o ensino normal primário 157
IV
Decreto n.^o 4.900, que reformou as escolas normais superiores 165
V
Índice analítico do 2.^o volume desta obra 166
VI
O estudo do «crescimento», no Colégio Moderno, de Coimbra,
pela aplicação do método auxanológico 168
Livrarias Aillaud e Bertrand
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ANTOLOGIA PORTUGUESA
Cada volume brochado .............. 1$20
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A série da ANTOLOGIA PORTUGUESA, que virá a constar de uns trinta
volumes, pelo menos, não será apresentada ao público com numeração
editorial. Cada possuidor a ordenará como entenda, ou cronológicamente,
ou por poetas e prosadores, segundo o seu critério e vontade.
* * * * *
_Volumes no prélo e prestes a saír:_
*Manoel Bernardes*, 2 volumes.
*Alexandre Herculano*, 2 volumes.
*Frei Luís de Sousa*, 2 volumes.
*Guerra Junqueiro*, 1 volume.
_Em preparação:_
*Camões lírico, Antonio Vieira
Fernão Lopes, Eça de Queiroz, Bocage,
Lucena, Damião de Góis, Castilho,
Antéro de Figueiredo,
Sá de Miranda, João de Barros,
Camilo,
Os Cancioneiros, Fernão Mendes Pinto,
Gil Vicente, Garrett,
Garcia de Rezende, etc., etc.*
*Notas:*
[1] Cf. o _índice analítico_, no fim dêste livro.
[2] Cf. Ch. Richet, _Essai de psychologie générale_, Paris, 1912; G.
Bohn, _La nouvelle psychologie animale_, Paris, 1911; P. H. Souplet, _De
l'animal à l'enfant_, Paris, 1913.
[3] Cf. John Dewey, _L'école et l'enfant_, Paris, 1913.
[4] Cf. Dewey, _Interpretation of the savage mind, apud Psychol.
Review_, 1902, pág. 217 e segs.
[5] Cf. Th. Ruyssen, _Essai sur l'évolution psychólogique du jugement_,
Paris, 1904.
[6] Cf. G. Persigout, _Essais de Pédologie générale_, Paris, 1909.
[7] E. Claparède, _Psychologie de l'enfant et Pédagogie expérimentale_,
Paris, 1916.
[8] Cf. Preyer, _Physiologie de l'embryon_, Paris, 1885; Ch. Letourneau,
_La Biologie_ (origine et lois de la vie), Paris, 1912; A. Soulié,
_Précis d'anatomie topographique_, Paris, 1911.
[9] Cf. E. Claparède, _Psychologie de l'enfant et Pédagogie
expérimentale_, Paris, 1916.
[10] Cf. Pérez, _La psychologie de l'enfant_, Paris, 1878; Preyer,
_L'âme de l'enfant_, Paris, 1881.
[11] Cf. _The psychology of child development_, Chicago, 1903.
[12] Para o estudo de todos êstes _problemas_, cf. E. Roehrich,
_Philosophie de l'éducation_ (essai de pédagogie générale), obra
premiada pelo _Instituto de França_, Paris, 1910; L. Cellerier,
_Esquisse d'une science pédagogique_, Paris, 1910; J. Dubois, _Le
problème pédagogique_, Paris, 1911; L. Dugas, _Le problème de
l'éducation_, Paris, 1911; J. de la Vaissière, _Psychol. Pédag._, Paris,
1916.
[13] Cf. Paul Barth, _Principi di Pedagogia e didattica_, trad. ital.,
Milão, 1917.
[14] Cf. J. Carré et Roger Liquier, _Traité de Pédagogie scolaire_,
Paris, 1905.
[15] Cf. E. Brouard, _Inspection des écoles primaires_, Paris, 1887.
[16] Cf. E. Claparède, _Ob. cit._; G. Persigout, _Ob. cit._; E. Blum,
_La pedologie_, apud _L'année psychologique_, 5.^o Vol., Paris, 1899.
[17] A criança _pensa_ e _age_, segundo _leis diferentes_, à medida que
_evoluciona_ da _infância_ à _puerícia_ e daí à _puberdade_. Cf. Dr.
Alves dos Santos, _O Ensino primário em Portugal_ (nas suas relações com
a história geral da Nação), Pôrto, 1913, pág. 201.
[18] Cf. J. M. Baldwin, _El desenvolvimiento mental en el niño y en la
raza_, trad. esp. , Barcelona, 1910; J. Wilbois, _Les nouvelles méthodes
d'éducation_, Paris, 1914; P. Hachet-Souplet, _De l'animal à l'enfant_,
Paris, 1913.
[19] Cf. Th. Ribot, _L'hérédité psychologique_, Paris, 1910; Davidson,
_The recapitulation theory and human infancy_, New-York, 1914; Jacques
Loeb, _Fisiologia comparata del cervello e psicologia comparata_, trad.
ital., Milão, 1908.
[20] Há outros _critérios_ de classificação das _idades do crescimento_;
por exemplo: o _critério psico-biológico da aparição dos interesses_; o
_critério psicológico da adaptação sensorial_; o _critério didascálico_;
etc.; etc. Cf. E. Claparède, _Ob. cit._; G. Stanley Hall, _Adolescence
its psychology and its relations to physiology, anthropology, sociology,
sex, crime, religion and education_, New-York, 1911.
[21] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O crescimento da criança portuguesa_,
Coimbra, 1917.
[22] Cf. _Année psychologique_, 1911, pág. 48; Th. Ruyssen, _Essai sur
l'évolution psychologique du jugement_, Paris, 1904, pág. 71 e segs.;
Ch. Letourneau, _La psychologie ethnique_, Paris, pág. 25 e segs.; E.
Apert, _Les maladies des enfants_, Paris, 1914.
[23] Cf. E. Cramaussel, _Le premier éveil intellectuel de l'enfant_,
Paris, 1911.
[24] A _evolução dentária_ é um _fenómeno contínuo_, que tem a sua
origem no segundo mês da _vida intra-uterina_, embora a _erupção dos
dentes_ só principie, pelo sexto mês, depois do _nascimento_. Os
primeiros dentes são os _incisivos inferiores medianos_; entre os oito e
os dez meses, irrompem os _incisivos superiores medianos_; pelo décimo
mês, os _incisivos superiores laterais_; do décimo até ao décimo segundo
mês, os _incisivos inferiores laterais_. Depois do _primeiro ano_,
aparece todo o _grupo dos oito incisivos_. Até aos quinze meses, saem os
_quatro primeiros prè-molares_; pelos dois anos, os _quatro caninos_;
pelos dois anos e meio, os _quatro últimos prè-molares_.
[25] Cf. Th. Ruyssen, _Ob. cit._; Ch. Letourneau, _La psychologie
ethnique_, cit.
[26] Cf. B. Perez, _Les trois premières années de l'enfant_, Paris,
1911, pág. 289 e segs.
[27] Tôda a criança que, aos dezasseis mêses, _não andar_, deve ter-se
por suspeita de _raquitismo_, ou de _afecções crónicas do sistema
nervoso_. Cf. E. Apert. _Les maladies des enfants_, cit., pág. 16.
[28] Os _vinte dentes do leite_ começam a caír, pelos _sete anos_, sendo
substituídos, sucessivamente, pela mesma ordem da sua aparição, por
_dentes definitivos_. Os _incisivos medianos_ são substituídos, dos sete
para os oito anos; os _laterais_, dos oito para os nove; os _primeiros
prè-molares_, pelos dez anos; os _caninos_, pelos onze; os _segundos
prè-molares_, dos doze para os treze anos. Ao mesmo tempo, completa-se o
_sistema dentário_, pela erupção dos _grandes molares_, nos espaços
ainda livres das maxilas: pelos seis anos, os _quatro primeiros grandes
molares_; pelos doze anos, os _segundos grandes molares_; finalmente,
pelos vinte anos, os _últimos grandes molares_ (_dentes do siso_). Cf.
Apert., _Ob. cit._, pág. 14.
[29] G. Compayré, _L'adolescence_, Paris, 1909, pág. 187.
[30] _La Croissance pendant l'âge scolaire_, Paris, 1913, pág. 114.
[31] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O «crescimento» da criança portuguesa_,
Coimbra, 1917; e _apèndice_ ao presente livro.
[32] Cf. Dr. Alves dos Santos, _Ob. cit._, pág. 64, nota 3.^a
[33] Esta _escola_ tem uma _aula de educação dos sentidos_, e publica,
actualmente, um _Boletim_, que é a continuação da _Revista de Pedagogia_
(_Educação_), da qual saíram doze números.
[34] Esta _Instituição_ publica _estudos_ e _trabalhos_ sobre as
_crianças_, numa _Revista_ mensal, que tem por título «_A Tutoria_».
[35] Esta _Sociedade_ tem por órgão um _Boletim_ trimestral (_Revista de
Educação Geral e Técnica_), onde são publicados os resultados das
investigações, a que procede, sobre «_o desenvolvimento físico e,
psíquico da criança_».
[36] Cf. Dr. Alves dos Santos, _Psicologia e Pedologia_ (relatório uma
_missão de estudo_, no estrangeiro), Coímbra, 1913.
[37] Cf. V. Houssay, _La forme et la vie_, Paris, 1900.
[38] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O «crescimento» da criança portuguesa_
(subsídios para a constituíção de uma pedologia nacional), Coímbra,
1917, pág. 63 e segs.
[39] Cf. Dr. Alves dos Santos, _Ob. cit._; P. Godin, _La croissance
pendant l'âge scolaire_, Paris, 1913; E. Apert, _Maladies des enfants_,
Paris, 1914; J. Comby, _Traité du rachitisme_, Paris, 1901; J. Philippe,
_Les anomalies mentales chez les écoliers_, Paris, 1905.
[40] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O «crescimento» da criança portuguesa_,
cit., pág. 7 e segs.
[41] Cf. Dr. Alves dos Santos, _O «crescimento» da criança portuguesa_,
Ob. cit., pág. 10 e segs.
[42] Cf. _Anuários_ do _Rial Colégio Militar_: anos de 1899-1900;
1900-1901; 1901-1902; 1902-1903; 1903-1904; 1904-1905.
[43] Cf. _La gymnastique médicale au collège de Campolide_, 1910.
[44] Cf. Memória do _Terceiro Congresso Pedagógico_, promovido pela
_Liga Nacional de Instrução_, Lisboa, 1913, pág. 211 e segs.:
_Contribuição ao estudo do crescimento da criança portuguesa_.
[45] Cf. Alfredo da Costa, _Quelques renseignements statistiques sur la
maternité provisoire de Lisbonne_, Lisboa, 1906.
[46] Cf. _Relatórios dos serviços médicos e farmacêuticos da Santa Casa
da Misericórdia de Lisboa_, anos económicos de 1907-1908 a 1912-1913,
seis fascículos.
[47] Sobre as _medidas pedométricas_, a que se referem os n.^{os} 6, 7,
8, 9 e 10, cf. o nosso livro, cit. _O crescimento da criança
portuguesa_.
[48] Cf. E. J. Marey, _La méthode graphique dans les sciences
expérimentales_, Paris, 1885; E. Claparède, _Psychologie de l'enfant et
pédagogie expérimentale_, Genève, 1916.
[49] Cf. _Anthropométrie ou mésure des différentes facultés de l'homme_,
Bruxelles, 1871.
[50] TAILLE MOYENNE DES PORTUGAIS CONTEMPORAINS, DISTRIBUÉS PAR
PROVINCES
==============================================================================
| TAILLE
+-------------+-----------------------------------------
Provinces | Hommes | Femmes
(Caractères +=======================================================
démonstratifs) | Moyenne | Basse | Moyenne | Haute
| millimètres | | |
----------------------+-------------+-------------+-------------+-------------
M = Minho | 1627.95 | | |
TM = Trás-os-Montes | 1645.53 | Jusqu'à De Au
D = Douro | 1652.64 | 1520 | 1521^{mm} | dessus de
BA = Beira Alta | 1630.15 | jusqu'à 1621^{mm}
BB = Beira Baixa | 1646.83 | | 1620 |
E = Estremadura | 1634.55 |
A = Alentejo | 1625.34 | | |
Alg = Algarve | 1633.20 |
IA = Ile des Açores } | | |
} 1651.45 |
IM = Ile de Madère } | | |
| | 33.33% 54% 12.67%
Moyenne générale | 1639 | ---------------------------------------
Envergure générale | 1673 | 100.00
==============================================================================
[51] Cf. Th. Ruyssen, _Essai sur l'évolution psychologique du jugement_,
Paris, 1904, pág. 72.
[52] Cf. _Psychologie de l'enfant et pédagogie expérimentale_, cit.,
pág. 419.
[53] Cf. Dr. A. Aurélio da Costa Ferreira, _O peso do corpo da criança_
(lição de encerramento do curso de pedologia, na escola normal de Lisboa
no ano lectivo de 1914-15) apud _Archivo de anatomia e anthropologia_,
Lisboa, 1915, vol. 3.^o, n.^o 2.
[54] O _perímetro torácico_ ultrapassa, em média, a metade da _altura_,
no _adulto_; e fica inferior a essa metade, na criança, cuja idade se
ache compreendida entre os sete e os dezasseis anos.
[55] Cit. por Stanley Hall, _ob. cit._, vol. 1, pág. 99.
[56] Cf. Pierre Mendousse, _L'âme de l'adolescent_, Paris, 1911; A.
Marro, _La puberté chez l'homme et chez la femme_, Paris, 1901.
[57] Cf. P. Godin, _La croissance pendant l'âge scolaire_, cit.; E.
Apert, _Les enfants retardataires_, Paris, 1902.
[58] Cf. Dr. E. Apert, _Les enfants retardataires_, Paris, 1902, páginas
10 e segs., donde se extraíu esta fotogravura.
[59] Cf. Pierre Mendousse, _L'âme de l'adolescent_, cit., P. Godin, _ob.
cit._, Stanley Hall, _ob. cit._
[60] Cf. _Étude sur les rapports anthropométriques en général et sur les
principales proportions du corps_ (_Mém. de la Soc. d'Anthrop. de
Paris_, 1902, vol. II, 3.^a série, fasc. 3.^o).
[61] Cf. _Der Körper des Kindes_, Stuttgart, 1909.
[62] Segundo Deniker, a _puberdade_ faz a sua aparição, nos _países
quentes_, entre os onze e os catorze anos; nos _países frios_, entre os
quinze e os dezoito; e nos _países temperados_, entre os treze e os
dezasseis; acrescentando, porêm, que é mistér contar com as _influências
étnicas_, _género de vida_, _regime alimentar_, etc. Cf. _Les races et
les peuples de la terre_, pág. 132.
[63] P. e A. exprimem a _eclosão pilar_ do _púbis_ e das _axilas_. A
_mudança da voz_ e, no sexo feminino, o _fluxo menstrual_ tambêm são
características da _puberdade_. Os expoentes referem-se à _quantidade_.
[64] Confrontem-se os _dados antropométricos_ inscritos na figura n.^o
12, com as _tabelas_ que exprimem as médias de quatro mil _mensurações_
feitas por Variot e Chaumet, em escolas e creches da cidade de Paris.
Cf, págs. 54 e 58 dêste _trabalho_.
[65] Aida nasceu em 14 de dezembro de 1903. Estatura do pai, 1,474; da
mãe, 1,579. Doenças: 1) _sarampo_ (aos 2-1/2 anos); 2) _coqueluche_ (aos
3 anos); 3) _bronquite aguda_ (aos 3-1/2 anos); 4) _enterites
freqùentes_ (dos 6 até aos 11 anos); 5) _variola benigna_ (aos 8 anos);
6) _trasorelho_ (aos 8 anos); 7) _escarlatina_ (aos 11-1/2 anos). Duas
_quedas_, aos 5 anos. Como o _gráfico_ indica, o _crescimento, em
altura_, a partir dos seis anos, _diminue de intensidade_, para não
_recrudescer_, senão, pelo aparecimento da _puberdade_.
Aos onze anos (dezembro de 1914), _desenvolvimento dos seios_, e P.^1.
Em 10 de março de 1915, _primeiras regras_, e P.^2. Em setembro, do
mesmo ano, P.^3 A.^1.
[66] Na organização dos _cânones antropométricos_, temos de acumular
esta lacuna, considerando, provisòriamente, _valores estrangeiros_, que
serão substituídos por _valores nacionais_, quando os houver apurados.
[67] Cf. Prof. Alfredo da Costa, _Quelques renseignements_, etc., cit.,
pág. 96, donde são extraídos os _elementos_ desta _tabela_.
[68] _O F_ designa o _diâmetro occipito-frontal_ (ântero-posterior
máximo, da _glabela_ à _parte posterior occipital_).
_B P_ significa o _diâmetro bi-parietal_ (a maior distância que separa
transversalmente as duas _bossas parietais_).
_S O F_ representa a _circunferência do crânio_, à altura das _bossas
frontais_.
[69] Cf. _ob. cit._, pág. 95.
[70] Cf. Mies, _Le poids du cerveau des nouveau-nés_, apud _Revue
d'anthropologie_, 1889. Dr. G. Paul-Boncour, _Anthropologie anatomique_,
§ 3.^o. _Volume et capacité du crâne_. _Indice cubique_, pág. 261 e
segs.
[71] Cf. _Quelques considérations sur les dimensions de la tête du
foetus à terme_, apud _Compte-rendu du Congrès intern. de méd._,
Lisbonne, pág. 277 e segs.
[72] O _índice cefálico_ varia, durante a _infância_ e na _puerícia_: a
sua _fixidez_ não se estabelece, senão a partir dos nove anos.
«Ordináriamente, ao nascer, diz J. Deniker, as crianças parecem mais
dolicocéfalas, do que os adultos da sua raça; mas, a partir do primeiro
mês, a cabeça cresce mais de-pressa, em largura, do que em
comprimento...». «As nossas investigações pessoais convencem de que a
cabeça do infante aumenta, a princípio, em largura, para chegar, em
seguida, gradualmente, à forma definitiva, que se estabelece, pelos dez,
doze ou quinze anos, segundo as raças». _Races et peuples de la terre_,
Paris, 1900, págs. 88 e 89.
[73] Cf. _Contribuição para o estudo da bacia na mulher portuguesa_,
Pôrto, 1916, pág. 72 e segs.
[74] Cf. _Contribuição para o estudo da bacia_, etc., _cit._
[75] Cf. _Elementos elucidativos sôbre a relação dos índices cefálicos e
da estatura com a capacidade craniana_, apud _O Instituto_, 1900, mês de
setembro.
[76] Cf. _Crânios portugueses_, Coímbra, 1906.
[77] _Índices cefálicos dos portugueses_, Coímbra, 1898.
[78] _Estudo de antropometria portuguesa_, Lisboa, 1898.
[79] _Notas sôbre Portugal_, Lisboa, 1908, tomo I.
[80] Cf. Fonseca Cardoso, _ob. cit._, pág. 66. Cf. tambêm sobre êste
assunto, Bento Carqueja, _O Povo Português_, págs. 47 e segs.
[81] Em França, H. Muffang, professor do liceu de Saint-Brieuc,
procedeu, em vários estabelecimentos de ensino do seu país, a
_investigações cefalométricas_, no intuito de verificar, se as _leis da
antropo-sociologia_ são ou não aplicáveis a _determinados grupos de
população_; e se existe alguma relação entre as _aptidões intelectuais
das crianças e as suas dimensões cranianas, ou seu índice cefálico_. As
conclusões que formulou são as seguintes: «Il semble qu'il existe une
rélation entre les formes du crâne et certaines tendances, novatrices ou
conservatrices, en matière d'enseignement, et une rélation entre les
succés scolaires et les dimensions absolues du crâne. Une plus forte
longueur cranienne semble coïncider soit avec plus d'énergie, soit avec
plus d'aptitude intellectuele». Cf. _Études d'anthropo-sociologie_,
Paris, 1897, págs. 2 e 3.
[82] Cf. _L'homme dans la nature_, Paris, 1891, pág. 149.
[83] Cf. G. de Lapouge, _Les lois de l'anthropo-sociologie_, apud _Revue
Scientifique_, fasc. de outubro de 1897.
[84] Êste diâmetro é o _sacro-púbico_.
[85] Cf. H. Vierordt, _Anatomische, physiologische und physikalische
Daten und Tabellen_, Iena, 1906.
[86] Alêm das _mensurações_, que temos indicado, existem outras,
pertencentes à _Escola de alunos marinheiros do Norte_, sobre
_perímetros do braço_, do _antebraço_, da _côxa_, da _perna_, do
_pescôço_, da _bacia_; sobre a _distância inter-mamilar_, e outras;
sobre a _capacidade vital_; _fôrça muscular_, etc.
[87] O _índice torácico_, que calculamos para cada _idade_, é o que
exprime _a relação do diâmetro transverso máximo, multiplicado por 100,
com o diâmetro ântero-posterior máximo_.
[88] Em _Campolide_, tambêm se empregava esta mesma _técnica_. No _livro
das mensurações_, a oitava coluna tinha a seguinte rubrica:
«_Diâmetros xifoidianos_ (transversal e ântero-posterior) tomados
durante a inspiração, a expiração e o tempo médio.»
[89] Cf. A. Soulié, _Précis d'anatomie topographique_, Paris, 1911, pág.
8-12; Godin, _ob. cit._, P. Topinard, _L'anthropologie_, págs. 311 e
segs.
[90] _Proporções_ de Topinard.
[91] Os _valores métricos absolutos dos segmentos_ são referidos à
_estatura_ (1^{m},66, no _homem_; 1^{m},54, na _mulher_).
[92] Do _Vértex_ ao _Queixo_.
[93] Do _Queixo_ à _Fúrcula esternal_.
[94] [95] e [96] Da _Fúrcula esternal_ à _base da Bacia_.
[97] (_Espádua_, _braço_ e _cotovêlo_) do _acrómion_ ao _cotovêlo_;
(_antebraço_, _punho_ e _mão_) do _cotovêlo_ à _apófise estilóide_.
[98] (_Anca_, _côxa_ e _joelho_) da _base da bacia_ ao _centro do
joelho_; (_Perna_ e _tornozêlo_) do _joelho_ ao _tornozêlo_; (Pé) do
_tornozêlo_ ao solo.
[99] _Circunferência máxima_.
[100] Perímetro _xifoidiano_.
[101] [102] [103] [104]: Sobre estas _medidas_, cf. P. Godin, _ob.
cit._, págs. 252 e 253.
[105] No plano compreendido entre o _ponto metópico_ e a _convexidade
occipital_ (a parte mais saliente).
[106] Entre os _parietais, ubicumque inveniatur_, de modo a obter o
máximo afastamento das pontas do _compasso_.
[107] Ao nível da extremidade inferior do esterno. É o diâmetro
_esterno-vertebral_.
[108] Ao nível da 8.^a _costela_.
[109] _Sacro-púbico_.
[110] _Biilíaco_ (distância entre as cristas ilíacas).
[111] _Fórmula do índice pélvico_:
_Índice_= Diâmetro sacro-púbico da _Bacia_X100 / Distância entre as
_cristas ilíacas_
[112] Cf. _L'homme dans la nature_, cit., pág. 126.
[113] O desenho destas figuras pertence ao sr. Eduardo Ferraz, que o
executou, sob a nossa direcção.
[114] Cf. António Arroio, _O povo português_, apud _Notas sôbre
Portugal_, t. II, págs. 73 e segs.; Marques Braga, _Ensaio sôbre a
psicologia do povo português_, Coimbra, 1902.
[115] Cf. J. Augusto Coelho, _Evolução geral das sociedades ibéricas_,
Lisboa, 1908, t. II.
[116] As _percentagens_ e os _valores métricos_ são referidos à _altura
média do recêm-nascido_ (0^m,50).
[117] Quási a quarta parte da _altura_.
[118] Quási dois terços da _altura_.
[119] Braço, antebraço, mão.
[120] Côxa, perna, pé. Pouco mais de um têrço da _altura_.
[121] Êste _índice_ exprime a relação do _diâmetro transverso_,
multiplicado por 100, com o _diâmetro ântero-posterior_.
[122] Êste 2.^o _índice_ exprime a relação do _perímetro torácico_,
multiplicado por 100, com a _altura do corpo_.
[123] Ambos os _sexos_.
[124] Cf. Charlton Bastian, _Le cerveau organe de la pensée_, t. II,
cap. 1.^o.
[125] Cf. Ch. Letourneau, _La psychologie ethniqne_, Paris, págs. 25 e
segs.
[126] Cf. Bernard Perez, _Les trois premières années de l'enfant_,
Paris, 1911, págs. 10 e segs.
[127] Cf. P. Hachet-Souplet, _De l'animal à l'enfant_, Paris, 1913, pág.
127 e segs.
[128] Cf. P. Hachet-Souplet, _ob. cit._, pág. 127.
[129] _Altura_ total do corpo: 83^{cm} (s. m.); 81^{cm} (s. fem.).
[130] J. J. Rousseau, _Émile, ou de l'éducation_, 4 vols., La Haye,
1762.
[131] Cf. Th. Ruyssen, _Essai sur l'évolution psychologique du
jugement_, _cit._, págs. 67 e segs.
[132] Cf. P. Hachet-Souplet, _ob. cit._, págs. 70 e segs.
[133] Cf. Ed. Cramaussel, _Le premier éveil intellectuel de l'enfant_,
Paris, 1911.
[134] _Altura_ total do corpo: 114^{cm},5 (s. m.); 106^{cm} (s. fem.).
[135] Cf. M.^{me} Necker de Saussure, _L'éducation progressive_, L. II,
cap. IV; Fr. Queyrat, _La logique chez l'enfant_, Paris, 1907; B. Perez,
_L'enfant de trois a sept ans_, Paris, 1907.
[136] Cf. _Le développement mental chez l'enfant et dans la race_, trad.
fr., págs. 15 e 16.
[137] Cf. E. Claparède, _Psychologie de l'enfant et pedagogie
expérimentale_, Paris, 1916, págs. 515 e segs.
[138] _Altura_ total do corpo: 154^{cm},8 (s. m.); 152^{cm} (s. fem.)
[139] Cf. _L'âme de l'adolescent_, _cit._, pág. 21.
[140] Cf. _Adolescence_, _etc._, _cit._, t. II, págs. 75 e segs.
[141] «_L'adolescence_ est l'âge de la _puberté_, l'âge où la sexualité
s'établit définitivement, où le garçon devient homme, où la fille
devient femme. Et personne ne saurait contester que la puberté marque
une étape importante et décisive dans le cours de la vie humaine». Cf.
G. Compayré, _L'adolescence_, Paris, 1909, pág. 5.
[142] Cf. J. Laumonier, _La physiologie générale_ cit.
[143] Cf. Paul-Boncour, _Anthropologie anatomique_, cit., pág. 56 e
segs.
[144] Cf. Topinard, _L'anthropologie_, cit.; Quételet, _Anthropométrie_,
Paris, 1871; Paul-Boncour, _Ob. cit._, pág. 60.
[145] Cf. J. Deniker, _Les races et les peuples de la terre_, Paris,
1900.