[Nota 64: HARDUNG, I, p. 243-45.
“Este romance muito interessante foi recolhido em duas diversas
variantes por Th. Braga.--É unico documento da poesia popular portugueza
em que encontramos a antiga tradição germanica do banido, tantas vezes
empregada na penalidade feraleira.--„ Ivi, p. 243, in nota.
L'altra variante, meno bella, va col titolo di _Flores e Ventos_ (ivi,
p. 245-46), e comincia:
“Caminhou Flores e Ventos
uma noite de natal;
deshonrou sete donzellas
todas de sangue real;
arrasou sete citades
que o pae tinha p 'ra lhe dar:
matou seis padres de missa,
revestidos no altar;
jogou cem dobrões de ouro
marcados e por marcar.
Sua mãi, quando tal soube,
logo ao rei foi fallar ecc.„
E finisce cosí:
“Sete annos andou em sella,
outros sete andou em pé;
foi acabar sanctamente
no adro de Nazareth.„]
[Nota 65: “Nous ne savons trop ce qu'on entendait par là; mais nous
remarquons, que, dans une chanson du Canada (_Chansons pop. du Canada_,
publ. par Ernest Gagnon, p. 47) il est question de _sous marqués_.„
PUYMAIGRE, _Romanceiro_, p. 240.--Io, dalla mia parte, mi contenterò di
osservare che soltanto in Francia, e piú specialmente nel secolo di
Luigi XIV, corse, tra l'altre, la moda di voler trovare in tutto e per
tutto _de la raison_, e che i poeti popolari non ebbero né avranno mai
conoscenza di questo avvertimento del Boileau: “Il faut, _même en
chansons_, du bon sens....„]