É mui curioso vêr aqui o Padre Ivo d’Evreux fazer uma especie de allusão
á antigas crenças d’esses povos, as quaes Thevet, ou talvez o Cavalheiro
de Villegagnon tinham guardado desde 1555, e que parece ser ignoradas
pelos nossos viajantes do Seculo XVI, pois não tratam d’ellas em suas
narrações.
Uma nota, mesmo concisa nos levaria muito longe, e vêr-nos-iamos forçados
a chamar a attenção do leitor para um opusculo, no qual reunimos tudo o
que podemos encontrar á respeito das ideias mythologicas dos Tamoyos e
dos Tupinambás. (Vide sobre os _Maraïta—Une fête bresilienne célébrée
à Rouen em 1550 suivie d’un fragment du XVIme siécle roulant sur la
Théogonie des anciens peuples du Brésil_. Paris, Techener, 1850 gr. in
8.º)