Doce era a voz do velho: o som do Nablo
Sonoro: o ceu sereno: clara a terra
Pelo brando fulgor do astro da noite:
E o propheta parou: erguidos tinha
Os olhos para o ceu, onde buscava
Um raio de esperança e de conforto:
E elle calára já, e ainda os ecchos,
Entre as minas sussurrando, ao longe
Iam os sons levar de seus queixumes.