XII.

Doce era a voz do velho: o som do Nablo

Sonoro: o ceu sereno: clara a terra

Pelo brando fulgor do astro da noite:

E o propheta parou: erguidos tinha

Os olhos para o ceu, onde buscava

Um raio de esperança e de conforto:

E elle calára já, e ainda os ecchos,

Entre as minas sussurrando, ao longe

Iam os sons levar de seus queixumes.

A Harpa do Crente Tentativas poeticas pelo auctor da Voz do Propheta · 第 27 / 76 题