Adozinda, ajoelhada
Juncto ao leito onde convulsa
Jaz a mãe attribulada,
Do coração, que lhe pulsa
Como se fôra quebrar,
Traz d’amargo pranto um rio,
Que dos olhos vem a fio
As maternas mãos banhar;
As mãos que ella aperta e beja,
E que o pranto que gotteja
Ja não sentem derramar.