Doze horas depois fui ao escriptorio do _Jornal_; lá estava uma cartinha
com a minha senha. Constava de duas linhas bem traçadas, quanto á
essencia; quanto á calligraphia, nunca vi peóres gregotins.
«Sr. ***.--Ora queira Deus e Deus queira vos não mettais em camisa de
onze varas! Rua do Conde n....»
Resposta mais laconica e expressiva, só um couce, mal comparada.
Sem perder os estribos da confiança, em presença de tamanha ameaça, fui.
Eram onze horas da manhã, duas horas depois de feita a digestão dos que
almoçam ás nove.