Ser escravo, Senhor, é o meu anseio! Libertai-me o meu peito da miséria
dos mundos vãos de vãs aspirações da vaidosa existência corruptível, e
convertei-me em cinza o coração, na tirania de um amor ardente, por ele
purificado e consumido--assim como o fogo abrasa o cedro e o roble, em
chamas gloriosas redimindo na luz, que é vida eterna, do transitório
orgulho da opulência que se nutriu das seivas da floresta!