_Alvaro de Sousa_.»
--E depois?--interrompi com anciedade.
--Depois...... tu vaes dizer que eu te minto!...
--Não digo... palavra d'honra!
--Depois, o codilhado foi Alvaro de Sousa, porque o marido da Maria da
Luz empregou convenientemente os doze mil cruzados e vive perfeitamente
com sua mulher.
--Mas Alvaro de Sousa? nunca mais se importou com ella?
--Nunca mais. A consciencia diz-lhe que está vingado.
--E das outras?
--Das outras... vingou-se sem ruido... Tomou d'ellas uma vingança que
não póde ser romantisada por ser muito simples.
O meu amigo viu passar uma mulher, e foi atraz d'ella.
Eu escrevi tudo isto com as reminiscencias vivissimas do dialogo.
Querem saber onde tudo isto aconteceu?
Agora é que v. exc.^{as} vão ficar surprehendidas...
Foi em Pekim!
Salvei a moral publica!
Cante-se o hymno!