Passada a primeira expansão de alegria, que a felicidade do pae lhe

despertára, acudiu a reflexão a fazel-a meditar sobre as tenções de

Jenny.

Esta, que observava a amiga, chamou-a de parte.

--Que ares graves são esses, Cecilia?

--Jenny, deixa-me fazer-lhe uma pergunta?

--Não; se for feita de maneira tão ceremoniosa. Vê que não é assim que

eu te trato.

--Mas...

--É condição para que te escute. Falla.

--Diga-me...

A um gesto de Jenny, corrigiu, sorrindo:

--Dizes-me toda a significação d'isto?

--De quê?

--D'esta generosa acção, que eu sinto vir da... tua inspiração?

--Então não te basta a explicação que dei? Tão impossivel te parece já a

gratidão, que...

--Não, mas as circumstancias, que occorreram... o que se passou...

--Que tem tudo isso?

--Jenny, perdôa-me; mas a minha consciencia obriga-me a pôr de parte

todas as reservas e a fallar-te com franqueza...

--E inda agora o fazes?

--Responde-me... Quaes são as tuas tenções?

--Que tenções?

--As tuas tenções... a meu respeito?

--Ah!... As melhores tenções d'este mundo... Fazer-te feliz.

--Mas repara, Jenny, que eu não o posso nunca ser, á custa de

sacrificios alheios.

--E quem é que se vae sacrificar?

--Não sei, mas... acudiu-me um pensamento... louco por certo... mas

inquieta-me... A tua generosidade é capaz de tudo...

--Vamos lá a ver esse pensamento louco, que te occorreu.

--N'aquella manhã, no dia dos teus annos, quando me appareceste, como o

anjo de misericordia, em um momento de afflicção... lembras-te?

--Vamos adiante... O anjo de misericordia é que veio de mais ahi...

--N'esse momento, ouvi-te dizer algumas palavras, que tremi de

comprehender, depois quando disseste a... teu irmão que eu tinha

direitos a exigir d'elle a affeição que...

--E não tinhas?

--Ouve-me, Jenny. D'aquella vez a tua angelica presença bastou para me

salvar; mas se não bastasse, quando eu tivesse sido surprendida, como o

acaso me arriscou a ser, alli, só, n'aquelle logar, e ficasse perdida na

opinião de todos, coberta de vergonha e de despreso, ainda assim

preferiria retirar-me só com a minha consciencia, que me não accusava, a

usar dos direitos a essa reparação, que dizias. Exigir affeições! Repara

bem, Jenny:--Exigir!--E podem lá exigir-se affeicões? Receber as

apparencias d'ellas, em vez da realidade! E a quem dá isso venturas?

--Tens razão, Cecilia. Vê; eu também sou do teu pensar, e comtudo teimo

em fazer-te feliz. E sinceramente confesso que isto hoje é um passo dado

no caminho, em que entrei e que estou disposta a seguir até o fim.

--Mas...

--Com franqueza, Cecilia. Falta-nos o tempo para rodeios. Acreditas ou

não na affeição de Carlos?

--Não.

--Que _não_ tão desenganado!--tornou Jenny, sorrindo--Ha de custar-me a

perdoar-t'o. Não sei se sabes que tomei sobre mim o justificar meu

irmão. Já tenho alcançado muitas victorias. Meu pae confessou-se já

hontem injusto para com elle. A tua criada Antonia está meia abalada

tambem.

--Antonia?!

--É verdade. Eu suspeitei que meu irmão tinha n'ella um inimigo, e

parece-me ha ver acertado. E senão dize-me: não foi Antonia quem te

contou a historia de certa visita, que Carlos recebeu?

Cecilia desviou os olhos, ao ouvir a referencia ao delicto, que com tão

amargas censuras lhe fora de facto contado pela criada.

--Bem vejo que me não enganei--continuou Jenny.--Pois até Antonia se

dará por vencida a final. Emquanto á tal visita... dir-te-hei de

passagem que tudo está satisfactoriamente explicado.

--Como?--perguntou Cecilia com vivacidade.

--É segredo que meu irmão te poderá revelar, quando... entre ti e elle

não devam existir segredos.

--Tarde viria então, para me aproveitar, o esclarecimento.

--Até lá contenta-te com a minha palavra; ou tambem duvídas d'ella?

A volta de Manoel Quentino á sala interrompeu o dialogo.

Cecilia ficou no fim d'elle com mais confiança no futuro, e mais

frequentes lhe assomaram os risos aos labios no resto da manhã.

Espalhou-se rapidamente na Praça, durante aquella manhã, a nova da

promoção de Manoel Quentino.

Choveram-lhe parabens de todos os lados, cresceu na opinião publica a

reputação do guarda-livros.

Conceituando altamente a classe commercial, não podia Manoel Quentino

ficar indifferente, ao sentir-se guindado por ella na escada da

consideração. Deixava-se possuir de legitimo orgulho, que, não obstante,

o não fazia soberbo.

Paulo foi no mesmo dia nomeado guarda-livros, com augmento de ordenado.

O pobre rapaz recebeu com lagrimas a nomeação. Estas lagrimas estavam

vingando Mr. Richard.

As manifestações publicas de intimidade entre as duas familias

repetiram-se, graças aos artificios de Jenny.

Uma noite, Cecilia, obrigada por ella, appareceu no theatro.

Os amigos de Carlos reconheceram-a, e os boatos do proximo casamento de

Mr. Richard com a filha do seu novo socio principiaram, desde então, a

transpirar na cidade com certa insistencia.

A phantasia de alguns novelleiros explicava o facto por motivos

occultos, dando a entender que os serviços, que devia a casa Whitestone

a Manoel Quentino, eram maiores do que os reconhecidos por ella e que as

economias do velho guarda-livros tinham valido para atalhar os males

causados pelos arrojos do patrão. Desde que se achára assim meio de

fazer intervir na explicação o elemento interesse, os animos aceitavam-a

de mais boa mente.

Tinha Mr. Richard razão.

Partira porém um vapor para Londres e, após o primeiro, outro e outro,

sem que o velho commerciante inglez fizesse lembrar ao filho o

cumprimento da sua sentença.

Uma manhã, estava Mr. Richard no gabinete, enthusiasmado na contemplação

da chamada «Águia dourada», ou technicamente: _Aquila Chrysaetos_, raro

visitador dos suburbios de Londres, que elle recebera nas vesperas de um

seu amigo de Boxhill, onde fora caçada e morta, quando d'este quasi

extase de colleccionador o arrancou o rumor da porta do gabinete que se

abria; Mr. Richard voltou-se e viu o rosto da filha, que espreitava para

dentro.

--Entra, Jenny, entra--disse elle, com a affabilidade com que sempre lhe

fallava.

Jenny entrou.

--Que te traz por aqui, tão de madrugada?

--Encarreguei-me de uma apresentação, que peço licença para fazer-lhe.

--De uma apresentação?! De quem?

--De uma pessoa--respondeu Jenny maliciosamente--que lhe quer pedir as

suas ordens para Londres. Ha muitos dias já que tinha de partir para lá.

Mr. Whitestone olhou, sorrindo, para a filha, cujas palavras, com o seu

sahor epigrammatico, o deliciavam.

--Que entre, que entre o teu recommendado.

Jenny abriu a porta e introduziu Carlos na sala.

Apesar da timidez, que sentia sempre na presença do pae, Carlos recebia

agora coragem da consciencia de ter ganho de antemão a causa, que vinha

por formalidade advogar alli.

--Meu pae--disse elle, adiantando-se para Mr. Whitestone--não ha muitos

dias, que pela sua bôca ouvi qualificada como infamia uma acção minha;

venho pedir-lhe agora que me deixe usar do unico meio, que tenho, para

evitar que a arguição seja, até certo ponto, merecida.

--Qual é?--perguntou concisamente Mr. Richard.

--Procurar Manoel Quentino e pedir-lhe para offerecer o meu nome,

honrado por meu pae com uma vida inteira de probidade, a essa menina,

que as minhas imprudencias, e nunca as minhas intenções, iam

sacrificando. Salvou-a uma vez a generosidade de minha irmã; outra, a

sua, senhor. Deixe-me pois seguir o exemplo tão nobre que me apontaram e

com elle o que, ao mesmo tempo, me aconselha o coração.

--E já pensaste bem, Carlos;--disse Mr. Richard, que tinha já perdido

toda a sua rispidez--já pensaste bem no que vaes fazer? Não temes que

venhas ainda a arrepender-te d'esse passo pouco reflectido? Não receias

tornar-te o instrumento da infelicidade d'essa menina? Estás preparado

para as obrigações, que, como chefe de familia, vaes chamar sobre ti?

--Eu sei que o passado poucas garantias me póde conceder; mais tenho fé

em que o futuro me justificará...

--Fé?--disse Mr. Richard, rindo--É o unico fiador que tens por ti?

Jenny pousou a mão no hombro do pae, dizendo com suavidade:

--E eu.

Mr. Richard voltou-se.

--Tu? Tu afianças Carlos?

--Afianço.

--É arrojo!

--Não é a primeira vez. E o pae sabe qual de nós tem tido razão de se

arrepender. Se eu, da minha confiança; se o pae, das suas suspeitas.

--Á falta de melhor, aceito a garantia.

E voltando-se para o filho:

--Parta então, Carlos; e lembre-se de que, depois do passo que vae dar,

é... deve ser outro homem.

E Mr. Richard Whitestone estendeu a mão para o filho, que a beijou,

antes de partir.

--Não sei se fizeste bem, Jenny--dizia o pae, vendo-o saír do quarto.

--Consultei a memoria de minha mãe, tendo os olhos no retrato d'ella.

Tenho fé nas resoluções que me veem assim.

Mr. Richard olhou algum tempo para a filha com amor, e depois,

apertando-a ao peito, disse:

--Deus te ouça!... E ha de ouvir, que bem lh'o mereces.

--E nós, senhor, ficamos aqui?--perguntou Jenny.

--Pois que mais queres tu ainda?

--É natural que seja Charles o primeiro a tratar este negocio em casa de

Manoel Quentino; mas será delicado que seja o unico?

Mr. Richard tocou a campainha.

--Que apromptem o carro para já--disse ao criado que acudiu ao signal.

--E agora que mais queres?

--Agradecer-lhe.

E depois de abraçar o pae, saiu a correr da sala.

Esta scena teve em casa de Manoel Quentino os seguintes resultados:

Estava o pae de Cecilia preparando-se para sair, quando viu entrar

Antonia no quarto com inquietação e sobresalto.

--Que é, Antonia? Que temos nós?--disse Manoel Quentino, surprendido com

o aspecto da criada.

--Está alli alguem a procural-o, snr. Manoel Quentino.

--Ainda algum importuno a dar-me parabens. Emquanto eu fui

guarda-livros, ninguem me procurava... agora...

E preparou-se para ir ver quem era.

Cecilia, ao ouvir a criada, córada de maneira particular e sob não sei

que pretexto, recolheu-se ao quarto.

É que se lembrou, n'aquelle momento, de um bilhete, que na vespera

recebera de Jenny, com estas sós palavras:

«Desejo-te e agouro-te muito risonhas madrugadas.»

Assignada--«Tua irmã, _Jenny_.»

Logo que Cecilia saiu, Antonia chegou-se ao pé de Manoel Quentino e

disse-lhe em ar de mysterio:

--É elle outra vez!

--Elle quem?

--O filho do inglez.

--Carlos?!

Foi com alvoroço que Manoel Quentino desceu as escadas e chegou á

presença do irmão de Jenny.

Carlos não estava menos agitado. Nos seus gestos e palavras havia uma

gravidade, que Manoel Quenlino lhe estranhou.

Não se sentiam á vontade um na presença do outro, o que não é para

admirar depois das scenas occorridas entre ambos.

Carlos rompeu primeiro o silencio.

--Manoel Quentino, eu venho aqui para um fim muito serio e de maxima

importancia para nós ambos.

Depois de curto intervallo de pausa, acrescentou:

--Venho aqui pedir-lhe a mão de sua filha.

Manoel Quentino deu um salto na cadeira, em que estava sentado.

--Pedir a...?

--A mão de Cecilia--repetiu Carlos, com firmeza.

Uma nuvem toldou por momentos o espirito de Manoel Quentino. As

suspeitas, mal acalmadas, agitaram-se de novo áquellas palavras.

Carlos, notando-o, acrescentou:

--Não lhe occulto agora que ha muito sinto por sua filha uma affeicão,

que em vão procurei combater. Curvei a cabeça ante as suas accusações,

Manoel Quentino, não porque me exprobrasse a consciencia alguma tenção

infame, mas porque pelas minhas imprudencias podia de facto ter

arriscado a boa fama da pessoa, que eu quereria defender por todo o

preço, á custa de todos os sacrificios, e tinha remorsos d'isso. Não é

reparação, que venho aqui oferecer; Cecilia não carece d'ella; venho

pedir-lhe a minha felicidade.

Manoel Quentino permanecia como estupefacto.

--De meu pae tenho já o consentimento; tenho tambem a approvacão de

Jenny; falta-me apenas...

--E Cecilia?...

--Interrogue-a.

Manoel Quentino, quasi sem saber o que fazia, dirigiu-se á porta para

chamar a filha. Esta não estava longe, como é de prever.

Ao entrar na sala, o rosto tinha-lhe dito mais, do que se podia esperar

das palavras.

Manoel Quentino não era para mais hesitações e reservas. Atirou-se ao

pescoço de Carlos; abraçou-o, beijou-o, chamando-lhe seu querido filho.

--Cecilia--dizia Carlos d'ahi a pouco, aproximando-se d'ella--se, para

avaliar os seus sentimentos, esperasse que m'os revelasse, duvidaria

ainda, sabe?

--Mas não duvída?

--Não, porque... os adivinho; julgo eu que os adivinho.

--E que mais quer? Infelizes dos que não sabem adivinhar assim. Esses...

não amam devéras. Não lhe parece?

--E adivinha tambem?

--Espero que sim.

--Mas ainda ha tão pouco tempo que duvidava!

--Ou queria obrigar-me a duvidar.

--E não o conseguiu?

--Bem vê que creio, antes de ouvir a justificação.

--Prometto-lhe que não abusarei d'essa generosa confiança--respondeu

Carlos, beijando-lhe a mão, que ella lhe estendia.

Ora succedeu que a snr.ª Antonia surprendesse esta scena. Rica de tal

descoberta, correu a dar parte d'ella ao amo, que cantarolava na sala

contigua.

Mas qual não foi o seu espanto, ao ver Manoel Quentino receber ás

risadas a communicacão do delicto!

Um raio de luz atravessou o entendimento d'aquella prudente senhora.

Tinha ella bastante tino politico para deixar de imitar os deputados

que, aos primeiros indicios de mudança ministerial, teem a cautela de se

passarem, com armas e bagagem, para a opposicão, com o fim de no dia

seguinte amanhecerem do lado do poder.

Teve cêdo a snr.ª Antonia occasião de manifestar este tacto politico.

Ouviu-se tocar a campainha do portal, e Antonia, que veio abrir a

cancella, achou-se na presença do snr. José Fortunato, o qual a vinha

prevenir de que vira passar Carlos na rua.

--Olhem o milagre! Se elle está cá em cima!--disse Antonia, encolhendo

os hombros.

--Lá em cima!--exclamou o outro.

--Temos grande novidade. A cousa agora é a valer.

--O quê? o que é a valer, snr.ª Antonia, o que é a valer?

--Desconfio que ha casamento tratado.

O snr. José Fortunato fez uma careta.

--Que me diz?!

--Sim; então que ha ahi de maior? Talhados são elles um para o outro. Da

mesma idade e...

Não pôde continuar; o carro de Mr. Richard parava junto do portal, e o

velho inglez saltou lepidamente d'elle e ajudou Jenny a saír.

--Santa Virgem, que ahi vem tudo!--exclamou Antonia, correndo pelas

escadas acima a annunciar os recem-chegados.

A curiosidade do snr. José Fortunato venceu o despeito e fel-o entrar

tambem para ver.

Viu um singular espectaculo!

Jenny abraçava Cecilia com effusão; Manoel Quentino era gravemente

abraçado por Mr. Richard; depois era Carlos, que apresentava Cecilia a

Mr. Richard, dizendo:

--Trago-lhe mais uma filha, senhor.

E Mr. Richard, que respondia, abraçando-a:

--Agradecido, Carlos. É um verdadeiro thesouro, que me dás.

Cecilia beijava commovida a mão do inglez. Manoel Quentino, soltando

phrases desordenadas, abraçava toda a gente. Antonia dava parabens a

todos e de ninguem era attendida.

O snr. José Fortunato viu e voltou as costas ao que vira. Desceu as

escadas, despercebido de todos, sacudiu na soleira da porta o pó dos

seus sapatos, e, resmoneando palavras inintelligiveis, saiu para não

voltar.

CONCLUSÃO

Vencidas as difficuldades, que as differentes religiões de Carlos e de

Cecilia traziam comsigo, o casamento fez-se. Não exponho agora aqui as

condições do contracto, por me parecerem de pouco interesse para o

leitor.

Manoel Quentino não desceu no conceito publíco. Pelo contrario, passou a

ser um d'estes homens, que em certas épocas o Porto julga indispensaveis

e cujos nomes passam a figurar em quantos cargos, sociedades e

commissões se organisam n'esta emprehendedora cidade.

Tem sido successivamente director de um banco, mordomo da Santa Casa e

camarista.

Mr. Richard continúa com os seus habitos de vida ingleza e com as

leituras do Sterne.

Os seus compatriotas Brains e Morlays são ainda o que sempre foram; um,

o inglez que chora; outro, o inglez que ri.

Preciso de acrescentar que Cecilia e Carlos vivem felizes?

Nem eu sei se teria coragem de lhes escrever a historia dos amores se

esse não fora o resultado.

E Jenny?

Jenny é sempre o anjo bom da familia.

Nunca Mr. Richard teve de pedir-lhe contas da fiança que dera por

Carlos. Este não lhe tem offerecido ensejo para isso.

FIM.

[1] Paul Feval.

INDICE

I--Especie de prologo, em que se faz uma apresentação ao leitor

II--Mais duas apresentações, e acaba o prologo

III--Na Aguia d'Ouro

IV--Um anjo familiar

V--Uma manhã de Mr. Richard

VI--Ao despertar de Carlos

VII--Revista da noite

VIII--Na Praça

IX--No escriptorio

X--Jenny

XI--Cecilia

XII--Outro depoimento

XIII--Vida portuense

XIV--Imminencia de crise

XV--Vida ingleza

XVI--No theatro

XVII--Contas de Carlos com a consciencia

XVIII--Contas de Jenny com a consciencia de Carlos

XIX--Aggravam-se os symptomas

XX--Manoel Quentino procura distracções

XXI--O que vale uma resolução

XXII--Educação commercial

XXIII--Diplomacia do coração

XXIV--Em que a senhora Antonia procura encher-se de razão

XXV--Tempestade domestica

XXVI--Inefficaz mediação de Jenny

XXVII--O motivo mais forte

XXVIII--Fórma-se a tempestade em outro ponto

XXIX--Os amigos de Carlos

XXX--Peso que póde ter uma leviandade

XXXI--O que se passa em casa de Manoel Quentino

XXXII--Os convivas de Mr. Richard

XXXIII--Em honra de Jenny

XXXIV--Manoel Quentino allucinado

XXXV--A sentença do pae

XXXVI--A defeza da irmã

XXXVII--Como se educa a opinião publica

XXXVIII--Justificação de Carlos

XXXIX--Corôa-se a obra

Uma família ingleza: Scenas da vida do Porto · 第 30 / 30 段