1871.
«Nem a amizade dos leitores póde encobrir os defeitos do escriptor,
nem escurecer-lhe os acertos o odio; e entre estes dois extremos
(ordinariamente viciosos) se levanta o tribunal da justiça dos
desinteressados, por independentes, ou por não conhecidos, que
costumam dar o louvor por premio aos benemeritos, e a censura por
castigo aos culpados.»