[33] Marquez de Santillana, _Carta ao Condestavel de Portugal_.
[34] Op. cit. p. 31, n.º 76.
[35] Apud _Pays basque_, por Fr. Michel, p. 230, 281, 283.
[36] _Cancioneiro popular_, p. 60. Coimbra, 1867.
[37] «Os irlandezes, cuja musica é naturalmente mais triste, eram
mais dispostos a adoptar a expressão da dôr; assim o _coronach_ ou
_ulalaith_, a lamentação era o mais commum dos seus cantos funebres.»
_Histoire des Druides_ d'aprés M. Smith, p. 78.
[38] _Canc. da Vaticana_, n.º 415.--A influencia basca na poesia
tradicional e palaciana, parece determinar-se por uma acção mais
moderna, como se vê por esta canção de Ruy Paes de Ribela: (_Antologia
portugueza_, n.º 23.)
A donzella de Biscaya
ainda a má preito saia
de noite ao luar? etc.
São biscainhas as tradições heraldicas colligidas pelo Conde D. Pedro
no Nobiliario ácerca da _Dama pé de cabra_.
[39] Lemière, _2.ᵉ Étude sur les Celtes et les Gaulois_, 1.º fasc.
[40] Vid. essa comparação no _Manual de Historia da Litteratura
portugueza_, p. 47.
[41] Apud Nanuci, _Manual della Letteratura italiana_, I, p. 273.
[42] _Obras_, t. III, 218.
[43] _Canc. geral_, t. III, 562.
[44] _Poésies béarnaises_, canson XXXIX p. 152. Ed: Pau, 1852.
[45] Ap. _Rev. des Deux Mondes_, 1846, t. IV, p. 402.
[46] _Memorias para la Historia de la Poesia_, etc. p. 144.
[47] _Aperçu de l'Histoire des Langues neo-latines en Espagne_, p. 36.
[48] Vid. _Antologia portugueza_, n.º 1.
[49] _La Academia_, n.º 17, p. 262. Madrid, 1877.
[50] Herculano, _Hist. de Port._, III, p. 189. (1849).
[51] _Carta ao Condestavel_, § XIV.
[52] _Mem_, p. 196.
[53] Eis aqui alguns rifões gallegos communs á tradição portugueza:
Tempos van e tempos ven,
Sufranse os que penas ten.
O vino
Fai o vello mocino.
* * * * *
No hai lua como a do Janeiro,
Nin amor como o promeiro.
* * * * *
Digocho sogra,
E entendemo nora.
* * * * *
O probe é sempre mal home;
O rico sempre é un bendito.
* * * * *
Pascuas molladas,
Moitas obratas;
Pascuas enxoitas
Nin poucas nin moitas.
* * * * *
Quen manda e fai
Ten dous traballos.
* * * * *
O home por la palabra
E o boi pola corda.
Á conta dos meus compadres
Rebandas ós meus afillados.
* * * * *
Canto mais lle dan ó tolo
Mailo tolo quer.
* * * * *
Dixolle o pote ó caldero
Tirat' alá no me luxes.
* * * * *
No mes de Janeiro
Vaite ó outeiro,
Se ves verdejar
Pónte a chorar;
Se ves negrejar
Ponte a bailar.
* * * * *
No mes de Janeiro
Saben as berzas
Coma o carneiro.
* * * * *
A muller e a ovella
Cedo pra cortella.
* * * * *
O que escoita
Mal de si oye.
[54] _Epopêas mosarabes_, p. 173 a 207.
[55] _Mem._ cit. p. 35.
[56] Periodico--_La Galicia_, vol. IV, p. 107.
[57] Esta grammatica ressente-se da grave opinião do seu auctor, que
desconhece que o gallego é um dialecto do portuguez, e por isso o seu
estudo comparativo ficou em grande parte improficuo. Vid. _Romania_,
n.º 3; e _Bibliographia critica de historia e litteratura_, p. 55.