LXVIII--Como falleciam os mantimentos á Rainha e ao Priol do Crato 135

LXIX--De uma embaixada d'El-Rei d'Aragão e de Napoles que veiu ao

Infante D. Pedro sobre os feitos da Rainha 136

LXX--De como o Regente determinou pôr cêrco ao Crato e ás outras

fortalezas do Priol, e a que pessoas os cêrcos foram encommendados 137

LXXI--Como El-Rei quiz vêr e viu o capitão na ordenança de guerra em que

vinha 139

LXXII--Como a Rainha meteu de Castella gente d'armas n'estes reinos para

se bastecer, e do que fizeram 141

LXXIII--Da resposta que o Regente houve d'algumas cousas que com sua

embaixada enviou a Roma requerer 142

LXXIV--Como em se accordando o cêrco do Crato soube o regente que a

Rainha D. Lianor era partida do Crato para Castella, e como todavia

seguiu, e do que se fez 144

LXXV--Como o Infante D. Pedro e o Infante D. Anrique se foram a Lamego

para passarem entre Doiro e Minho. E como o conde de Barcellos se poz em

defeza, e do que se n'isso passou 148

LXXVI--Das côrtes que se fizeram sobre o casamento d'El-Rei com a Rainha

D. Isabel, filha do Infante D. Pedro 152

LXXVII--Como o Regente por meio do conde de Barcellos procurou de se

concordar com a Rainha D. Lianor, e das cousas porque ella não quiz

153

LXXVIII--Como a Rainha D. Lianor se foi á côrte de El-Rei de Castella, e

das embaixadas que vieram a Portugal 155

LXXIX--De como o Regente sobre a resposta que a estas embaixadas se

daria, fez côrtes geraes 157

Chronica de el-rei D. Affonso V (Vol. III) · 第 110 / 127 题