Capitulo XXXV--Reunião de toda a familia.--Explicação dos mysterios.--O
coração da mulher.--Parricidio.--Carlos beija emfim a mão a Fr. Diniz e
abraça a pobre da avó. 87
Capitulo XXXVI--Que não se acabou a historia de Joanninha.--Processo ao
coração de Carlos.--Immoralidade.--Defeito de organização não é
immoralidade.--Horror, horror, maldicção!--Um barão que não pertence á
familia lineana dos barões propriamente dittos.--Porta de
Atamarma.--Senatus consulto santareno.--Nossa Senhora da Victoria
_afforada_.--Threnos sôbre Santarem. 99
Capitulo XXXVII--A Graça e sua bella fachada gothica.--Sepultura de
Pedr'alvares Cabral.--Outro barão que não é dos assignalados.--Egreja do
Sancto-milagre.--Bellos medalhões mosarabes.--De como, chegando o prior
e o juiz, houve o A. vista do Sancto-milagre, e com que
solemnidades.--Monumento da muito alta e poderosa princeza a infanta D.
Maria da Assumpção.--Casa onde succedeu o milagre convertida em capella
de stylo philippino.--O homem das botas, e o que tem elle que haver com
o Sancto-milagre de Santarem.--Admiravel e graciosa esperteza da
regencia do Rocio.--Aaroun-el-Arraschid: e theoria dos governos
folgasões, os melhores governos possiveis.--Volta o paladio scalabitano
de Lisboa para Santarem. 111
Capitulo XXXVIII--Jantar nos reaes paços de Affonso Henriques.--Sautés e
salmis.--Desce o A. á Ribeira de Santarem em busca da tenda do
Alfageme.--A espada do Condestavel.--Desappontamento.--O salão elegante.
Dissipam-se as ideas archeologicas. Os fosseis. Tudo melhor quando visto
de longe.--O baile público.--Soirée de piano obrigado.--Theatro.
Desaffinações da prima-dona.--Syphlis incuravel das traducções.
Destempêro dos originaes.--A xácara de rigor, o subterraneo e o
cemiterio.--Sublime gallimathias do ridiculo.--A bella e necessaria
palavra 'gallimathias.'--Se as saudades matam.--Perigo de applicar o
scalpello ou a lente ao mais perfeito das coisas humanas.--De como a
logica é a mais perniciosa de todas as incoherencias. 121
Capitulo XXXIX--Processo de scepticismo em que está o
auctor.--Moralistas de _requiem_.--O maior sonho d'esta vida, a
logica.--Differença do poeta ao philosopho.--O coração de Horacio.--O
collegio de Santarem.--Jesuitas e templarios.--O alliado natural dos
reis:--'Ficar na gazeta' phrase muito mais exacta hoje do que 'Ficar no
tinteiro'.--San'Frei Gil e o Doutor Fausto.--De como o A. foi ao tumulo
do sancto bruxo e o achou vazio.--Quem o roubaria? 131
Capitulo XL--As Claras.--Aventura nocturna.--Se as freiras mettem medo
aos liberaes? O Psalmo.--Tres frades.--Práctica do franciscano.--O corpo
de San' Fr. Gil.--Que se hade fazer das freiras?--Mal do govêrno que
deixar comer mais aos barões. 141
Capitulo XLI--O roubador do corpo do sancto descuberto pela arguta
prespicacia do leitor benevolo.--Grande lacuna na nossa
historia.--Porque se não preenche?--Página preta na historia de Tristam
Shandy.--Novellas e romances, livros insignificantes.--O adro de
San'Francisco e as suas acacias.--Que será feito de Joanninha?--O peito
da mulher do norte.--Vamos embora: ja me infada Santarem e as suas
ruinas.--A corneta do soldado e a trombeta do juizo final.--Eheu,
Portugal, eheu! 151
Capitulo XLII--Protesto do auctor.--Desaffinação dos nervos.--O que é
preciso para que as ruinas sejam solemnes e sublimes.--Que Deus está no
Colliseu assim como em San'Pedro.--Quer-se o auctor ir embora de
Santarem.--Como, sem ver o tumulo d'elrei D. Fernando?--Em que estado se
acha este.--Exemplar de stylo byzantino.--Coroa real sôbre a caveira.--O
rei d'espadas e o symbolo do imperio.--Quem nunca viu o rei cuida que é
de oiro.--Brutalidades da soldadesca n'um tumulo real.--O que se acha
nas sepulturas dos reis.--A phrenologia.--Vindicta pública, tardia mas
ultrajante.--Camões e Duarte Pacheco.--A sombra falsa da
religião.--Regimen dos barões e da materia.--A prosa e a poesia do
povo.--Synthese e anályse.--O senso íntimo.--Se o auctor é demagogo ou
Jesuita?--Jesu Christo e os barões. 157
Capitulo XLIII--Partida de Santarem.--Pinacotheca.--Impaciencia e
saudades.--Sexta-feira.--Martyrio obscuro.--A figura do
peccado.--Estamos no valle outra vez.--Evocação de incanto.--A irman
Francisca e Fr. Diniz.--A teia de Penelope.--E Joanninha?--Joanninha
está no ceo.--A mulher morta a dobar esperando que a interrem.--A
esperança, virtude do christianismo.--Uma carta. 167