[1] Epist. 105 Labbe, Coll. dos Concil., t. VI, col. 1559.
[2] Relação do naufragio da nau _S. Bento_, pag. 55.
[3] Idem, pag. 73.
[4] Idem, pag. 109.
[5] Relação da viagem e sucesso das naus _Aguia_ e _Garça_, pag. 222.
[6] Obras de Gil Vicente, t. II, pag. 414.
[7] Codic. da B. Real publicado pelo senhor A. H, no vol. III do
_Panorama_, pag, 277.
[8] Tomo III do Romanceiro, pag. 87.
[9] Creio que esta passagem se refere á seguinte: «Estes cafres não
deram novas como os quatro homens que mandaramos adiante com recado a
Lourenço Marques, eram mortos ou mataram d’alli perto, porque elles
constrangidos pela fome tomaram um cafre que toparam ao largo do mar, e
metendo-se com elle em um mato, o espostejaram e assaram para fornecer
os alforges; mas como os visinhos d’este o achassem menos, e a terra
seja de areia, vieram pelo trilho a dar com o negocio; e então levando
os nossos á praia, e não se havendo por bem o que d’elles não tomasse
vingança, fizeramnos coitados como crua carniceria.»--Idem, pag. 123
[10] Idem, pag. 135.
[11] Idem, pag. 419.
[12] Plutarch. _De Io et Osir._ 356.
[13] Alfred Maury, _Legendes pieuses_, p. 144.
[14] D’aqui em diante, com pequenas variantes, é similhante ao romance
_Mi padre era de Ronda_, do Cancioneiro de Romances.