Christo deu-nos o exemplo. Matt. xxvi, 38, 40; Luc. vi, 12.
É-nos mandada. Marc. xiii, 37; Apoc. iii, 2.
Exhortações. 1 Thes. v, 6; 1 Ped. iv, 7.
Deus requer que os seus ministros sejam vigilantes. Ezeq. iii, 17 com
Isa. lxii, 6; Marc. xiii, 34.
Recommenda-se-lhes que vigiem. Act. xx, 31; 2 Tim. iv, 5.
Os ministros fieis velam. Heb. xiii, 17.
A vigilancia é prova da fidelidade dos ministros. Matt. xxiv, 45, 46;
Luc. xii, 41-44.
§ DEVE SER ACOMPANHADA:
De oração. Luc. xxi, 36; Ef. vi, 18.
De acção de graças. Col. iv, 2.
De firmeza na fé. 1 Cor. xvi, 13.
De circumspecção. Marc. xiii, 33.
De sobriedade. 1 Thes. v, 6; 1 Ped. iv, 7.
Deve ser exercida todos os dias. Prov. viii, 34.
Em todas as coisas. 2 Tim. iv, 5.
Os justos oram para que a faculdade de velar lhes seja concedida. Ps.
cxl, 3.
§ ESTIMULOS:
Esperar que Deus nos dirija. Hab. ii, 1.
A incerteza com respeito ao tempo da vinda de Christo. Matt.
xxiv, 42; xxv, 13; Marc. xiii, 35, 36.
Os assaltos incessantes do demonio. 1 Ped. v, 8.
O estarmos sujeitos ao perigo da tentação. Matt. xxvi, 41.
Bemaventurados os que vigiam. Luc. xii, 37; Apoc. xvi, 15.
Os ministros desleaes não velam. Isa. lvi, 10.
Os impios em vez de velarem dormem. 1 Thes. v, 7.
Vigiae a tempo. Matt. xxiv, 48-51; xxv, 5, 8, 12; Apoc. iii, 3.
Illustrado. Luc. xii, 35, 36.
Exemplos: _David_, Ps. ci, 8; _Anna_, Luc. ii, 37; _Paulo_, 2 Cor. xi,
27.