Foi instituido por Deus. Gen. ii, 3.
Motivos para o instituir. Gen. ii, 2, 3; Ex. xx, 11.
O Septimo dia observado como o Sabbado do Senhor. Ex. xx, 9, 10, 11.
Foi feito para o homem. Marc. ii, 27.
§ DEUS:
Abençoou-o. Gen. ii, 3; Ex. xx, 11.
Sanctificou-o. Gen. ii, 3; Ex. xxxi, 15.
Bemdisse-o. Ex. xx, 11.
Mandou que fosse guardado. Lev. xix, iii, 30.
Mandou que fosse sanctificado. Ex. xx, 8.
Quer que celebrem a sua bondade, na observancia do Sabbado.
Deu. v, 15.
Dá prova do seu favor prescrevendo a observancia do Sabbado. 2
Esd. ix, 14.
Mostra a sua bondade prescrevendo-a. Ex. xxiii, 12.
É signal do pacto. Ex. xxxi, 13, 17.
É typico do socego do Céo. Heb. iv, 4, 9.
§ CHRISTO:
É o Senhor do Sabbado. Marc. ii, 28.
Tinha por costume guardal-o. Luc. iv, 16.
Ensinava n’esse dia. Luc. iv, 31; vi, 6.
Os criados e o gado devem descançar no Domingo. Ex. xx, 10; Deut. v, 14.
Não se deve fazer trabalho algum no Domingo. Ex. xx, 10; Lev. xxiii, 3.
Não se deve fazer compras. 2 Esd. x, 31; xiii, 15-17.
Não se deve transportar cargas. 2 Esd. xiii, 19; Jer. xvii, 21.
Deve ser celebrado o serviço divino. Ezeq. xlvi, 3; Act. xvi, 13.
Devemos lêr as Escripturas. Act. xiii, 27; xv, 21.
Deve ser prégada a palavra de Deus. Act. xiii, 14, 15, 44; xvii, 2;
xviii, 4.
É permittido o trabalho no serviço religioso. Num. xxviii, 9; Matt.
xii, 5; João, vii, 23.
São permittidas obras de caridade. Matt. xii, 12; Luc. xiii, 16; João,
ix, 14.
Pódem-se supprir as necessidades urgentes. Matt. xii, 1; Luc. xiii, 15;
xiv, 1.
§ CHAMA-SE:
O Sabbado do Senhor. Ex. xx, 10; Lev. xxiii, 3; Deut. v, 14.
O Sabbado de descanço. Ex. xxxi, 15.
O descanço do Sabbado consagrado ao Senhor. Ex. xvi, 23.
O dia sancto do Senhor, Domingo. Isa. lviii, 13; Apoc. i, 10.
O primeiro dia da semana era guardado como Sabbado pela Egreja
primitiva. João, xx, 26; Act. xx, 7; 1 Cor. xvi, 2.
§ OS JUSTOS:
Guardam-o. 2 Esd. xiii, 22.
Honram a Deus guardando-o. Isa. lviii, 13.
Regosijam-se n’elle. Ps. cxvii, 24; Isa. lviii, 13.
Protestam contra os que profanam o Sabbado. 2 Esd. xiii, 15,
20, 21.
Devemos guardal-o perpetuamente. Ex. xxxi, 17 com Matt. v, 17, 18.
Bemaventurado o que o honra. Isa. lviii, 13, 14.
Bemaventurado o que o guarda. Isa. lvi, 2, 6.
Arguições aos que o profanam. 2 Esd. xiii, 18; Jer. xvii, 27.
Castigo dos que o profanam. Ex. xxxi, 14, 15; Num. xv, 32-36.
§ OS IMPIOS:
Zombam d’esta lei. Lam. i, 7.
Polluem o Sabbado. Isa. lvi, 2; Ezeq. xx, 13, 16.
Profanam-o. 2 Esd. xiii, 17; Ezeq. xxii, 8.
O Sabbado enfastia-os. Amos, viii, 5.
Apartam os olhos do Sabbado do Senhor. Ezeq. xxii, 26.
Fazem a sua vontade n’aquelle santo dia. Isa. lviii, 13.
Fazem transportar cargas. 2 Esd. xiii, 15.
Trabalham. 2 Esd. xiii, 15.
Negoceiam. 2 Esd. x, 31; xiii, 15, 16.
Alguns pretendem respeital-o. Luc. xiii, 14; João, ix, 16.
O Senhor algumas vezes entrega-o ao esquecimento. Lam. ii, 6;
Os. ii, 11.
Exemplos, dos que o honraram. _Moysés_, etc.; Num. xv, 32-34;
_Nehemias_, 2 Esd. xiii, 15, 21; _As mulheres_, Luc. xxiii, 56;
_Paulo_, Act. xiii, 14; _Os discipulos_, Act. xvi, 13; _João_, Apoc. i,
10.
Exemplos dos que o profanaram: _Os que foram apanhar o manná_. Ex. xvi,
27; _Os que enfeixavam lenha_, Num. xv, 32; _Os homens de Tyro_, 2 Esd.
xiii, 16; _Os habitantes de Jerusalém_, Jer. xvii, 21-23.