As verdadeiras. Ef. iii, 8; 1 Cor. i, 30; Col. ii, 3; 1 Ped. ii, 6.
É Deus que as dá. 1 Reis, ii, 7; Ecc. v, 19.
As riquezas do mundo pertencem ao Senhor. Ag. ii, 9.
Deus dá-nos forças para adquirir riquezas. Deut. viii, 18.
A benção do Senhor, traz-nos riquezas. Prov. x, 22.
As riquezas dão poder. Prov. xxii, 7.
§ SÃO DESIGNADAS COMO:
Temporarias. Prov. xxvii, 24.
Incertas. 1 Tim. vi, 17.
Pouco satisfatorias. Ecc. iv, 8; v, 10.
Corruptiveis. Thia. v, 2; 1 Ped. i, 18.
Fugitivas. Prov. xxiii, 5; Apoc. xviii, 16, 17.
Enganadoras. Matt. xiii, 22.
Sujeitas ao roubo. Matt. vi, 19.
São perecedeiras. Matt. vi, 19.
Denso lodo. Hab. ii, 6.
Muitas vezes difficultam a entrada no reino de Deus. Marc. x, 23-25.
O engano das riquezas fazem a palavra infructuosa. Matt. xiii, 22.
A raiz de todos os males é a avareza. 1 Tim. vi, 10.
§ FREQUENTEMENTE LEVA-NOS:
Á soberba. Ezeq. xxviii, 5; Os. xii, 8.
A esquecermo-nos de Deus. Deut. viii, 13, 14.
A negar a Deus. Prov. xxx, 8, 9.
A abandonar a Deus. Deut. xxxii, 15.
A rebellarmo-nos contra Deus. 2 Esd. ix, 25, 26.
A regeitar a Christo. Matt. xix, 22; x, 22.
Ao orgulho. Prov. xxviii, 11.
Aos cuidados. Ecc. v, 12.
Á arrogancia. Prov. xviii, 23.
Á violencia. Miq. vi, 12.
Á oppressão. Thia. ii, 6.
Ao dôlo. Thia. v, 4.
A engolfarmo-nos em prazeres sensuaes. Luc. xvi, 19; Thia. v, 5.
A vida não consiste no que possuimos. Luc. xii, 15.
Alonga de mim, Senhor, a pobreza e a riqueza. Prov. xxx, 8.
Não devemos afanar-nos para sermos ricos. Prov. xxiii, 4.
§ QUEM CUBIÇA RIQUEZAS:
Cae em tentação e no laço do diabo. 1 Tim. vi, 9.
Em desejos inuteis e perniciosos. 1 Tim. vi, 9.
Desencaminha-se da fé. 1 Tim. vi, 10.
Não é innocente. Prov. xxviii, 20.
Enreda-se em desgostos. 1 Tim. vi, 10.
Perturba a sua casa. Prov. xv, 27.
De nada servirão no dia de vingança. Prov. xi, 4.
O rico murchará nos seus caminhos. Thia. i, 11.
Não podem resgatar a alma. Ps. xlviii, 7-10; 1 Ped. i, 18.
Não nos poderão livrar no dia da ira do Senhor. Sof. i, 18; Apoc. vi,
15-17.
§ OS QUE AS POSSUEM:
Não devem attribuil-as a si, mas a Deus. 1 Paral. xxix, 12.
Pôr n’ellas a sua confiança. Job, xxxi, 24; 1 Tim. vi, 17.
Pôr n’ellas o coração. Ps. lxi, 11.
Vangloriarem-se d’ellas. Deut. viii, 17.
Jactarem-se d’ellas. Jer. ix, 23.
Enthesoural-as. Matt. vi, 19.
Devem dedical-as ao serviço de Deus. 1 Paral. xxix, 3; Marc.
xii, 42-44.
Repartil-as com os pobres. Matt. xix, 21; 1 João, iii, 17.
Empregal-as para promover a salvação do proximo. Luc. xvi, 9.
Fazer bem francamente. 1 Tim. vi, 18.
Ter por privilegio o poder repartir. 1 Paral. xxix, 14.
Não se ensoberbecerem. 1 Tim. vi, 17.
Gloriarem-se em serem humilhados. Thia. i, 9, 10.
Preferirem os thesouros do Céo. Matt. vi, 19, 20.
As riquezas dos impios estão reservadas para os justos. Prov.
xiii, 22.
§ OS IMPIOS:
Não raramente adquirem riquezas. Ps. lxxii, 12.
Desfrutam-as. Job, xxi, 13.
Não se saciam. Job, xx, 15.
Esperam na multidão d’ellas. Ps. li, 9.
Comprazem-se amontoando-as. Job, xxvii, 16; Ps. xxxviii, 7;
Ecc. ii, 26.
Muitas vezes os filhos acabam em summa pobreza. Ecc. v, 13.
Gloriam-se nos bens terrestres. Ps. xlviii, 7; li, 9.
Não lhes servirão de nada no dia de vingança. Prov. xi, 4;
xiii, 7; Ecc. v, 11.
Não acharão n’ellas senão turbação. Prov. xv, 6; 1 Tim. vi, 9,
10.
Hão de deixal-as aos estranhos. Ps. xlviii, 11.
O rico não sabe para quem enthesoura riquezas. Ps. xxxviii, 7; Ecc. v,
10, 11.
É iniquidade pôr a nossa confiança nas riquezas. Job, xxxi, 24, 28;
Ezeq. xxviii, 4, 5, 8.
É iniquidade regozijar-se n’ellas. Job, xxxi, 25, 28.
§ DENUNCIAÇÕES CONTRA AQUELLES QUE AS OBTEM:
Por meios illicitos. Prov. xiii, 11; xxi, 6.
Sem direito a possuil-as. Jer. xvii, 11.
Pela oppressão. Prov. xxii, 16; Hab. ii, 6-8; Miq. ii, 2, 3.
Que as amontoam. Ecc. v, 13, 14; Thia. v, 3.
Que se apoiam n’ellas. Prov. xi, 28.
Que tem a sua consolação n’ellas. Luc. vi, 24.
Que vivem em delicias. Thia. v, 1, 5.
Que as gastam nos seus appetites. Job, xx, 15-17.
Illustração da fatuidade e perigo de contar com ellas. Luc. xii, 16-21.
Perigo de as empregar mal. Illustrado. Luc. xvi, 19-25.
Exemplos de justos que possuiam riquezas. _Abrahão_, Gen. xiii,
2; _Lot_, Gen. xiii, 5, 6; _Isaac_, Gen. xxvi, 13, 14; _Jacob_,
Gen. xxxii, 5, 10; _José_, Gen. xlv, 8, 13; _Boos_, Ruth. ii, 1;
_Berzellai_, 2 Reis, xix, 32; _A Sunamites_, 4 Reis, iv, 8; _David_,
1 Paral. xxix, 28; _Josafat_, 2 Paral. xvii, 5; _Ezequias_, 2 Paral.
xxxii, 27-29; _Job_, Job, i, 3; _José de Arimathéa_, Matt. xxvii, 57;
_Zaqueo_, Luc. xix, 2; _Dorcas_, Act. ix, 36.
Exemplos dos que foram realmente ricos. Matt. v, 8; viii, 10; xiii, 45,
46; Luc. x, 42; João, i, 45; Filip. iii, 8; Thia. ii, 5; 1 Ped. ii, 7;
Apoc. iii, 18.
Exemplos dos impios que tiveram riquezas. _Labão_, Gen. xxx, 30;
_Esaú_, Gen. xxxvi, 7; _Nabal_, 1 Reis, xxv, 2; _Aman_, Esth. v,
11; _Os Ammonitas_, Jer. xlix, 4; _Os Tyrios_, Ezeq. xxviii, 5; _O
mancebo_, Matt. xix, 22.