Vem de Deus. 4 Reis, vi, 33; Job, v, 6, 18; Ps. lxv, 11; Amos, iii, 6;
Miq. vi, 9.
São-nos distribuidas segundo a sua vontade. Job, xi, 10; Isa, x, 15;
xlv, 7.
Deus regula a sua força. Ps. lxxix, 6; Isa. ix, 1; Jer. xlvi, 28.
A sua duração. Gen. xv, 13, 14; Num. xiv, 33; Isa. x, 25; Jer. xxix, 10.
Deus não se compraz n’ellas. Lam. iii, 33.
Os homens nascem para as angustias. Job, v, 6, 7; xiv, 1.
Os justos são destinados para ellas. 1 Thes. iii, 3.
Consequencia da queda. Gen. iii, 16-19.
O peccado é a semente. Job, iv, 8; xx, 11; Prov. i, 31.
Castigo do peccado. 2 Reis, xii, 14; Ps. lxxxviii, 31-33; Isa. lvii,
17; Act. xiii, 10, 11.
Muitas vezes severo. Job. xvi, 7-16; Ps. xli, 8; lxv, 12;
Jonas, ii, 3; Apoc. vii, 14.
Sempre menos do que merecemos. 1 Esd. ix, 13; Ps. cii, 10.
Terminam frequentemente em bem nosso. Gen. l, 20; Ex. i, 11, 12; Deut.
viii, 15, 16; Jer. xxiv, 5, 6; Ezeq. xx, 37.
Adoçadas pela mercê de Deus. Ps. lxxvii, 38, 39; cv, 43-46; Isa. xxx,
18-21; Lam. iii, 32; Miq. vii, 7, 9; Nahum, i, 12.
Os justos devem contar com ellas. João, xvi, 33; Act. xiv, 22.
As dos justos, leves. Act. xx, 23, 24; Rom. viii, 18; 2 Cor. iv, 17.
Transitorias. Ps. xxix, 6; cii, 9, Isa. liv, 7, 8; João, xvi,
20; 1 Ped. i, 6; v, 10.
Terminam em regosijo e bemaventurança. Ps. cxxv, 5, 6; Isa.
lxi, 2, 3; Matt. v, 4; 1 Ped. iv, 13, 14.
Originam-se muitas vezes na profissão do Evangelho. Matt. xxvi,
9; João, xv, 21; 2 Tim. iii, 11, 12.
Os justos regosijam-se n’ellas. Job, v, 17; Thia. v, 11.
Provam o amor e lealdade de Deus. Deut. viii, 5; Ps. cxviii, 75; Prov.
iii, 12; 1 Cor. xi, 32; Heb. xii, 6, 7; Apoc. iii, 19.
(1) ANGUSTIADOS.--DEVEMOS:
Orar por elles. Act. xii, 5; Filip. i, 16, 19; Thia. v, 14-16.
Sympathisar com elles. Rom. xii, 15; Gal. vi, 2.
Compadecel-os. Job, vi, 14.
Não descurar d’elles. Heb. xiii, 3.
Visital-os. Thia. i, 27.
Consolal-os. Job, xvi, 5; xxix, 25; 2 Cor. i, 4; 1 Thes. iv, 18.
Soccorrel-os. Job. xxxi, 19, 20; Isa. lviii, 10; Filip. iv, 14;
1 Tim. v, 10.
Protegel-os. Ps. lxxxi, 3; Prov. xxii, 22; xxxi, 5.
(2) JUSTOS NA HORA DE ANGUSTIA:
Deus está no meio d’elles. Ps. xlv, 5, 7; Isa. xliii, 2.
Deus é o seu refugio e força. Ps. xxvi, 5, 6; Isa. xxv, 4; Jer.
xvi, 19; Nah. i, 7.
Deus conforta-os. Isa. xlix, 13; Jer. xxxi, 13; Matt. v, 4; 2
Cor. i, 4, 5; vii, 6.
Deus protege-os. Ps. xxxiii, 20.
Deus salva-os. Ps. xxxiii, 5, 19; Prov. xii, 13; Jer. xxxix,
17, 18.
Christo está com elles. João, xiv, 18.
Christo assiste-os. 2 Tim. iv, 17; Heb. ii, 18.
Christo conforta-os. Isa. lxi, 2; Matt. xi, 28-30; Luc. vii,
13; João, xiv, 1; xvi, 33.
Christo preserva-os. Isa. lxiii, 9; Luc. xxi, 18.
Christo guarda-os. Apoc. iii, 10.
Devem louvar a Deus. Ps. xii, 5, 6; lv, 8, 10; lvii, 7, 8; lxx,
20-23.
Devem imitar a Christo. Heb. xii, 1, 3; 1 Ped. ii, 21-23.
Devem imitar os prophetas. Thia. v, 10.
Devem ter paciencia. Luc. xxi, 19; Rom. xii, 12; 2 Thes. i, 4;
Thia. i, 4; 1 Ped. ii, 20.
Devem ter resignação. 1 Reis, iii, 18; 4 Reis, xx, 19; Job, i,
21; Ps. xxxviii, 10.
Não devem desconsiderar o castigo. Job, v, 17; Prov. iii, 11,
Heb. xii, 5.
Devem confessar a justiça do castigo. 2 Esd. ix, 33; Job, ii,
10; Isa. lxiv, 5-7; Lam. iii, 39; Miq. vii, 9.
Devem evitar o peccado. Job. xxxiv, 31, 32; João, v, 14; 1 Ped.
ii, 12.
Devem confiar na bondade de Deus. Job, xiii, 15; Ps. lxx, 20; 2
Cor. i, 9.
Devem voltar, e dedicar-se inteiramente a Deus. Ps. cxv, 7-9;
Jer. l, 3, 4; Hos. vi, 1.
Devem perseverar nas resoluções pias que fizeram na sua
angustia. Ps. lxv, 13-15.
Devem orar com frequencia. Ps. xlix, 15; liv, 17, 18 (Vid.
«Supplicas na hora de angustia.»)
Devem animal-os as mercês já recebidas. Ps. xxvi, 9; 2 Cor. i,
10.
Exemplos de justos angustiados: _José_, Gen. xxxix, 20-23; Ps. civ,
17-19; _Moysés_, Heb. xi, 25; _Heli_, 1 Reis, iii, 18; _Nehemias_, 2
Esd. i, 4; _Job_, Job, i, 20, 22; _David_, 2 Reis, xii, 15-23; _Paulo_,
Act. xx, 22-24; xxi, 13; _Os Apostolos_, 1 Cor. iv, 13; 2 Cor. vi, 4-10.
(3) ANGUSTIAS DOS IMPIOS:
Dão gloria a Deus. Ex. xiv, 4; Ezeq. xxxviii, 22, 23.
Deus despreza-as. Ps. xxxvi, 13; Prov. i, 26, 27.
Augmentam. Deut. xxxi, 17; Job, xx, 12-18; Ps. xxxi, 10.
São continuas. Job. xv, 20; Ecc. ii, 23; Isa. xxxii, 10.
Muitas vezes vem de subito. Ps. lxxii, 19; Prov. vi, 15; Isa.
xxx, 13; Apoc. xviii, 10.
Muitas vezes são judicialmente ordenadas. Job. xxi, 17; Ps.
cvi, 17; Jer. xxx, 15.
Fornecem exemplo. Ps. lxiii, 7-9; Sof. iii, 6, 7; 1 Cor. x,
5-11; 2 Ped. ii, 6.
Por si mesmas são inefficientes para effeituarem conversão. Ex.
ix, 30; Isa. ix, 13; Jer. ii, 30; Aggeo, ii, 17.
Motivadas pela sua perseguição dos justos. Deut. xxx, 7; Ps.
liv, 20; Zac. ii, 9; 2 Thes. i, 6.
Motivadas pela falta de arrependimento. Prov. i, 30, 31; Ezeq.
xxiv, 13; Amos, iv, 6-12; Zac. vii, 11, 12; Apoc. ii, 21, 22.
Algumas vezes produzem humildade. 3 Reis, xxi, 27.
Outras, medo abjecto. Job, xv, 24; Ps. lxxii, 19; Jer. xlix, 3,
5.
Muitas, dureza de coração. 2 Esd. ix, 28, 29; Jer. v, 3.
Não devem atemorisar os justos. Prov. iii, 25, 26.
Exemplos: _Faraó e os Egypcios_, Ex. ix, 14, 15; xiv, 24, 25;
_Ocozias_, 4 Reis, i, 1-4; _Giezi_, 4 Reis, v, 27; _Jorão_, 2 Paral.
xxi, 12-19; _Ozias_, 2 Paral. xxvi, 19-21; _Accáz_, 2 Paral. xxviii,
5-8, 22.
(4) SUPPLICAS NA HORA DE ANGUSTIA:
Exhortação a que oremos. Thia. v, 13.
Para que Deus tome em consideração as nossas tribulações. 4
Reis, xix, 16; 2 Esd. ix, 32; Ps. ix, 13; Lam. v, 1.
Para que nos ajude e sustenha. Ps. ix (2.^a parte), 1; ci, 2.
Para que não sejamos privados do Santo Espirito. Ps. l, 13.
Para que nos conceda consolação divina. Ps. iv, 6; cxviii, 76.
Para que nos dê allivio. Ps. xxxviii, 13, 14.
Para que nos livre das nossas afflicções. Ps. xxiv, 17, 22;
xxxviii, 11; Isa. lxiv, 9-12; Jer. xvii, 14.
Para que nos perdoe e nos livre do peccado. Ps. xxxviii, 9; l,
3; lxxviii, 8.
Afim de que nos volvamos para Deus. Ps. lxxix, 8; lxxxiv, 5-7;
Jer. xxxi, 18.
Para que recebamos instrucção e direcção divinas. Job, xxxiv,
32; Ps. xxvi, 11; cxlii, 10.
Para que a nossa fé augmente. Marc. ix, 24.
Para que se nos conceda mercê. Ps. vi, 3; Hab. iii, 2.
Para que recobremos a alegria. Ps. l, 10, 14; lxviii, 30;
lxxxix, 14, 15.
Para que sejamos protegidos e salvos dos nossos inimigos. 4
Reis, xix, 19; 2 Paral. xx, 12; Ps. xvi, 8, 9.
Para que conheçamos do que provém as nossas angustias. Job, vi,
24; x, 2; xiii, 23, 24.
Para que nos ensine a incerteza da vida. Ps. xxxviii, 5.
Para que sejamos vivificados. Ps. cxlii, 11.
(5) CONSOLAÇÃO NA HORA DE ANGUSTIA:
Deus é o seu Author e Dador. Ps. xxii, 4; Rom. xv, 5; 2 Cor. i,
3; vii, 6; Col. i, 11; 2 Thes. ii, 16, 17.
Christo é o seu Author e Dador. Isa. lxi, 2; João, xiv, 18; 2
Cor. i, 5.
O Espirito Santo é o seu Author e Dador. João, xiv, 16, 17; xv,
26; xvi, 7; Act. ix, 31.
É promettida. Isa. li, 3, 12; lxvi, 13; Ezeq. xiv, 22, 23; Os.
ii, 14; Zac. i, 17.
Mediante as Sagradas Escripturas. Ps. cxviii, 50, 76; Rom. xv,
4.
Mediante os ministros do Evangelho. Isa. xl, 1, 2; 1 Cor. xiv,
3; 2 Cor. i, 4, 6.
É abundante. Ps. lxx, 21; Isa. lxvi, 11.
É forte. Heb. vi, 18.
É eterna. 2 Thes. ii, 16.
É motivo de louvor. Isa. xii, 1; xlix, 13.
Orae, pedindo-a. Ps. cxviii, 82.
Os justos devem administral-a uns aos outros. 1 Thes. iv, 18;
v, 11, 14.
Em vão se espera do mundo. Ps. lxviii, 21; Ecc. iv, 1; Lam. i,
2.
É offerecida aos que choram por causa do peccado. Ps. l, 19;
Isa. i, 18; xl, 1, 2; lxi, 1; Miq. vii, 18, 19; Luc. iv, 18.
Ao espirito angustiado. Ps. xli, 6; xliii, 20; João, xiv, 1,
27; xvi, 20, 22.
Ao que se vê abandonado de seus amigos. Ps. xxvi, 10; xl,
10-13; João, xiv, 18; xv, 18, 19.
Aos perseguidos. Deut. xxxiii, 27.
Aos pobres. Ps. ix (2.^a parte), 14; xxxiii, 7, 10, 11.
Aos enfermos. Ps. xl, 4.
Aos tentados. Rom. xvi, 20; 1 Cor. x, 13; 2 Cor. xii, 9; Thia.
i, 12; iv, 7; 2 Ped. ii, 9; Apoc. ii, 10.
Em presença da morte. Job. xix, 25, 26; Ps. xxii, 4; João, xiv,
2; 2 Cor. v, 1; 1 Thes. iv, 14; Heb. iv, 9; Apoc. vii, 14-17;
xiv, 13.
Nos soffrimentos da velhice. Ps. lxx, 9, 18.
(6) RESULTADO BENEFICO DAS ANGUSTIAS:
Promovem a gloria de Deus. João, ix, 1-3; xi, 3, 4; xxi, 18, 19.
Patenteiam o poder e lealdade de Deus. Ps. xxxiii, 20, 21; 2
Cor. iv, 8-11.
Mostram-nos a vontade de Deus. Ps. cxviii, 71; Isa. xxvi, 9;
Miq. vi, 9.
Fazem-nos voltar para Deus. Deut. iv, 30, 31; 2 Esd. i, 8, 9;
Ps. lxxvii, 34; Isa. x, 20, 21; Os. ii, 6, 7.
Impedem-nos de tornarmos a afastar-nos de Deus. Job, xxxiv, 31,
32; Isa. x, 20; Ezeq. xiv, 10, 11.
Levam-nos a buscar a Deus mediante a oração. Juiz. iv, 3; Jer.
xxxi, 18; Lam. ii, 17-19; Hos. v, 14, 15; Jon. ii, 1.
Convencem-nos do peccado. Job, xxxvi, 8, 9; Ps. cxviii, 67;
Luc. xv, 16-18.
Levam-nos a confessar a Deus os nossos peccados. Num. xxi, 7;
Ps. xxxi, 5; l, 5-7.
Trazem á prova e á luz a nossa sinceridade. Job, xxiii, 10; Ps.
lxv, 10; Prov. xvii, 3.
A nossa fé e obediencia. Gen. xxii, 1, 2; Heb. xi, 17; Ex. xv,
23-25; Deut. viii, 2, 16; 1 Ped. i, 7; Apoc. ii, 10.
São beneficiaes em nos humilharem. Deut. viii, 3, 16; 2 Paral.
vii, 13, 14; Lam. iii, 19, 20; 2 Cor. xii, 7.
Em nos purificarem. Ecc. vii, 2, 3; Isa. i, 25, 26; xlviii, 10;
Jer. ix, 6, 7; Zac. xiii, 9; Mal. iii, 2, 3.
Em exercitarem a nossa paciencia. Ps. xxxix, 2; Rom. v, 3;
Thia. i, 3; 1 Ped. ii, 20.
Em nos fazerem fructiferos de boas obras. João, xv, 2; Heb.
xii, 10,11.
Em adiantarem o Evangelho. Act. viii, 3, 4; xi, 19-21; Filip.
i, 12; 2 Tim. ii, 9, 10; iv, 16, 17.
Exemplos: _Os irmãos de José_, Gen. xlii, 21; _José_, Gen. xlv, 5, 7,
8; _Israel_, Deut. viii, 3, 5; _Josias_, 4 Reis, xxii, 19; _Ezequias_,
2 Paral. xxxii, 25, 26; _Manassés_, 2 Paral. xxxiii, 12; _Jonas_, Jon.
ii, 7; _O filho prodigo_, Luc. xv, 21.