«Ha quem fuja de carne, ha quem não morra Por tão bello, e dulcissimo trabalho? Ha quem tenha outra idéa, ha quem discorra Em cousa, que não seja de mangalho? Tudo entre as mãos se me converte em porra, Quanto vejo transforme-se em caralho: Porra, e mais porra no verão, e no hynverno, Porra até nas profundas do inferno!…