Então, cheio de raiva, aperta o dente, E na gostosa, feminil masmorra, Alargando-lhe as pernas novamente, Com estrondosos ais encaixa a porra: Ella, que já no corpo o fogo sente Do marsapo, lhe diz: «Queres que eu morra? Tu não vês que me engasgo, e que estou rouca, Porque o cruel tezão me chega á bocca?