«Soccorro de famintos fodedores, Propicia divindade, que me escutas! Tu consolas, tu enches de favores O mestre da fodenga, o pae das putas: Viste que, do tezão curtindo as dôres, Travava c'o lençol immensas luctas; E baixaste ligeiro, como Noto, A dar piedoso amparo ao teu devoto.