Ergue a voz, que as paredes abalava, E co'a força do alento sibilante Mata a pallida luz, que a um canto estava, Em plumbeo castiçal agonisante: «Oh tu, rei dos caralhos (exclamava) Perde o medo, que mostras no semblante: Que quem hoje te agarra no marsapo É de Venus o filho, o deus Priapo.