Oh Musa gallicada, e fedorenta! Tu, que ás fodas d'Apollo estás sujeita, Anima a minha voz, pois hoje intenta Cantar esse mangaz, que a tudo arreita: D'esse vaso carnal, que o membro aquenta, Onde tanta langonha se aproveita, Um chorrilho me dá, oh Musa obscena, Que eu com rijo tezão pégo na pena.