Lá se foi o barão com a alforria dos escravos na mala. Talvez tenha
ouvido alguma cousa da resolução do governo; dizem que, abertas as
camaras, aparecerá um projeto de lei. Venha, que é tempo. Ainda
me lembra do que lia lá fóra, a nosso respeito, por ocasião da
famosa proclamação de Lincoln: «Eu, Abrahão Lincoln, presidente dos
Estados-Unidos da America...» Mais de um jornal fez alusão nominal
ao Brazil, dizendo que restava agora que um povo christão e ultimo
imitasse aquelle e acabasse tambem com os seus escravos. Espero que
hoje nos louvem. Ainda que tardiamente, é a liberdade, como queriam a
sua os conjurados de Tiradentes.
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