Canto VI.

“Divina Guarda, angelica, celeste,

Que o astrífero polo senhoreas;

Tu que a todo Israel refugio déste

Per metade das aguas erythreas:

Se por mores perigos me trouxeste,

Que ao itacence Ulysses, ou a Eneas,

Passando os largos términos de Apolo,

Pelas furias de Tethys e de Eolo.”

Os Lusiadas (The Lusiads), vol. 2 of 2 · 第 67 / 80 章