“Divina Guarda, angelica, celeste,
Que o astrífero polo senhoreas;
Tu que a todo Israel refugio déste
Per metade das aguas erythreas:
Se por mores perigos me trouxeste,
Que ao itacence Ulysses, ou a Eneas,
Passando os largos términos de Apolo,
Pelas furias de Tethys e de Eolo.”