Luiz Ruchonnet foi, por duas vezes, presidente do conselho federal da
florescente e grandiosa republica suissa. Era um sincero amigo da paz,
e, como todos esses _visionarios_ e _sonhadores_, que em Inglaterra se
chamam Cobden, Hodgson Pratt, Henry Richard, Cremer, Darby, em França,
Charles Lemmonier, Frederico Passy, Emile Arnaud, René Goblet, Edmond
Thiaudière, A. Millerand, Camillo Pelletan, Augusto Vacquerie; na
Italia, Bonghi, Siccardi, Mazzoleni, Theodoro Moneta; na Dinamarca,
Frederico Bajer; na Belgica, Laveleye, Janson, Cesar de Paepe, La
Fontaine; na Allemanha, Franz Wirth, Baumbach, Adolfo e Eugenio Richter;
na Austria, a baroneza de Suttner e o dr. Adler; na Suissa, Angelo
Umiltá, Carlos Menn, M.me Goegg; na America, Alfredo Love, dr.
Trueblood, M.me Belva Lockwood--elle pertenceu a essa gloriosa raça de
philantropos e humanitarios, que atravessam o mundo, deixando atraz de
si um rasto de luz, e cujos nomes se perpetuam, atravez os tempos e as
gerações, consagrados pela historia, pela sciencia e pelo trabalho.
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