Eu andava perdido pela floresta escura e sonora. As estrellas,
como grandes olhos curiosos, espreitavam atravez da folhagem. Eu
era o tenebroso, o inconsolavel, o viuvo. Errava pela floresta, e
a espaços cantava uma canção vagamente triste como o susurro dos
cyprestes:--depois dizia palavras iradas, e asperas como os cardos;--e
mais adiante uma oração indefinida enchia-me todo o coração, e saía-me
pelos labios, como uma açucena branca que se abre dentro de um copo, e
que o enche.
E por cima de mim, ó meus amigos! ó minha bem amada! os ramos
estendiam-se para os mil e mil pontos do infinito, como para mostrar ás
cantigas, ás iras e ás orações todas os caminhos do ceu.