CAPITULOS DESTE I. TOMO.

_Introducção, em que se

faz huma pintura abbreviada

do estado da França antes

da revolução, e das suas

emprezas depois della; e se

dá huma idéa do plano da

presente obra._ Pag. 3

CAP. I. _As maximas dos revolucionarios

da França provocão

a todo o mundo. Principia

a guerra entre a França,

e grande parte das nações

da Europa, e nella entra

Portugal sómente como

potencia auxiliar. Hostilidades

da França contra Portugal,

situação reciproca das

duas nações, e serviços importantes

feitos por D. Francisco

de Sousa Coutinho na

Guiana._ 19

CAP. II. _Hum exercito Portuguez

he enviado em soccorro

da Hespanha. Suas acções no

Roussillon, e na Catalunha.

Paz de Basiléa._ 27

CAP. III. _Projectos do governo

Francez, e de Carlos IV. sobre

Portugal. Continúa com

este a guerra maritima. Ministerio

do Conde de Linhares.

Emprezas de Bonaparte.

Negociações entre Portugal,

e França._ 36

CAP. IV. _Bonaparte usurpa o

imperio consular, e lança os

fundamentos do seu systema

continental. Desembaraça-se

dos Imperadores da Russia,

e d’Alemanha, e faz invadir

Portugal d’acordo com Carlos

IV._ 45

CAP. V. _Successos da campanha.

Negociações de paz, e

tratados de Badajoz._ 54

CAP. VI. _O primeiro Consul

não ratifica o tratado de Badajoz,

e se conclue outro

em Madrid, mais oneroso para

Portugal. Digressão sobre

a Guiana, e paz de Amiens._ 68

CAP. VII. _Renova-se a guerra

entre a França, e a Gram-Bretanha,

de que as commoções

se sentem em Portugal.

Lannes em Lisboa, suas negociações,

e intrigas._ 80

CAP. VIII. _Portugal obtem, á

custa de novos sacrificios,

hum tratado de neutralidade,

e fazendo o Principe Regente,

para conservalla, todos

os esforços compativeis

com a dignidade da sua coroa,

he mal correspondido

por Bonaparte, que com tudo

não póde ainda fixar os olhos

sobre o occidente. Junot Embaixador

em Portugal._ 95

CAP. IX. _Os Imperadores d’Alemanha,

e da Russia fazem

huma guerra infeliz ao

Imperador dos Francezes, de

que resultão grandes mudanças

na Europa. Negociações

entre a França, e Inglaterra.

Novos projectos de Napoleão.

A Hespanha faz armamentos,

e Portugal he novamente ameaçado. Soccorros da

Inglaterra._ 104

CAP. X. _Nova guerra contra

a França, mais infeliz que

as precedentes, e seguida de

novas mudanças na Europa.

Paz de Tilsit, e suas fataes

consequencias. Napoleão volta

a París, e no meio de

grandes festas projecta novas

usurpações._ 113

CAP. XI. _Napoleão se declara

para com Portugal, intimando-lhe

proposições intoleraveis; fórma

entretanto o exercito da Gironda, para

o invadir, e começa as hostilidades,

sem esperar a resposta.

Situação da nossa corte;

como responde ás proposições

e providencias, que

toma nesta crise. Comportamento

do ministerio Inglez._ 121

CAP. XII. _Disposições pérfidas

de Napoleão para destruir

de hum só golpe as monarquias

Portugueza, Hespanhola,

e Hetrusca. Intrigas

da Hespanha, urdidas pelo

Principe da Paz. Convenções

de Fontainebleau. Junot

entra em Hespanha, e se

encaminha a Portugal._ 135

CAP. XIII. _Viagem de Napoleão

á Italia, em quanto os

seus satéllites marchão para

o occidente. Ultimos esforços

da corte de Portugal,

para satisfazer á das Tuilherias.

Entrada de huma

esquadra Russiana em Lisboa,

e bloquêo deste porto

pelos Inglezes._ 148

CAP. XIV. _Chega a Lisboa a

noticia da entrada dos Francezes

em Portugal, e dão-se

as providencias para a retirada

da corte, e de todos os

que a quizessem acompanhar.

Estabelecimento do governo

do reino._ 159

CAP. XV. _Embarque da Real

Familia, e da corte; sua

sahida do porto de Lisboa,

e circumstancias principaes

deste memoravel successo._ 170

CAP. XVI. _O governo he instalado,

e principia no exercicio

das suas funcções. Ordens

de Napoleão a Junot para

avançar rápidamente com

o seu exercito. Entrada deste

em Portugal, e sua marcha até Lisboa._ 183

CAP. XVII. _Proclamação de

Junot aos habitantes de Lisboa:

sua entrada nesta capital,

e sua digressão a Belém,

e á bateria do Bom-successo.

Elle mette tropas na

torre de S. Julião, e volta a

Lisboa aquartelar-se em casa

do Barão de Quintella._ 208

CAP. XVIII. _Primeiras operações

politicas, e militares de

Junot em Lisboa. Herman he

introduzido no governo, e no

erario. Retrato deste homem.

Usurpação dos bens da coroa,

e dos patrimoniaes da casa

Real, da ribeira das náos,

e mais arsenaes. Sequestro

das propriedades, e manufacturas

Inglezas. Principia

o desarmamento da nação.

Conducta dos Governadores

do reino._ 218

CAP. XIX. _Sustos de Junot em

Lisboa. Este General estende

as suas tropas para a costa

maritima do norte. Oppressão,

e extorsões do exercito

Francez naquella capital.

Conducta dos seus Generaes,

e officialidade._ 237

CAP. XX. _Descreve-se o estado

de Portugal, e especialmente

de Lisboa antes da invasão,

e o que ficárão sendo

depois della._ 251

CAP. XXI. _Teme-se a fome em

Lisboa. A bandeira Franceza

he arvorada no castello de S.

Jorge; fermentação do povo,

e suas consequencias._ 263

CAP. XXII. _Aventura terrivel,

e jocosa dos bravos da

Gironda na igreja do Santissimo

Sacramento de Lisboa._ 277

CAP. XXIII. _Medidas, que tomou

Junot por occasião dos

successos de 13, e 14 de dezembro:

como fazia servir

á sua causa a voz dos ministros

da religião. Seus projectos

a respeito do exercito

Portuguez, e como procedeo

á sua reducção._ 284

CAP. XXIV. _Occupação das

provincias do norte, e sul

pelas tropas Hespanholas, e

estado em que ficou entretanto

a de Tras-os-montes. Operações

mais notaveis dos Generaes

Taranco, e Solano.

Novas maquinações de Napoleão;

e começão as desconfianças,

e os movimentos do

povo, e da corte d’Hespanha._ 298

CAP. XXV. _A divisão Loison

se estende desde o cabo da

Roca até S. Martinho, e Nazareth.

Extorsões deste General, de Thomiers, e seus

subalternos por esta parte

do reino, e outros successos,

com que remata o anno de

1807._ 314

CAP. XXVI. _Festins dos Francezes.

Cuidados de Junot, e ordens, que recebe de Napoleão.

Inconvenientes da divisão de Portugal, e estado

das rendas públicas. Guypuy

em Almeida. Nova estrada

militar. Licenciamento, e

desarmamento das milicias._ 324

=NOTAS DE TRANSCRIÇÃO=

Os erros tipográficos evidentes foram corrigidos.

A pontuação, a hifenização e a ortografia foram tornadas consistentes

quando uma preferencia predominante foi encontrada no texto original;

caso contrário, não foram alterados.

Nesta versão, o carácter “caret” (acento circumflexo) foi utilizado com

ou sem chaves para representar letras sobrescritas.

O símbolo adotado para o escudo português neste texto é o cifrão.

A nova arte da capa original incluída neste e-book está em domínio

público.

Historia geral da invasão dos francezes em Portugal e da restauração deste reino (Volume I) · 第 58 / 58 题