Recolhendo-me no dia seguinte, achei em casa uma carta.
Antes de abril-a conheci que era d'ella, porque lhe tinha imprimido
esse suave perfume que a cercava como uma aureola.
Eis o que dizia:
«Julga mal de mim, meu amigo; nenhuma mulher póde escarnecer de um
nobre coração como o seu.
Si me occulto, si fujo, é porque ha uma fatalidade que á isto me
obriga. E só Deus sabe quanto me custa este sacrificio, porque o
amo!
Mas não devo ser egoista e trocar sua felicidade por um amor
desgraçado.
Esqueça-me.